segunda-feira, abril 20, 2020

Bloodshot


Houve aqui um esforço para tentar contar uma história original.

Tudo começa com os clichês do costume. Um militar é ressuscitado graças a um projecto ultra-secreto, que o torna uma máquina quiçá invencível/imortal. O militar acorda sem memória de quem era, mas cedo começa a lembrar-se de como alguém matou-o a ele e à esposa, que amava muito, mas mesmo muito. Tanto, aliás, que o militar usa as novas abilidades para caçar e matar o assassino.

Até aqui tudo relativamente banal. Entra então a «novidade»: é tudo mentira. O militar tem efectivamente novas habilidades, mas a história de como morreu, como ele e a mulher foram mortos, é tudo treta. O cientista usa-o como o seu assassino profissional, para despachar os seus inimigos e do projecto.

Repetindo-me: até aqui... OK, aceitável. Só que... Para engendrar o homicídio destes inimigos, o cientista e demais equipa têm de apagar as memórias do militar após cada homicídio. Depois têm de fazer sempre o mesmo cenário, dizendo as mesmas coisas, só para que o militar se convença a fazer o que o cientista quer que faça.

É estúpido. Muito estúpido. É o que estou a tentar transmitir... e a falhar miseravelmente. Tanto quanto as pessoas que tentaram contar esta história mal parida.

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