Sábado, Novembro 14, 2009

Sleuth (1972)

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Não conhecia este filme. Vim a saber dele através do remake, onde Caine interpreta o papel de Olivier e Jude Law interpreta o de Caine. Depois disso descobri que o original de '72 (posso chamar-lhe original mesmo sendo baseado numa peça de teatro?) é um dos melhores 250 filmes de sempre, segundo esta lista do imdb. Posição 209, para ser mais exacto.

Olivier é o marido traído. Caine é o amante. O último vai a casa do primeiro, para esclarecer as coisas, e dizer que quer a esposa para ele. Olivier não se fica e joga um «jogo» com Caine. Os dois homens são muito parecidos e inteligentes. «Degladiam-se» com estes jogos, em busca de o quê? Honra? Vingança? A partir de certa altura, já não tem nada a ver com uma mulher.

Impressionante como o filme é todo feito com dois actores apenas. Isto em duas horas e tal! Faz sentido numa peça de teatro, claro. Mas no teatro ainda vemos destas coisas, hoje em dia. Filmes destes já nem por isso. A não ser remakes, claro. Excelentes interpretações de dois consagrados. Acho que foi o primeiro de Olivier que vi, no entanto.

The Lucky Ones (2008)

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Três soldados destacados no Iraque magoam-se e recebem licença durante 30 dias. Como não conseguem voo para voltar a casa, a partir de Nova Iorque, alugam um carro e fazem o caminho todos juntos. A ideia de voltar é perfeita. Os três sonham com voltar de vez. Só que as coisas já não são como eram, antes de partir. Será que são os sortudos?

Depois desta horrível introdução, foquemo-nos na parte verdadeiramente importante: durante boa parte deste filme, estive loucamente apaixonado pela Rachel McAdams. Isto não é bom. Isto perturba-me. Ela é muito gira. Muito querida. E, neste filme, para além de dar porrada nuns putos universitários irritantes, ainda arranja umas prostitutas para darem uma borla a um dos colegas, que está com problemas em meter o dito erecto. Perfeita, não? Só que ela é demasiado americana. Demasiado bonitinha. Neste filme, demasiado sulista e, pior ainda, religiosa. Se bem que é aquele religioso que arranja meretrizes para resolver problemas. Estive apaixonado durante boa parte. Ela perdeu-me no final, com uns maus ângulos e o cabelo apanhado. Talvez noutra vida, Rachel, talvez noutra vida.

Duplicity (2009)

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Curioso como com tantos anos de carreira, a Julia Roberts finalmente meteu-se num padrão. Faz filmes de espionagem e tem alguém com quem contracena com regularidade. Ok, talvez regularidade seja um exagero. Foram só dois filmes com o Clive Owen. Do Clive Owen apercebi-me neste filme que a grande vantagem do rapaz é aquela voz. Porque de físico nem impressiona muito. Nalgumas cenas aparece de fato e pareceu bastante... quase franzino. Muito magro, mesmo.

Do filme em si, pode dizer-se que é um filme engraçado, bastante inteligente, bem realizado, a nível de desenrolar de história. Julia e Clive são dois espiões que se encontram. Apaixonam-se e começam a encontrar-se, de vez em quando. Inicialmente de lados opostos, depois como namorados, de certa forma. Formulam um plano para tentar arranjar dinheiro, muito dinheiro, para poderem sair do «negócio» e viveram juntos. Metem-se num esquema de espionagem industrial entre empresas rivais. Muito bem idealizado, tanto o plano como o enredo. Filme interessante, com um óptimo elenco de suporte (será que posso dizer isto em português?).

A cena inicial, com o Giamatti e o Wilkinson à porrada, à chuva, em câmara lenta, muito boa!

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Up (2009)

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Bastou voltarem a fazer filmes com histórias carinhosas e voltaram-se a fazer bons filmes de animação. SQUIRREL

Em Up, um velho cumpre a promessa à recém falecida esposa. Viver numas montanhas, no meio da selva, algures na América do Sul. Presume-se Amazónia. O casal ficou amigo aquando miúdos, tendo em comum o desejo de aventura. Ambos tinham como herói um explorador da altura. SQUIRREL Casaram e viveram juntos, felizes, numa colorida casa onde se conheceram. Depois da esposa falecer, o velho arranjou uma data de balões e para cima foi, para o céu, a caminho de cumprir a sua promessa. SQUIRREL

No meio disto tudo, adoro os cães. Eu gosto sempre dum qualquer personagem secundário, nestas coisas. SQUIRREL Regra geral são os estúpidos/engraçados. Foi assim com a barata no WALL·E; o porquinho-da-índia no Bolt; a Ellen Degeneres no Finding Nemo; o Timon e Pumbaa no Rei Leão... SQUIRREL bem, esses toda a gente preferiu. Aqui são os cães. Então a cena inicial, onde aparecem o Alpha, o Gamma e o Beta, com o Alpha com uma voz ridícula... hilariante!

SQUIRREL!

Domingo, Novembro 08, 2009

In the Loop (2009)

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Uma comédia engraçada e inteligente sobre as idiotices possíveis na política. Os idiotas. As perdas de tempo. As alianças que duram até deixarem de ser profícuas. O ter que beijar o c# a perfeitos idiotas, só porque estão no poder. O tento e a falta dele, na língua. A diferença em estatutos. Ao que se dá importância e não devia dar. A infelicidade de não saber estar calado, quando não se sabe o que dizer. Percepções diferentes. Etc. Girito, sem levar a lado nenhum. Acho que é esse o objectivo.

The Brave One (2007)

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Jodie Foster e Sayid (o noivo) vão passear o cão à noite, para Central Park. Um gangue de putos idiotas espanca-os, matando o Sayid. Ao que parece, a vida fora da ilha, na floresta que é Nova Iorque, amoleceu-o. Não sabendo como lidar com o traumático episódio (e não, não estou a falar do final da última série), Jodie compra uma arma e começa, ao início de forma acidental, a matar malandros. Portanto, a Jodie Foster torna-se... no PUNISHER!?!?! Não, ela apesar de tudo fala e interage com outras pessoas de forma normal. Tem um trabalho e não faz a coisa em massa. Não dorme, sai à noite. Se os palermas se meterem com ela... Tem alguns momentos enfadonhos, mas a história está bem contada. Gostei das cenas entre Jodie e o Terrence Howard.

The Heartbreak Kid (2007)

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Que raios! Tinha aqui um filme dos Farrelly e não sabia!? Ainda por cima já tem algum tempo. Quer dizer, talvez seja por ter o Stiller. Talvez tenha sido isso que me fez esquecer. E não é que o filme seja brilhante. É giro. É Farrelly, o que valerá só por si. Mas dois anos?! Estranho.

Adoro os filmes destes gajos também porque metem as mulheres a serem ordinárias, que é como quem diz, a serem elas mesmas. Nada de mariquices. Bora dizer brejeirices, beber, fumar, f#$%& e fazer todas as coisas que os homens fazem. Claro que metê-las como (as) loucas (que são) talvez não os ajude a ter muitas fãs, mas eu acho piada a isso também.
Adorei ver a Malin Akerman completamente insana. É sempre um prazer ver a Michelle Monaghan. E sim, tem piada ver o Ben Stiller com o Jerry Stiller. (Também só descobri que o pai do Costanza era pai do Ben há pouco tempo.)

COCK ME! COCK ME!!

Sábado, Novembro 07, 2009

The Bank Job (2008)

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O enredo passa-se no início dos anos 70 e é baseada em factos verídicos.
Segundo este filme, um conjunto de marialvas roubou uma data daquelas caixas depósito de um banco. Nelas, para além de dinheiro e jóias, encontraram fotografias e documentos incriminatórios, não só da gandulagem da zona, como ainda de pessoas em altos cargos na polícia e no governo. Foram ajudados por agentes secretos da MI5 (sem saberem), numa tentativa de recuperar fotografias de cariz sexual duma princesa britânica. As fotos eram usadas por um gandulo lixado, como forma de chantagem, para evitar ser preso.

O que achei bonito aqui foi quando o chefe da pandilha que ia assaltar o banco (aqui interpretado pelo nosso amigo Jason), levou a esposa a jantar, explicou-lhe que ia estar ausente durante uns tempos e que não podia dizer-lhe onde estaria. Já não se vêem cavalheiro destes. Hoje em dia, não só não dizia nada à mulher, como ainda lhe mandava uns tabefes antes de ir. Eram outros tempos!

The Game Plan (2007)

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Não era bem o que tencionava ver. Pensava que seria mais um do Dwayne sobre futebol americano. Afinal é um filme simpático da Disney, sobre uma estrela de futebol americano, cheio de manias e peneirento, daqueles que pensa que é o maior do mundo mas não ganhou nada que o comprove. Às tantas aparece-lhe a filha que não sabia que tinha, em casa, e de durão egoísta passa para papá carinhoso que passa a bola, de vez em quando. Só não é muito credível porque o Dwayne é um gajo demasiado simpático e, mesmo na fase inicial, não é assim tão irritante, pelo que a passagem que ocorre no filme, não é assim tão inverosível.

E a Rosalyn Sanchez... bem!... quando se mete a falar espanhol... madre de diós!...

Pride and Glory (2008)

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Um grande elenco para um filme nada de especial.
O enredo é básico: família de polícias; pai ex, dois filhos e um cunhado. O cunhado é corrupto. Um dos filhos descobre. Os outros suspeitam. Um «gangue» de polícias corruptos na esquadra do outro filho, o mais velho. Mete família, corrupção, drogas, violência, certo e errado. Mais do mesmo. Vê-se bem.

Colocou-se uma questão pertinente, na minha cabeça, a certa altura.
Estamos mais que habituados à cena de polícias usarem o esquema de ameaçar prender um peixe pequeno, para tentar sacar informação sobre um peixe graúdo. Assim que sacam a informação, deixam o peixe pequeno em liberdade. A coisa é tão recorrente, que tornou-se banal. Eles aqui tentaram mostrar o contraste dos polícias. O corrupto ameaça queimar a cara a um bebé, em plena casa dum mitra, à frente da família deste, no Natal, se o mitra não lhe disser onde está o patrão, para que o polícia corrupto o possa matar. Do outro lado, o «bom» polícia fala com um janadeco. Se não lhe disser o que sabe, vai deitar a droga fora e prendê-lo. Nenhuma das situações é correcta! E se o janadeco, no dia a seguir, roubar e matar uma velhota para ter dinheiro para droga. É um mal menor, porque o peixe graúdo foi preso e é menos um dealer nas ruas? Esta cena deixou-me a pensar. O que é errado. Porque é sábado. E eu não gosto de pensar aos sábados!

Angels & Demons (2009)

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Não li o livro. Li o Código, para ver qual era a pancada. Percebi. Um livro do Dan Brown lê-se num instante. Não dá para largar. Está tudo ligado e é acção, mistério e intriga, do princípio ao fim. Não tive paciência de ler este Anjos. Não sei se vou ler o Símbolo. Talvez, se mo emprestarem.

O que posso dizer dos filmes é que assemelham-se aos livros. Ainda mal conhecemos os personagens e já estão a percorrer meio mundo, no meio de pistas encobertas em mistérios, atrás dum malandro desconhecido que quer fazer uma malandrice qualquer. Claro que sempre com discursos ridículos, a «explicarem» as coisas uns aos outros, coisas que ou não seriam explicadas ou que toda a gente deveria saber. O objectivo aqui é explicar ao público, naturalmente. Só que com tanto para explicar, às tantas a coisa torna-se ridícula e lembra-me sempre a cena do Aeroplano:
- Oh my God! The Sun!
- What is it?
- It's a star in the middle of our solar system, but that's not important right now.
(Não, as falas não serão bem assim. É só para dar uma ideia, nada mais.)

Não consigo comentar muito mais sem revelar partes que não devem ser assim reveladas. Queria comentar um personagem em particular e dizer que não gostei dele, que achei-o cheio de falhas claras e graves. Que achei muito ridículas algumas partes do final. Mas lá está, é o final. E o final não deve ser discutido.

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

Outsourced (2006)

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O... err... não faço ideia do nome dele! Chamemos-lhe Carlos.
O Carlos trabalha numa qualquer empresa que tem um call center. Esse call center é passado para a Índia. Ah sim, o Carlos é americano e trabalha numa empresa norte-americana. Se quer manter o emprego, o Carlos tem que ir gerir a equipa do call center na Índia. Entram todos os clichés possíveis. Reclama por tudo e por nada. Fica doente com a água. É um enjoadinho do pior que só quer é ir para casa. Tem um quarto brutal, com uma vista muito fixe mas fica fixado no quadro da deusa Kali, que tem na parede. Tudo é horrível. Tudo é mau. Os americanos é que sabem. «Só quero é ir para casa.» Até que acorda para a vida.

Filme muito simpático. Com umas imagens giras da Índia. Sim, é daquelas coisas que se vê e dá vontade de visitar. Quem quer ir visitar a Índia? Não precisa de ser tudo, que aquilo ainda é grandito. Dizem. Visitar um bocadinho, só. Pode ser?

Domingo, Novembro 01, 2009

The Goods: Live Hard, Sell Hard (2009)

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Perdi a conta à quantidade de actores cómicos que este filme tem. Até os listava, mas depois tinha que linkar tudo e dava muito trabalho. Jeremy Piven é um vendedor de carros for hire. Contratam-no para um fim-de-semana e a sua equipa vende tudo e mais alguma coisa, de todas as formas possíveis e imagináveis.

Deixo-vos com dois belos discursos. O primeiro é um desabafo ridículo, o outro é uma estratégia de venda.

- I'm 42 years old, and I ain't never, ever made love to a woman.
- You're a virgin?
- Hell, no. No, I've been with hundreds of women, maybe thousands. I just ain't never really ever made love to a woman. You know, I've done three ways, four ways, ménage à trois, ménage cinq, six. I've 69ed, 89ed, 114ed. Golden, diamond and platinum showers. I like that. I mean, I've ripped shit up. Done all that. But I ain't never, ever made love to a woman.

--//--

- Okay, here's the deal, Gary. I know the stereotype. I'm a woman, got a luscious body, provocative clothes. I'm gonna use sex to sell cars.
- You know what's gonna sell this car? Price, nothing else.
- I mean, I like men. I like men a lot. I can't believe I'm doing this. Do you know what I love? I love women. I mean, I'm talking me, an Asian chick, and a schoolteacher in a shower. Get all soapy together and so wet.
- And you know what? Maybe like a construction lady comes in, like, you know, like I can't even tell if she's hot or not. But then she says, «Looks like I could do some work here.» And she takes off her hat. And then you guys come over and all three of you undress her. I'm next door. Yeah, 'cause I'm the superintendent, and I'm working on like paperwork, like doing people's checks, I'm like... «What is that noise? There's not supposed to be anybody next door. Hey, who's in there?» And I just hear, «Oh, oh.» I listen by the door for a while, then I open it up, I'm like, «Hello?»
- Like, «I'm so scared. Who is it? Who is that man? Hey, you're not supposed to be in here.»
- Can I give you something to say? Say this, say, say, «Hey, I knew something was missing in this apartment, a big cock.»
- «I knew something was missing in this apartment, a big cock.»
- And we're fucking, and then someone else goes, «Oh, yeah...»
- Fuck. I just thought of something, man.
- What?
- How the fuck are you gonna get there?
- I'm right next door, remember? I'm just gonna walk over.
- No, man, this is miles and miles away, man. You got to get there soon!
- I'm, like, managing a bunch of properties?
- Yes! How are you... It's across town. How are you gonna get there?
- I don't know. I don't have a car. I gotta get a bus...
- No, man, you got to fucking take this car.
- Yes. I am gonna buy this car. It's a good car, right?
- No.
- I don't give a shit. I'll fucking push...
- Go see the dudes in the back! Run, man! Run!
- I'm gonna go buy this car.

Que raios é um «platinum shower»?

Brüno (2009)

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Não percebo como é que ele não se desbronca a rir, ao dizer certas coisas.
Não percebo como é que não levou porrada muito mais vezes.
Não percebo como é que arranja tantas permissões para filmar em tanto lado.
Até percebo que arranje gajos para fazer coisas perfeitamente absurdas, porque o que não falta para aí é pessoal a querer ficar famoso, seja de que forma for.

Acho que gostava mais do conceito do Brüno quando se metia a gozar com o pessoal da moda. Não que tenha nada contra gozar com sulistas homofóbicos. Será que eles dizem mesmo aquelas coisas? O Brüno às tantas quer ser heterosexual. Vai a uns «gay converters» ou «straight converters» ou lá como se chamavam aqueles idiotas. E os palermas dizem as coisas mais absurdas... será que não têm noção do ridículo. Não, não pode ser. Há coisas que não podem ser verdadeiras. Têm que ser encenadas. Não pode.

Four Christmases (2008)

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Continuo sem perceber como é que alguém poderá ter paciência para aturar o Vince Vaughn. Já nem é uma questão de não se calar, chega a não dizer nada, só para poder falar, só para ser sempre ele a falar.
O filme em si... decidi começar a ver filmes de Natal, a começar a preparar a época. Se eles podem andar por aí a meter enfeites na rua, eu posso começar a ver filmes alusivos. Não gostei da combinação Reese/Vince. Não acho que tenha funcionado bem. Há o contraste engraçado dele alto e ela baixa, mas não senti química e, maior parte das vezes, era mais o Vince a falar por cima de Reese e a ser histérico.
Tem uns momentos engraçados. Goza bem com os clichés dos dramas familiares deste período.
Vê-se.

Sábado, Outubro 31, 2009

Australia (2008)

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No meio desta salganhada toda dava para tirar três filmes. A história da mulher que toma conta do negócio do marido. O papel da Autrália na II Guerra Mundial. A maneira como o governo lidou com os putos mestiços.
Claro que seriam filmes fracos, qualquer um deles, logo teve que se enfiar tudo no mesmo.
Sei de quem gostará deste Autrália. Os e as fãs do Jackman poderão sempre ver o cavalheiro em tronco nu, todo molhado. E ver Kidman a cavalgar será um regresso ao Far and Away, com a havaiana a fazer de britânica, sempre atrás de um qualquer bonzão com sotaque.