sexta-feira, julho 25, 2008

P.S.

IMDb

Duas partes e uma conclusão.

Topher Grace
Até gosto deste caramelo. Em sua vantagem, tem uma das minhas séries preferidas de todos os tempos no currículo. Depois disso, toda a gente lhe fez estátuas por causa de dez segundos no Traffic (não concordo), fez um bom filme (In Good Company) e apareceu num ou outro sucesso de bilheteira, mas dos quais niguém se lembrará daqui a uns tempos. Anda meio perdido, à procura da fama a sério com coisas como o Spider-Man e isso irrita-me, porque acho que o cavaheiro tem potencial para mais.
Aqui, faz um bom papel, se bem que dum personagem que irritou-me um bocado. Talvez tenha a ver com o facto de ser um artista artolas, talvez seja porque engatou a Laura Linney sem ter que mexer uma palha para o fazer.
Não sei, ainda é demasiado fresco para ter a certeza.

Laura Linney
Começo aqui a temática Top 10. Talvez ainda reduza para Top 5. Não quero, para já, ser ambicioso. Já não é sem tempo que comece a definir prioridades na minha vida. Acho que já amadureci o suficiente para isso.
Começo o meu top com a senhora Laura Linney. Uma mulher que, infelizmente, apareceu nestas lides não tão cedo quanto se desejaria, mas que já anda por aí há algum tempo e deseja-se que se mantenha por muito mais.
A mulher é um espanto!
Para «piorar» a coisa, tem no seu currículo alguns bons filmes, que me impressionaram ao longo dos anos. Mete-se sempre em projectos sólidos, com capazes cabeças de cartaz, dando o apoio secundário necessário para que os filmes tenham a profundidade que se pretende, mas é nos filmes pequenos, onde é personagem principal, que impressiona verdadeiramente. Fez um que adoro, o You Can Count on Me, que não é para todos os gostos, mas que nunca deixarei de recomendar.
Primeira entrada para nenhuma posição específica.

Em relação ao filme, tem um excelente começo. Interessante, forte e cativante. Daqueles inícios que te envolvem e te deixam curioso até aonde poderão ir. Infelizmente, não gostei muito nem do rumo nem do final. Parece-me demasiado final feliz e não era isso que se pedia.
Continua a ter uns bons detalhes, mas no todo... não convenceu.

terça-feira, julho 22, 2008

Cassandra's Dream

IMDb

O Colin Farrell a fazer de totó?!!?
Mas em que mundo é que andamos a viver?!
Durante anos ando a ver este bad boy a fazer precisamente de bad boy sempre, umas vezes mais que outras, e agora é isto!?
Sr. Allen, estou algo desiludido, confesso.

Outra coisa estranha deste filme é a direcção de Allen. Não a realização em si, mas a direcção que tem tomado com os filmes. Os diálogos estão muito... teatrais, suponho. Sei que o homem anda com uma fixação por estilos de ópera ou tragédias gregas - esta última tem mesmo sido uma fixação dele, desde sempre - mas os diálogos estão menos... não é realistas, porque isso nunca foram. Os diálogos são mesmo um artifício dele, a linguagem e maneira de falar características do nosso diminuto realizador. Fica sempre a ideia que são diálogos demasiado pensados, com coisas que não saiem naturalmente à primeira.
Só que aqui, como nos últimos filmes... não sei, dá um ar de que este filme, por exemplo, foi daquelas ideias que tinha na gaveta e como apetecia-lhe fazer um filme, saiu-se com isto. Em Cassandra's Dream, a primeira hora de filme, os diálogos parecem falsos, levando a uma representação que parece pouco trabalhada. Parece que os actores e actrizes chegaram lá num dia e começaram logo a filmar, a finalizarem as cenas logo no primeiro take. Às tantas lá para meio do filme a coisa melhora e deixa de sentir-se isso. Talvez seja devido à intensidade das cenas, ao desenrolar da trama, mas fica a ideia que a segunda metade do filme está muito mais trabalhada que a primeira.

Uma coisa é certa, a partir do momento em que qualquer realizador faz filmes a metro como é com Woody, é natural que alguns não saiam tão bem. É pena porque gosto tanto do Ewan como de Colin, para além de mais um ou outro que aparecem aqui, de quem aprecio o trabalho. Este é um dos que se vê por ser um filme do Woody Allen, mas não se ganha muito com isso. Por respeito ao homem, deve manter-se uma atenção especial na carreira, não vá sair-se com um pérola que nos passa ao lado, só que para tal também é necessário levar com uma coisa destas, de vez em quando, e ter-se em conta que uns saiem bem e outros nem por isso.

domingo, julho 20, 2008

National Treasure: Book of Secrets

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Muito mauzinho.
Irrita-me especialmente o facto de descobrirem pistas sem jeito nenhum, sem lógica plausível para isso. «Ah e tal... qualquer coisa com dois... siameses... hmmm... duas mesas feitas de madeira dum barco antigo. Claro!» Outra coisa que me irrita são as contraptions. Para quem viu, aquela tábua de equilíbrio era especialmente má. Como é que aquela porcaria se aguentou durante tantos anos no mesmo sítio!?!?

Pior que isso tudo, só mesmo os capachinhos que andam a arranjar para o Nic.

















A sério, cavalheiro, não há vergonha nenhuma em ser careca.

American Gangster

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E por incrível que pareça, o filme decente dos Óscares deste ano, é o menos provável!

Temos o Russell Crowe por quem, em mais do que uma ocasião, vociferei o meu total desrespeito. O Ridley Scott que, embora tenha um ou outro filme muito bom, não tem o mínimo do meu apoio no conjunto do seu trabalho. E, finalmente, o Denzel Washington por quem não morro de amores, mais que não seja porque o cavalheiro está cada vez mais estagnado nas suas actuações.

No entanto e apesar disto tudo, esta história está muito bem contada e o filme, embora longo, vê-se muito bem. Parece-me mesmo que aqui temos o que sempre disse que falta ao Departed, uma linha racional narrativa e um envolvimento lógico entre os personagens. Em minha defesa, o elenco é bem completado por outros actores: Chiwetel Ejiofor, Armand Assante, John Hawkes, Carla Gugino, RZA ou Cuba Gooding Jr., mesmo que seja em pequenos papéis.

Curioso ver que trouxeram o Josh Brolin de volta à ribalta, este ano, só para fazer mais um papel a levar nos cornos. É por essas e por outras que gosto de Hollywood.

quarta-feira, julho 16, 2008

Fool's Gold

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Let's look for TREsure!

Há demasiados momentos onde o a história enrola.
A descoberta das pistas é demasiada tirada a ferros.
É estranho porque agarram em britânicos para fazer de russos e afins, e agarram num americano para fazer de britânico!...
Os momentos de humor não trazem nada.
Final algo irrelevante para o resto.
Alguns momentos engraçados de acção.
E a Kate Hudson é muito gira.

É o que se tira do filme.

domingo, julho 13, 2008

Stardust

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Ter lido um livro do Gaiman há uns tempos, fez uma semana passar de maravilhosa para quase perfeita. Já tinha lido algumas coisa de BD deste cavalheiro, não sabia que também fazia uns livros tão fixes. Isso fez-me ver este filme.

Gostei mais do livro. Sou fã de fantasia, especialmente de histórias que começam com um filho bastardo(!!), mas a outra faz mais o meu estilo.

Este filme é engraçado.
Fez-me alguma confusão ter alguns «cabeças de cartaz» a aparecerem só alguns minutos, casos de Gervais e De Niro. Mais ainda que Bob não se tenha dignado a fingir um sotaque britânico, como todos os seus outros compatriotas. Contudo, isso não estraga em nada a história, muito engraçada e bem criada.

Um bom filme para um final de fim-de-semana, antes do regresso à labuta.

sábado, julho 12, 2008

Be Kind Rewind

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Estranhamente, tendo em conta a premissa do filme, este será o filme menos «Gondry» dos três que já fez.

O Jack Black, inadvertidamente, desmagnetiza todas as cassetes do vídeo-clube onde o Mos Def trabalha. Por forma a não serem apanhados pelo patrão e para tentarem salvar a loja, Jack e Mos decidem fazer as versões deles, tanto de clássicos como de filmes recentes, da forma mais amadora possível.

Dentro das filmagens dentro do filme, aí dá para ver o dedo de Gondry. Só que essa nem é a parte maior do filme. É curioso porque ao ver o trailer, dá ideia de ser um filme à base das idiotices de Jack e Mos. Tem mais que isso. Tem algum sumo e alguma história.

Tendo em conta o historial de Gondry apenas, este é melhor que o Rêves mas longe da qualidade do Eternal.

sexta-feira, julho 11, 2008

Definitely, Maybe

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Já este, em contrapartida, não terá sido o melhor filme para ver hoje.

É uma boa comédia romântica. Já não via uma tão boa há algum tempo. (Sim, sou fã do género, como já disse n vezes.) Talvez esteja a ser tendencioso. É que o elenco é muito do meu agrado. Tenho um completo man-crush pelo Ryan Reynolds (estou a tornar-me repetitivo, sim) e o trio de senhoras nesta história dificilmente poderia ser melhor. Rachel Weisz, Elizabeth Banks e Isla Fisher são excelentes actrizes da actualidade, para além de serem três mulheres extremamente encantadoras, aos meus olhos.
A premissa da história poderá fazer confusão a pessoas que sejam fãs da série How I Met Your Mother. Ryan Reynolds conta à filha a história de como conheceu a mãe. Está bem contado e não passa só por aí. É uma história de encontros e desencontros amorosos. Relações que acabaram mal e outras que poderiam nunca ter acontecido, com mais ainda alguns detalhes.
É um bocadinho lamechas mas está bem contado.

Gostei.
Gostei muito.
Gosto sempre de histórias românticas com um final feliz.
Sou uma menina, é verdade.

ATENÇÃO: Para quem me conhece, a partir daqui poderei revelar um tremendo spoiler. Continuem a ler por vossa conta e risco.

Ryan Reynolds tem três mulheres principais na vida dele - as três mencionadas acima. A história conta dos seus envolvimentos com todas, ao longo dos anos, até à narrativa principal no tempo actual e durante esta. Curioso que o cavalheiro acabou por ficar com a minha menos preferida. Mais curioso ainda que com estas três mulheres, Ryan consegue abranger todo o espectro de cores de cabelo: morena, loira e ruiva.

Semi-Pro

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Há dias em que só apetece ver destes filmes tontos.
Coisas que não fazem um gajo pensar, até distraiem disso mesmo. Pelo meio, ainda nos rimos com um par de idiotices. Este é um desses dias e este filme é óptimo para isso.

Não sei até que ponto o Will Ferrell se vai continuar a safar a fazer sempre o mesmo papel de idiota.
Cá vou esperando pelo dia em que já não tenho mais paciência para o rapaz.

30 Days of Night

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Por motivos óbvios, sou conhecedor da banda desenhada que deu origem ao filme.
Não achei a coisa nada de extraordinário. Nem a BD nem o filme.
A premissa é excelente. Dentro da mesma lógica da questão dos zombies no 28 Days Later..., é uma ideia original para um meio já muito visto.
Aqui, um clã de vampiros descobre que no Alasca existem cidades que não têm luz do dia durante 30 dias. Compreensivelmente, é ideal para vampiros e as suas festividades noturnas.
É uma óptima ideia. O resto da coisa é que não acho que esteja algo de especial.
Li a BD há relativamente pouco tempo e posso dizer que não me lembro de como é que a coisa desenvolve ou acaba. Não costuma abonar muito a favor.
No filme, ao que me parece, criaram uma história na mesma base, mas com umas quantas diferenças.

Já em relação à adaptação - sem desrespeito para o realizador que até fez um trabalho razoável - não era assim que via a coisa.
Ter um formato bastante gráfico tende a facultar logo uma imagem clara da coisa.
Há grandes diferenças a nível visual, da BD para o filme. Na BD havia um estilo gráfico muito específico, o que ajudou também que tenha sido um êxito tão grande. O filme é mais limpo, mais claro, não tão gritty.
Os vampiros estão curtidos e bastante próximos do original, mas tudo o resto não tinha o mesmo toque de desespero, todo o ambiente.
Contudo, os meus parabéns para uma cena de acção específica, quando os vampiros fazem o ataque em grande à cidade.
Essa cena estava muito boa.

Finalmente, para não tornar a coisa muito séria - há que ter em conta que é um filme de vampiros! -, vamos ao pormenor que achei ridículo/irritante:
São vampiros, certo?
A ideia é que caçam para se alimentar. Supostamente, uma coisa universal em relação a vampiros, é que estão sempre sedentos de sangue. Sem isso, ou ficam loucos, ou fracos, ou qualquer outra variante que já criaram.
Sangue é vida. Quer dizer, para humanos também, mas nós só precisamos do nosso!
Se é assim tão importante, é de pensar que quando um vampiro se alimenta seja para sugar um humano... bem, será «até ao tutano», não? Se para se alimentarem têm que ter trabalho a caçar um humano e não ser morto por qualquer outro, então é de esperar que o façam de forma minuciosa.

O meu problema é que isto:
































Percebo o interesse visual da coisa, mas isto é um completo desperdício de sangue!!

terça-feira, julho 08, 2008

Lars and the Real Girl

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Dois pontos sérios e outros dois... nem por isso.

Comecemos pela segunda dose:

1.º
Eu sabia!! O bigode está de volta!

















Hey, se o Ryan Gosling pode ter bigode, então também posso!!

2.º
Porque é que este cavalheiro está a aparecer na minha vida?

















Tive que o ver ontem no Jesse James e agora isto?
Que se passa aqui?


Agora os sérios:

A
Foi um ensaio para o Óscar um pouco fraquito, por parte do nosso amigo Ryan.
Continua a dose ascendente - procurou aqui o famigerado Óscar para personagens com perturbações mentais - mas ainda não chegou lá. Nem por isso.
Acho que consegues fazer melhor, Ryan.

B
Isto é a melhor comunidade do mundo e arredores!!
Se tiver que mudar... acho que é mais quando tiver que mudar, vai ser para esta terra.
Toda a gente decidiu entrar na pancada do Ryan.
O gajo, às tantas, por traumas e afins, decide encomendar na net uma boneca. Daquelas realistas, com todas as partes, para práticas... err...
Bem, moral da história é que Ryan acredita que a boneca é uma pessoa verdadeira.
E TODA A GENTE alinha na cena!!
Toda a gente ajuda. Toda a gente interage com ela. E toda a gente... Oops, já ia revelar a parte final.
Não interessa.
O que interessa é que esta gente não existe.
E se existe, gostava de os conhecer. E mais que isso, gostava de ser um deles.

The Assassination Of Jesse James

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É suposto westerns serem secantes?

Há dois estilos que, por norma, evito: westerns e filmes de máfia.
Sim, vi o Padrinho, mas era porque era O Padrinho.
Westerns, gostei do Silverado. Porque era giro e tinha alguma emoção. O Unforgiven, por exemplo, que toda a gente andou a beijar o cu ao Eastwood durante não sei quanto tempo, esse filme achei uma seca do pior.

Este vai pelo mesmo caminho.
Fica de registo o facto do Casey Affleck fazer de idiota como ninguém e o facto de que o Brad Pitt tem uns olhos que falam mais do que o resto dele. Uma cena intensa que comunica tudo o que o personagem é suposto dizer.

Yes, he has dreamy eyes e desafio qualquer homem do mundo a dizer que este cavalheiro não mexe com ele!

terça-feira, julho 01, 2008

Charlie Wilson's War

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Não tenho o mínimo de credibilidade nem qualificações para falar deste filme.
Não só envolve política, como ainda história. Quiçá, os meus dois pontos mais fracos.
Tirando as cócegas na barriga, claro.

Contudo, vou deixar aqui exposto as minhas ideias sobre políticos.
Todos uns corruptos, claro, mas não me podia estar mais a marimbar para se são uns marialvas ou não.
Foi um pouco a minha postura com toda a conversa do Clinton. Porque é que haveria de incomodar alguém se o cavalheiro vai para a cama com esta ou aquela? Porque é que haveria de interessar a alguém se o cavalheiro gosta dos seus charutos com um travozito?! As moçoilas que levava para a sala oval para mostrar os seus «dotes presenciais» eram uns bichos autênticos? Epá, sim e essa parte já era algo preocupante. Se és, supostamente, o homem mais poderoso do mundo, talvez tivesses acesso a um material genético mais interessante, não?
Mesmo assim! Desde que o homem fizesse o trabalho, será que podemos recriminar seja quem for por fazer aquilo que - sejamos honestos - todos nós faríamos no lugar dele?! Talvez não especificamente a cena do charuto, mas uma qualquer fantasia do foro pessoal?
Claro que ajudava se o Bill tivesse efectivamente feito o seu trabalho como deve ser.
Isso não interessa para o assunto em questão.

Tom Hanks interpreta um membro de congresso que usa e abusa - não muito, só um pouco - da sua posição e estatuto. Dá no álcool, forte e feio. É uma apreciador da beleza feminina. E gosta da sua festa tresloucada, de vez em quando. No entanto, às tantas interessa-se pela questão do Afeganistão e o respectivo conflito com um inimigo comum. Mexe-se e supostamente faz mesmo alguma coisa para ajudar. Claro que nem tudo será verdade, mas fica a ideia e a intensão.
Podemos criticar o homem por querer divertir-se, no meio de tanta guerra e confusão?

Última pequena nota para Nichols e Sorkin.
Meus caros, a nível político vocês retratam a trama como ninguém.
A nível de cenas de acção... ui!
Há uma cena em que uns Mujaidines abatem uns helicópteros russos...
Muito, mas muito ridículo.

domingo, junho 29, 2008

War

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Clichés são coisas complicadas. Especialmente em filmes de acção.

Se, por um lado, não conseguimos passar sem eles, porque os filmes tornam-se estranhos, incompletos, por falta de partes comuns de acontecerem; por outro lado, é chato quando 10 segundos dentro do filme já sabemos que o parceiro do personagem principal vai morrer.

Contudo, é bom saber que ainda há detalhes que podem surpreender.
Eu, pelo menos, não estava à espera que alguém fosse atacado pelo Fantasma da Ópera, neste filme.

sábado, junho 21, 2008

Rush Hour 3

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Depois de uma manhã de sábado com uns bons momentos - ronha e tudo mais - nada como uma boa comédia de acção para descontrair.

O Jackie Chan é o maior e quem disser o contrário não sabe nada da vida.
O Chris Tucker... tenho uma relação de amor/ódio com o gajo. É muito irritante, só que faz-me rir, o sacana.
O Brett Ratner faz bem é estas coisas. Filmes dos X-Men, nem pensar nisso, mas coisas destas são bem vindas.

Traz alguma coisa de novo este filme? Nem por isso.
A história é patética, daquelas em que sabes os vilões assim que entram em cena. E o desenrolar da história é ligado apenas pelas cenas de acção.
Porque é que o vi? Porque é giro.

quinta-feira, junho 12, 2008

Futurama: The Beast With A Billion Backs

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Ai isto é assim?!
Não vamos fazer séries mas sim filmes de hora e meia?!?!
Pois fiquem sabendo que não me fico e enquanto os fizerem, eu digo-vos:
Eu vou vendo!!!!

Deixa-vos com uma brilhante frase, do mesmo homem que vos trouxe frases como «Kiff, get the boy to lay out my shorts.» ou «I'll send waves and WAVES of men!»

ZAPP BRANNIGAN
Lela. I can't help but notice you're unescorted.
Might I escort you behind that bush for the next five minutes?

domingo, junho 08, 2008

Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull

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Quando há expectativas desta magnitude criadas, não há nada a fazer.

A ideia de um filme do Indiana Jones, ainda por cima em cinema, leva-nos ao delírio. A realidade nunca poderia fazer jus a esta fantasia.
Depois, há sempre o problema de que os criadores das sagas originais já cresceram, assim como nós. A inocência já não prevalesce e a necessidade do aperfeiçoamento, recorrendo ao convencional mecanismo informático, só poderia estragar a experiência de ver novamente o herói que farta-se de levar porrada, na grande tela.
(Em boa verdade, acho que esta foi a primeira vez que o vi no cinema, mas ok.)

Houve demasiados extremismos.
Há a teoria que nos outro filmes, as coisas eram fantásticas, mas plausíveis.
Aqui roça demasiado o pouco plausível.
Não concordo inteiramente, mas acedo que seja possível.

O pormenor que me ficou na retina foi um que já vinha dos outros.
Os mecanismos.
As entradas elaboradas, onde se tem que puxar isto ou aquilo e saiem roldanas não sei de onde e contrapesos e tudo mais.
Aquilo é giro e extremamente inventivo.
A minha questão passa por: Se aquilo dá uma trabalheira do caraças a abrir, apesar de ser lógico, como é que aquilo depois se fecha?!
Se a abrir destroiem-se coisas e mudam-se calhaus gigantestos de sítio, como é que depois se volta a meter tudo no lugar? É que há coisas que não são supostas de serem fechadas outra vez, mas há outras que são. Como é que isso funciona?
Intrigou-me.

Depois há o facto de que certas coisas só são magnéticas quando interessa e com vários níveis de magnetismo. Ou ainda o teor do enredo, que já não roça só o fantástico, roça demasiado a ficção científica.

É um filme do Indiana Jones.
Por muito mau que seja, não deixa de continuar a ter piada as músicas de perseguição, o chicote, o chapéu, as bocas e tudo mais.

28 Weeks Later

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Aqui há uns anos, quando se pensava que não havia mais nada para inventar neste género, quando se pensava que zombies já não eram assustadores, com o seu andar pesaroso, lá apareceu um «raio de luz».
Alex Garland e Danny Boyle reinventaram este tipo de filmes de terror, com zombies que não só se mexem, como são capazes de fazer tudo só para te comer!
Correm, saltam, arrombam qualquer tipo de barricada, neste até nadam(!), fazem tudo, mas tudo, para chegar a pessoas não infectadas.
Se teres bichos horrendos a lentamente virem na tua direcção teve em tempos a sua quota parte de terror, tê-los a fazerem tudo por tudo para chegar a ti é absolutamente assustador!

O filme que trouxe esta novidade foi o 28 Days Later.
Este 28 Weeks Later é a sequela.

Depois dum surto de um vírus, criado pelo homem, que assolou Inglaterra, temos agora a reconstrução e a re-ocupação de Londres.
À partida, parecia ser seguro voltar.
Pelos vistos não.

Para quem gosta deste tipo de filmes, está muito bom.
E o Begbie... o Begbie é, sem margem para qualquer dúvida, o melhor zombie de todos os tempos! Até usa cartões de identificação para abrir portas e tudo!!

PS - Devia tornar-me zombie. Passam o tempo todo a correr e não se cansam. Seria uma óptima maneira de fazer exercício e perder peso. Eu querer sempre comer, isso já tenho. Só me falta mesmo esta «genica» para queimar todas as calorias extra de andar a comer pessoas aleatórias, não infectadas.

quinta-feira, junho 05, 2008

Forgetting Sarah Marshall

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Foi uma pequena desilusão, este filme.
Estava iludido que era uma crição do Apatow e afinal só produziu.

A história é um bocado estranha. Esperava-se uma comédia mas tem mais momentos dramáticos do que propriamente cómicos. A temática também não é muito agradável. A rejeição e o lidar com isso. Ter que lidar com a mulher que te parte o coração. Não é nada fácil. Esperava mais. Esperava outra coisa, só isso.

Não esperava, de todo, ter que ver demasiadas vezes o pénis do Jason Segel.
Isso não esperava, não!

Mais uma das muitas ilusões na vida.
Infelizmente é daqueles em que vês o trailer e vês o filme todo.

segunda-feira, maio 26, 2008

Hotel Chevalier + The Darjeeling Limited

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Era para começar com uma pequena verborreia, proclamando o meu incondicional amor pelo Bill Murray e como irei sempre venerar tanto o Wes Anderson como os irmãos Wilson por terem trazido de volta este cavalheiro.
(Há muita gente por aí que pensa que foi a Sofia Coppola com o Lost in Translation mas não, essas pessoas estão redondamente enganadas. Foi este trio com o Rushmore, lamento.)
Não o irei fazer porque o Bill mal aparece no filme.

Vou, em vez disso, dizer que este Darjeeling é diferente dos outros filmes de Wes e Co., e por isso mesmo, não tão bom. Para começar, este tem demasiado o dedo de Jason Schwartzman e nada de bom pode advir daí. Ao contrário dos outros, este não tem a escrita de Owen Wilson e não conta também com a participação do irmão Luke.
Perdas de peso, em meu entender.
Conta com um belo trio de «irmão da penca» mas isso não é de todo o suficiente.

















A cena dos filmes do Wes é o ambiente, «colado» pelos fabulosos personagens criados.
As passagens em câmara lenta misturado com o ridículo de algumas situações/personagens tornam estes filmes muito bons. Na minha modesta opinião, claro.
O ambiente está cá.
O facto de que passa-se na Índia ajuda em muito.
Só que... falta-lhe qualquer coisa.
Uns diálogos.
Umas situações.
Um qualquer envolvimento.
Não sei.

É giro o filme.
Só que não é tão bom como qualquer um dos outros.

A curta não traz grande coisa à história mas valerá para os fãs da Natalie Portman (não é o meu caso, embora haja para aí gente que ache que sim!) para a poderem ver como até agora não foi vista...

...pelo menos em filmes!

sexta-feira, maio 23, 2008

Iron Man

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Ir ao cinema à meia-noite. Uma experiência pela qual não passava há algum tempo.
Bastava um certo «cavalheiro» não ter sido ansioso e ter ido ver este filme logo à partida e teria sido uma reedição de velhos tempos, com um final idoso e tudo.

Tinha dois receios.
Um, que não o visse no cinema, como tem vindo a acontecer com demasiados blockbusters, nos últimos tempos.
Dois, que o filme não fosse nada de especial.

Havia alguns factores que validavam o segundo.
-O filme era realizado pelo Favreau, o que não fazia antever nada de bom.
-Era uma história sobre o Iron Man que, a meu ver, não seria um personagem fácil de adaptar para cinema.
-A Marvel anda a fazer um bocado filmes a metro.

-Kudos para Favreau. O rapaz safou-se muito bem e trouxe um muito bem vindo toque de humor, interpretado na perfeição pelo eternamente playboy/drogado/bêbado/problem-child-actor Robert Downey Jr..
-A nível de efeitos, o Iron Man está genial. E o alter-ego de Stark está bem a salvo nas mãos do Bob.
-Pelos vistos, a Marvel finalmente está a mudar a sua estratégia. Evitando fazer coisas soltas de fácil produção (Elektra, Daredevil ou Punisher), Avi e os seus amiguinhos parecem começar agora a querer criar o verdadeiro universo Marvel.
Isto, pelo menos, a julgar pelos 15 segundos finais do filme.
Não, não falo da parte antes dos créditos, mas sim dum teaser mesmo depois dos créditos.
(Aqui tenho que agradecer alguns avisos que apanhei por aí, uns mais reveladores do que outros!)

O filme não é perfeito e está longe de ser o melhor filme de super-heróis de sempre (como certos panascas por aí apelavam), mas superou claramente as minhas expectativas.

Só tenho pena de que a música dos Sabbath não tenha tocado de 5 em 5 minutos.
Que belo início de música.

na
na
na-na-na
na-na-na-nana
na-na
na
na

domingo, maio 18, 2008

Sessão Dupla: Planet Terror & Death Proof

Sítio Oficial

Eu disse que ia começar a ver filmes decentes outra vez!

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É um bom filme bandeiroso de zombies.
Contudo, houve um detalhezito que me fez confusão.

Antes que haja dúvidas, aviso que gostei do filme.
Apercebi-me porque é que aponto sempre os defeitos dos filmes em vez de maior parte das coisas boas. Faço isto em defesa do leitor. Não me vou pôr a dizer demasiado bem de um filme, nem a falar unicamente dos bons detalhes, porque isso irá sempre aumentar as expectativas.
É verdade!
Os bons pormenores devem ser discutidos pessoalmente, com quem já viu o filme.
Um bom detalhe tem sempre um bom impacto, desde que não o saibas de antemão.
Um mau detalhe poderia passar em claro e não incomodar, é possível, mas à partida já seria algo que se iria reparar e criaria um certo comichão, invariavelmente.

A minha imbirração aqui passa pelo tamanho do Freddy Rodríguez.
O gajo é demasiado minorca para fazer de killing machine militar.
Será que foi escolhido especificamente por causa da cena ridícula da mini-mota?

Dois pequenos detalhes:
-A ver este filme, que seja com mais pessoal. Não deixa de ser um filme para se ver só por si, mas deve ganhar muito mais vendo com aquela pandilha porreira das bocas.
-Não estar a comer, seja o que for, enquanto se vê este filme...

PS - Será que há alguém que não tenha ficado desejoso que façam o filme do Machete?!?!


IMDb

O filme parece meio partido.
Chegas ali a meio e não percebes muito bem onde é que o Quentin está a ir.
Só que depois...

...depois!...

Depois tens ALTA perseguição de carros, com uma gaja... peço desculpa, uma SENHORA gaja, montada no capô de um dos carros!!!!!!!!!!!!

muito

muito

muito

muito

muito

(siiiiiiiiiiiim, isto é necessário!)

muito

BOM

Contrastas isso com o lap dance da primeira metade e o filme é uma montanha russa de emoções.

Para rematar, temos a banda sonora que SÓ é grande cena.
A sério.
Deixavam-me ter acesso a um décimo da biblioteca musical deste geek dos geeks e seria um homem muito feliz.

Irrita gostar tanto destes filmes.
E adorava... ADORAVA poder ver a dose Grindhouse num drive-in.
Isso é que era!

quarta-feira, abril 23, 2008

The Number 23

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Tinha que haver um motivo para o Jim Carrey fazer este filme.
O cavalheiro estava na senda do Óscar.
Está fadado a não ganhar. Mais um assim. Mas não deixava de estar na senda.
De repente decidiu meter-se neste buraco.
Porquê?

Lá fiz contas.
O filme é do Joel Schumacher.
Este não é o primeiro filme que os dois fazem.
Temos o Batman Forever!
Ah, ok.
Apesar de tudo, foi este filme que fez o Jim subir ao patamar dos blockbusters.
Já faz mais sentido.

Em relação à história.
Sinceramente, preferia que tivessem deixado isto com o truque do misticismo.
Não se sabia como é que o livro tinha ido parar às mãos do Jim. O gajo enlouquecia à custa disso, só que depois lá se descobria que a insanidade tinha um objectivo.
Tiveram que explicar tudo, dando um twist racional final à coisa.
Não foi bom.
Até porque o cão não foi explicado.
O cão ajuda a despoletar o enredo mas não esteve no desenlace lógico.
É só mais uma peça numa história meio mal contada, que não tem grande interesse.

Eventualmente tenho que começar a ver filmes decentes.

CURIOSIDADE: Vi este filme no dia 23 e só dei por isso agora. E esta, hein?

terça-feira, abril 22, 2008

Wild Hogs

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Quatro velhos, numa crise de meia idade, fazem-se à estrada à procura de aventura e algo que os faça esquecer a monotonia de vida nos subúrbios.

Seria de esperar algum humor nas interpretações de veteranos como Tim Allen, John Travolta, Martin Lawrence e William H. Macy.

meh

O Tim não faz nada de especial. O John está histericamente ridículo. O Martin não trouxe nada de novo para a mesa. E o Bill... é o geek de sempre.

De resto, um pouco de slapstick humor e umas piadas clichés.
Maus da fita reles e uma banda sonora que vai desde Foghat até Bon Jovi.
Acho que esta será a descrição deste filme.

segunda-feira, abril 21, 2008

You Kill Me

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Excelente início.

Ben Kingsley é um assassíno duma família mafiosa polaca, na cidade de Buffalo.
É pedido ao ex-Ghandy para matar uns elementos da vertente mafiosa italiana, antes que estes façam um negócio com os chineses para se apoderarem duma parte do negócio na cidade, eliminando assim os polacos. Ben, bêbado, adormece no carro antes que possa cumprir a sua tarefa.
Como tal, a sua «família» faz uma intervenção, para que Ben possa curar o vício.

Estranhamente, isto não é uma comédia!

The Nanny Diaries

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Scarlett Johansson como ama seca.
Se isto não é um enredo perfeito para um filme uma pouco mais... adulto!, então não sei o que é.

Uma espécie de Mary Poppins misturado com Bridget Jones' Diary.
E sendo que, naturalmente, o enredo não poderia distar mais do género acima mencionado, este filme é algo... Tem uns detalhes interessantes - especialmente dois - mas falta-lhe sempre algum objectivo e o personagem de Scarlett tende a ferir o sentido gustativo cinematográfico do espectador.

A única conclusão que se pode tirar é que ter a Scarlett como ama seca seria o tormento para qualquer jovem. Ter a mulher mais bela que alguma vez poderás conhecer, no teu quarto, em tão tenra idade... chegar aqui tão cedo... demasiado cedo... é uma vida que fica automaticamente destruída.

Coitado do puto.

domingo, abril 20, 2008

I Could Never Be Your Woman

IMDb

No meio de um rol infindável de filmes que tenho para ver, este foi claramente a melhor opção.
Mais que não seja pelo título optimista.

Comédia romântica pejada de clichés.
Michelle Pfeiffer é uma produtora de 40 anos(!!), de uma série de televisão. Contrata Paul Rudd, de 29(!!!), para um pequeno papel num episódio e acaba por apaixonar-se. O problema é a diferença de idades.

Eles estão em LA!
Desde quando é que isto é um problema?!?!

Curiosidades deste filme:
- demasiados britânicos envolvidos
- o Jon Lovitz aparece (ainda há dias falei neste gajo) como ex-marido da Michelle!!!!!!!!!!!!!!!
- a Tracey Ullman também (mencionada na mesma dose de conversa!) e o papel dela até está engraçado. Faz de Mãe Natureza, personagem com quem Michelle tem algumas conversas, a nível de evolução do homem e problemas com a idade

sábado, abril 05, 2008

Justice League: The New Frontier

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Parece-me uma introdução a um universo, por forma a poderem lançar mais filmes, neste moldes. Ou seja, a Marvel tem a sua linha de filmes dentro de uma espécie de universo Ultimate, a DC saiu-se agora com este.

A acção passa-se na década de 50. Existe muita tensão depois da guerra e o povo desconfia seriamente de criaturas com poderes extraordinários. Personagens como o Superman ou o Batman ainda são demasiado suspeitos e são considerados tudo menos heróis. O governo americano está, inclusivamente, a tentar capturar alguns, como o Flash, para estudo e para tentar evitar a prática de vigilantes. Todos os heróis estão dispersos e maior parte a agir às escondidas. Até que surge uma ameaça planetária, que os junta a todos. Não há grande objectivo nem motivo para esta ameaça. O importante é juntar todos os heróis e fazer as pessoas acreditaram neles.

Este filme é demasiado introdutório. Talvez ainda dê para sair daqui alguma coisa interessante, mas é cedo para deduzir grande coisa.

Meet The Robinsons

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O problema com histórias de viagens no tempo é sempre o mesmo.
Se um mau da fita volta para o passado para tornar-se rico com uma qualquer invenção, ou conhecimento do futuro, e altera completamente o futuro, então nunca vai ter a necessidade ou a capacidade para voltar atrás no tempo para alterar as coisas. Assim sendo, visto que o futuro não existe, não é possível alterar o passado. Só que assim, então não houve alteração nem no passado nem, consequentemente, no futuro!...

Hoje é sábado.
Porque é que estou a pensar tanto?!

Bee Movie

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Honestamente, este filme é um bocado estúpido demais para o meu gosto.

A história é demasiado ridícula e, tirando um ou dois histerismos, o Seinfeld não teve muita piada.