quarta-feira, abril 23, 2008

The Number 23

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Tinha que haver um motivo para o Jim Carrey fazer este filme.
O cavalheiro estava na senda do Óscar.
Está fadado a não ganhar. Mais um assim. Mas não deixava de estar na senda.
De repente decidiu meter-se neste buraco.
Porquê?

Lá fiz contas.
O filme é do Joel Schumacher.
Este não é o primeiro filme que os dois fazem.
Temos o Batman Forever!
Ah, ok.
Apesar de tudo, foi este filme que fez o Jim subir ao patamar dos blockbusters.
Já faz mais sentido.

Em relação à história.
Sinceramente, preferia que tivessem deixado isto com o truque do misticismo.
Não se sabia como é que o livro tinha ido parar às mãos do Jim. O gajo enlouquecia à custa disso, só que depois lá se descobria que a insanidade tinha um objectivo.
Tiveram que explicar tudo, dando um twist racional final à coisa.
Não foi bom.
Até porque o cão não foi explicado.
O cão ajuda a despoletar o enredo mas não esteve no desenlace lógico.
É só mais uma peça numa história meio mal contada, que não tem grande interesse.

Eventualmente tenho que começar a ver filmes decentes.

CURIOSIDADE: Vi este filme no dia 23 e só dei por isso agora. E esta, hein?

terça-feira, abril 22, 2008

Wild Hogs

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Quatro velhos, numa crise de meia idade, fazem-se à estrada à procura de aventura e algo que os faça esquecer a monotonia de vida nos subúrbios.

Seria de esperar algum humor nas interpretações de veteranos como Tim Allen, John Travolta, Martin Lawrence e William H. Macy.

meh

O Tim não faz nada de especial. O John está histericamente ridículo. O Martin não trouxe nada de novo para a mesa. E o Bill... é o geek de sempre.

De resto, um pouco de slapstick humor e umas piadas clichés.
Maus da fita reles e uma banda sonora que vai desde Foghat até Bon Jovi.
Acho que esta será a descrição deste filme.

segunda-feira, abril 21, 2008

You Kill Me

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Excelente início.

Ben Kingsley é um assassíno duma família mafiosa polaca, na cidade de Buffalo.
É pedido ao ex-Ghandy para matar uns elementos da vertente mafiosa italiana, antes que estes façam um negócio com os chineses para se apoderarem duma parte do negócio na cidade, eliminando assim os polacos. Ben, bêbado, adormece no carro antes que possa cumprir a sua tarefa.
Como tal, a sua «família» faz uma intervenção, para que Ben possa curar o vício.

Estranhamente, isto não é uma comédia!

The Nanny Diaries

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Scarlett Johansson como ama seca.
Se isto não é um enredo perfeito para um filme uma pouco mais... adulto!, então não sei o que é.

Uma espécie de Mary Poppins misturado com Bridget Jones' Diary.
E sendo que, naturalmente, o enredo não poderia distar mais do género acima mencionado, este filme é algo... Tem uns detalhes interessantes - especialmente dois - mas falta-lhe sempre algum objectivo e o personagem de Scarlett tende a ferir o sentido gustativo cinematográfico do espectador.

A única conclusão que se pode tirar é que ter a Scarlett como ama seca seria o tormento para qualquer jovem. Ter a mulher mais bela que alguma vez poderás conhecer, no teu quarto, em tão tenra idade... chegar aqui tão cedo... demasiado cedo... é uma vida que fica automaticamente destruída.

Coitado do puto.

domingo, abril 20, 2008

I Could Never Be Your Woman

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No meio de um rol infindável de filmes que tenho para ver, este foi claramente a melhor opção.
Mais que não seja pelo título optimista.

Comédia romântica pejada de clichés.
Michelle Pfeiffer é uma produtora de 40 anos(!!), de uma série de televisão. Contrata Paul Rudd, de 29(!!!), para um pequeno papel num episódio e acaba por apaixonar-se. O problema é a diferença de idades.

Eles estão em LA!
Desde quando é que isto é um problema?!?!

Curiosidades deste filme:
- demasiados britânicos envolvidos
- o Jon Lovitz aparece (ainda há dias falei neste gajo) como ex-marido da Michelle!!!!!!!!!!!!!!!
- a Tracey Ullman também (mencionada na mesma dose de conversa!) e o papel dela até está engraçado. Faz de Mãe Natureza, personagem com quem Michelle tem algumas conversas, a nível de evolução do homem e problemas com a idade

sábado, abril 05, 2008

Justice League: The New Frontier

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Parece-me uma introdução a um universo, por forma a poderem lançar mais filmes, neste moldes. Ou seja, a Marvel tem a sua linha de filmes dentro de uma espécie de universo Ultimate, a DC saiu-se agora com este.

A acção passa-se na década de 50. Existe muita tensão depois da guerra e o povo desconfia seriamente de criaturas com poderes extraordinários. Personagens como o Superman ou o Batman ainda são demasiado suspeitos e são considerados tudo menos heróis. O governo americano está, inclusivamente, a tentar capturar alguns, como o Flash, para estudo e para tentar evitar a prática de vigilantes. Todos os heróis estão dispersos e maior parte a agir às escondidas. Até que surge uma ameaça planetária, que os junta a todos. Não há grande objectivo nem motivo para esta ameaça. O importante é juntar todos os heróis e fazer as pessoas acreditaram neles.

Este filme é demasiado introdutório. Talvez ainda dê para sair daqui alguma coisa interessante, mas é cedo para deduzir grande coisa.

Meet The Robinsons

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O problema com histórias de viagens no tempo é sempre o mesmo.
Se um mau da fita volta para o passado para tornar-se rico com uma qualquer invenção, ou conhecimento do futuro, e altera completamente o futuro, então nunca vai ter a necessidade ou a capacidade para voltar atrás no tempo para alterar as coisas. Assim sendo, visto que o futuro não existe, não é possível alterar o passado. Só que assim, então não houve alteração nem no passado nem, consequentemente, no futuro!...

Hoje é sábado.
Porque é que estou a pensar tanto?!

Bee Movie

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Honestamente, este filme é um bocado estúpido demais para o meu gosto.

A história é demasiado ridícula e, tirando um ou dois histerismos, o Seinfeld não teve muita piada.

Surf's Up

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A história é básica. O underdog que quer ser alguém, que anda um bocado perdido no mundo porque o pai morreu quando era novo, e transferiu tudo isso para uma lenda do surf. Vai ao concurso mundial, a muito esforço. Apercebe-se que não tem hipótese e, quando está quase a desistir, encontra o mentor/ídolo/melhor amigo que fá-lo ver que não tem nada a ver com a competição e sim com o prazer de surfar e viver a vida.

Tudo o que se procura num filme de animação feel good.

Pontos a favor:
As vozes são excelentes escolhas.
Jeff Bridges como surfista ermita é uma excelente opção.
O Shia como puto irritante que quer lutar para ser alguém, faz todo o sentido.
E o Jon Heder como stoner desorientado... muito bom.

Uma última coisa que saltou à vista.
Há pormenores de... bem, chamemos-lhe realização. Há bons planos misturados com excelente animação, que dá uma sensação óptima de estarmos realmente em cima da prancha, no meio do tubo. Muito bem feito, mesmo.
Vale por isso.

segunda-feira, março 24, 2008

Juno

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5.º da Maratona dos Cinco

Deixei o melhor para o fim.

Admito que serei algo tendencioso a falar deste.
Acho que já gostava dele antes mesmo de ver o trailer.
O problema foi que não o fui logo ver. O problema é que isto foi parar aos Óscares e acabou por ser empolgado, sem necessidade nenhuma. Não que não mereça lá estar, simplesmente porque sou um egoísta do caraças nestas coisas e gosto de ter este tipo de filmes só para mim, não para as massas.

Não devia ter deixado tanto tempo passar. Não devia ter deixado tanta gente falar-me do filme.
Devia logo ter agarrado em alguém especial e ter ido ver um filme que poderia ser especial.

Geraram-se espectativas, o problema do costume.

Existem algumas coisas demasiado surrealistas, contudo.
A reacção dos pais não existe. Ninguém fica impávido e sereno com a revelação de que a filha está grávida. Mesmo que já o esperassem. Não há pai no mundo que não matasse o puto que lhe engravidasse a filha. E não há maneira de me convencerem que uma miúda como a Ellen Page alguma vez poderia apaixonar-se pelo Michael Cera. Especialmente no secundário.
Sem hipótese... impossível!

Para mais, enquanto via o filme, a vida meteu-se no meio.
Decidiu interromper-me o que parecia ser um óptimo serão, onde os meus ânimos se elevavam com uma bela peça cinematográfica, e mandar-me ao chão, atirando ainda um bocadinho de terra para os olhos e dando aquele pontapé no estômago, não para aleijar, só para perceber que não estava a imaginar a coisa.

É assim a vida.

domingo, março 23, 2008

Michael Clayton

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4.º da Maratona dos Cinco

Hmm!...
Uma surpresa.
Tinha este filme... não era em má consideração, mas esperava algo bastante secante.
Atenção, vejo-me facilmente a adormecer também a ver isto, mas não é a coisa mais horrível do mundo.

Não prima é pela novidade.
É mais uma história de advogados com consciência. Os clientes são uns vígaros e, num golpe de procura de absolvimento/vingança, o advogaddo chega-se à frente e queima os verdadeiros maus-da-fita. Se bem que o Clooney aqui nem é bem advogado.
Gosto deste twist ao conto.
Como as pessoas já não acreditam minimamente na bondade dos advogados, vamos torná-los em algo próximo da lei - porque é conveniente que saibam algo disso - mas não necessariamente advogados; vamos metê-los num escritório de advogados - porque convém haver a proximidade às empresas malévolas - mas que não tenham exactamente clientes e processo em tribunal, etc.

PS - O Clooney é o maior. Porque é que a Tilda Swinton é que ganhou um Óscar... isso é que já me passa ao lado.

There Will Be Blood

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3.º da Maratona dos Cinco

Este foi o que custou mais a ver, até agora.

Não percebi.
Juro que não percebi.
Não percebi o interesse na história.
Não percebi a necessidade de fazer este filme.
Não percebi as motivações do personagem.
Não percebi certas atitudes do Daniel Day-Lewis.
Não percebi porque é que certas personagens apareceram tanto e outras tão pouco.
Não percebi porque é que o PT Anderson decidiu fazer isto. Até o Punch-Drunk Love é melhor que isto.

É certo que não terei entrado com a melhor das disposições.
Não sou fã do Daniel, embora admita que o gajo aqui faz uma excelente interpretação.
Não percebi exactamente o personagem - como aliás já não tinha percebido no Gangs of New York - mas se calhar isso passa mais pelo escritor/realizador e não o actor, não sei.

Não percebi o fascínio pelo negócio do petróleo.

O Daniel é um homem do petróleo que está a tentar vingar no negócio, no virar do século passado. É um homem que fará tudo para chegar aos seus objectivos e, embora se considere um homem de família e respeitador dos outros, estamos a falar de TUDO mesmo. Daniel descobre um sítio com um enorme potencial e começa a subir na vida, ajudando a zona onde isto decorre a prosperar.

A partir daí... confesso que perdi-me.
O gajo ajuda a terriola, ficando rico com isso. Começa a dar-se mal com algumas pessoas mas mesmo isso não me parece muito bem explicado. As coisas começam a correr mal mas sem necessidade nenhuma.
Mesmo a banda sonora. Toda a banda sonora, desde o início, dá aquele ar de que algo vai correr mal, ou algo está a correr mal.
Há toda a sensação de impending doom mas nunca se percebe porquê, porque tudo está a correr relativamente bem.

Epá, não percebi.

No Country for Old Men

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2.º da Maratona dos Cinco

Curioso como é o segundo filme que vejo hoje, em que um(a) escocês(a) faz de pessoa de outra nacionalidade.

Eu não quero ser esta pessoa.
Eu não quero ser o gajo que vê defeitos em tudo.
Só que tenho uma coisa que também me fez confusão neste filme.
Não é muito grave. Não afectou a minha apreciação final.
Fez-me só confusão.

Josh Brolin é um texano normal. Veterano da guerra de Vietnam, Josh estava a caçar quando se deparou com um negócio de droga que correu mal. Josh ignora os narcóticos mas acaba por ficar com a mala com dinheiro. A partir daí, é uma perseguição ao homem com a mala, efectuada por um muito psicótico Javier Bardem, entre alguns outros.

O meu problema é que Josh, apesar de ter tido alguns lapsos, mostrou ser muito inteligente na forma como fugiu aos seus perseguidores. Mesmo a Javier.
Como é que um soldador, que vive num parque de roulotes, consegue ter este tipo de sangue frio, este tipo de controlo sobre o seu instinto de sobrevivência?!
Tudo bem, o cavalheiro teve treino militar e voltou da guerra sem grandes mazelas.
Mesmo assim!...

O filme é bom. Violento qb. Estranho que tenha ido parar aos Oscares, já que não reconheço o «estilo» desta cerimónia neste filme. Justifica-se pelo elenco e realização, naturalmente.

No final perderam-me um bocado, mas não deixa de ser um bom filme.

Atonement

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1.º da Maratona dos Cinco

Por nenhuma ordem especial, começamos por este.

Muito deprimente, diga-se de passagem.
Não foi tão secante como esperava. Algumas pessoas avisaram-me que poderia ter pouca tolerância para o ver, desconhecendo a minha capacidade para ver tudo e mais alguma coisa. Acabou por não custar assim tanto.

Tem alguns bons momentos e confesso que a certa altura fiquei a odiar a irmã mais nova, desejando que McAvoy lhe enfiasse um belo sopapo.
Tenho um pequeno problema com a narrativa.
A história não traz grandes novidades: Homem e mulher são afastados, numa primeira instância, pelas circunstâncias provocadas pela miúda ser uma completa idiota, e depois pela guerra. A história de um amor que nunca chegou a acontecer, misturado com um dos eventos mais significativos de sempre.
A maneira como se conta a história é o que torna este filme especial. Mesmo as representações não são nada de extraordinário. Há muitos mais momentos de pausa, de reflecção, de consequência, momentos artístico, bonitos.
O desenrolar da história está agradável de seguir.
O meu problema com a narrativa passa pelo facto de que, maior parte do tempo, é difícil discernir qual o objectivo do filme.

Ok, conhecem-se e gostam um do outro e querem comer-se. Comem-se! Ok, e agora?
Ok, a miúda é uma idiota e os gajos vão separar-se. E agora, acabou?
Ok, ele vai para a guerra e está perdido em França. É esse o objectivo? É suposto caminhar até ela?

Talvez se tivesse visto o trailer ou soubesse mais do filme, não teria ficado com essa impressão. Só que como não gosto de fazer isso!...

sábado, março 22, 2008

Smiley Face

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A Anna Faris é uma broada do pior.
Está com uma moca descomunal, num dia em que tem que pagar a conta da luz, senão a pessoa com quem divide a casa vai dar-lhe um tiro; tem uma audição importante; tem que pagar ao dealer, senão este vai ficar-lhe com a mobília... um dia atarefado, portanto.

Plano de acção: comprar mais erva (bom começo) usando o dinheiro para pagar a conta da luz (naturalmente), ir à audição (broada, uma pessoa representa melhor, certo?), levantar dinheiro para saldar as dívidas com o dealer (dívidas com um dealer, como é que uma pessoa chega a este ponto na vida?), para pagar as contas da luz (não era suposto já ter dinheiro para pagar isto?) e para comprar ingredientes para fazer mais bolinhos, para substituir os que foram acidentalmente comidos, bolinhos esses que pertencem ao psicótico companheiro de casa (como não podia deixar de ser!).

Escusado será dizer que a coisa não corre exactamente como o planeado.

sexta-feira, março 21, 2008

Music and Lyrics

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Estranho o facto do consenso geral, em relação tanto a Drew Barrymore como ao Hugh Grant, ser tão negativo. Tenho ideia que o pessoal não gosta deles por serem demasiado panhonhas. Demasiado sem-saborões. Isto é estranho. Por muito idiotas que sejam, são ambos queridos e inócuos. Lá está, o mundo aceita muito mais facilmente filhos-da-p#$%!

Para mais, tanto um como outro já fizeram boas coisas.
O Hugh fez o Quatro Casamentos, um dos filmes da minha vida. E gostei dele no Bridget Jones' Diary. Um papel que achei diferente dos do costume dele. (Isto não é de todo consensual!)
A Drew fez o ET, um dos filmes da vida... do mundo!
Ok, já lá vai o tempo do ET, mas desde então sempre se meteu em projectos interessantes. Participa em séries como o Family Guy. Esteve no Donnie Darko. Teve um enorme fairplay na cena do My Date with Drew e mesmo a questão do Charlie's Angels... sim, são filmes um pouco reles, mas ponham-se no lugar dela. Todos nós temos as nossas séries fetiche de quando éramos putos. A Equipa A, o MacGuyver ou a Wonder Woman. Se tivessem oportunidade, não faziam uma versão cinematográfica destas pérolas de infância?
Claro que sim.

Este filme não é nada de especial. Sofre dos mesmo problemas de todas a comédias românticas de hoje em dia. Para além de ser lamechas, sofre do facto que torna-se cada vez mais difícil o contar de um começo de namoro/relação duma forma nova e original.
Rapaz conhece rapariga. Trocam piadas. Descobrem coisas em comum. Comem-se. Passam por um mau bocado. Há um gesto romântico para reatar as coisas. Felizes para sempre. O fim.

É girito qb. O Hugh e a Drew não têm uma má química. Tem algumas piadas engraçadas.
O único senão é ficar com as músicas pop ranhosas na cabeça.
Isso é que já é chato.

Live Free or Die

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Um idiota numa terriola pequena quer ser alguém, quer ser um gangster.
Apela a que cometeu crimes que não cometeu.
Mete-se com gandulos por obrigação e borra-se todo ao fazê-lo.
Elabora planos ridículos que, quando consegue cumprir, lhe tiram o sono, mesmo que não tenham funcionado.
Comete crimes idiotas para esconder outros crimes idiotas.
Uma besta, no fundo.

Esta é a história dele... uma história que poderia ter ficado por contar.

domingo, março 16, 2008

Death at a Funeral

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Sempre bom ver um filme com o belo estilo de humor britânico. A onda anglo-saxónica de dizer qualquer coisa absolutamente ridícula com o ar mais sério do mundo.

Aqui, temos situações absurdas num funeral.
O velório de um pai de família é «abalado» por uns personagens peculiares, narcóticos fortes e algumas revelações menos convenientes.

Nada como ter um homem todo nu, em cima de um telhado, para meter as coisas na devida perspectiva.

Foxfire

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Este estado de espírito desta altura afecta-me sempre.
É a mesma coisa com música. Sempre que sou confrontado com este espírito de teen angst, a cena grunge desta época... isto deprime-me com'ó raio!

Porque é que vi isto?
Há uns tempos descobri uma banda chamada Rilo Kiley. Não é nada de especial mas achei-lhes piada. A vocalista chama-se Jenny Lewis. Descobri mais tarde que a miúda também é actriz. Não fez muita coisa, mas fez este Foxfire.
Se juntarmos a Angelina Jolie (a minha pancada por ela dá-se, única e exclusivamente, neste período e inteiramente por culpa do Hackers!) e umas insinuações no imdb que isto metia lesbianismo...
Tinha que ver o filme.

É giro mas não é grande coisa.
Meia dúzia de miúdas adolescentes que querem revoltar-se para não serem mais as vítimas.
O mundo é uma m$#%& e os homens são todos uns porcos. Seja namorados, colegas de escola ou pais. As miúdas unem-se à volta de Jolie - uma James Dean de passagem pela cidade - e viram-se contra aqueles que lhes querem fazer mal.

De lesbianismo não tem nada.

domingo, março 09, 2008

Run Fatboy Run

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9.º da maratona

Este já fica, mais ou menos, fora do dia da maratona.
Tinha planeado um sábado repleto de filmes e foi isso que fiz. Para todos os efeitos, este termina no domingo... mas acho que ninguém vai ter isso em consideração, certo?

Depois duma dose industrial de «comédia» americana, ficou o melhor para o fim.
Uma comédia simples, um pouco a dar-lhe para o romântica, britânica... para desenjoar...

Simon Pegg começou a correr no dia do casamento. Correu dali para fora, deixando Thandie Newton, grávida, no altar. Foi o maior erro da vida de Simon e agora, numa maratona de Londres, Simon vai tentar correr de volta para uma vida feliz.

















Estranho ver o Dylan Moran relativamente coerente!...

sábado, março 08, 2008

Sydney White

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8.º da maratona

Voltamos à minha fixação com a Amanda Bynes.
Esta fixação tende a desvanecer, no entanto. Se não arranjam um filme decente, com um mínimo de bocas mais adultas para a miúda, acho que vou ter que desistir duma vez por todas.
Vejo-a a mandar bocas com os melhores, mas continuam a fazer filmes infantis - extremamente comerciais, claro - para ela.

Para versão moderna da Branca de Neve, nem está muito mau. Girito qb.
Gostei especialmente do twist que deram à conversa da maçã envenenada. Nada mau.
E a maneira como enfiaram a música dos anões também está gira.

Voltámos é à fórmula original de filmes universitários, com geeks versus gente bonita.
Os geeks são os bons da fita, claro!

American Pie: Beta House

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7.º da maratona

Já nem se estão a esforçar.
Não há história, tirando que estar na faculdade é, única e exclusivamente, para beber e f#$%&!
Agarram nos personagens do último e metem-nos na faculdade, onde é travada a batalha do costume entre geeks e jocks.
A diferença é que aqui os «maus da fita» são os geeks.

Para vermos o quão pouco desenvolvido isto é, no final dão-se as «Olimpíadas Gregas» entre as casa Beta e Geek. Em disputa está a influência soberana sobre o campus univeritário.
Era assim que estavam vestidos alguns dos personagens. Muito «gregos»:

Hot Rod

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6.º da maratona

É a 2ª vez que vejo a Isla Fisher e o Will Arnett hoje, agora no mesmo filme.

Há algumas coisas que se aproveitam desta idiotice:
- As montagens com som à la anos 80, com música metal, ou de «dança» da altura, muito Footloose.
- O asiático com o seu movimento pélvico >> muito bom!!
- A realidade às tantas proferida pelo personagem principal «Verdadeiros homens têm bigode!»

Nem mais, Rod. Nem mais.

Balls of Fury

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5.º da maratona

Porque é que nos estão a tentar convencer que o Dan Fogler tem piada?!
Vi o gajo no Good Luck Chuck e aqui, e em nenhum dos dois o gajo fez-me rir.
Serei eu ou ele?
Tendo em conta que sou quem sou (de notar que tenho o sentido de humor mais fantástico de sempre!) e o Dan é uma nova estrela em ascensão em Hollywood, acho que esta pergunta responde-se facilmente.

Já o Christopher Walken... o cavalheiro aqui está hilariante.
Kudos, Mr. Walken.
Está a melhorar com a idade.

Lets Go to Prison

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4.º da maratona

Dax Shepard entrou demasiado cedo na senda de entrar e sair da prisão. A partir do momento em que foi preso enquanto menor, não conseguir evitar sair, cometer um qualquer outro crime e voltar à prisão.
Para mais, é sempre o mesmo juíz a meter o gajo dentro.
Dax está farto e irá vingar-se na pessoa que considera ser a responsável pelo ciclo vicioso que entrou.
O único problema é que o juíz morre, três dias antes de Dax sair da prisão.
Este terá então que vingar-se no alvo mais próximo: Will Arnett, filho do juíz.
Duma forma um pouco furtuita, Dax arranja maneira de mandar Will para a prisão.
Agora, Will vai provar um pouco do remédio que Dax tem sofrido estes anos todos.

Parece ser uma ideia engraçada.
Acaba por não ser nada de especial.

Jackass 2.5

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3.º da maratona

São os restos das filmagens do Jackass 2.
Sendo restos, naturalmente que isto pressupõe que são as piores ideias.
Contudo, não deixa de ter piada ver um gordo a levar uns tiros no cu, ou o Mike Judge a bombar ar para o cu dum gajo.

After School Special

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2.º da maratona

Uns miúdos no secundário, completos totós que nem conseguem falar com miúdas, decidem fazer um filme pornográfico...
Que ideia tão original!

Tenho que deixar de dar hipóteses aos gajos do National Lampoon's.

The Pleasure of Your Company

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1.º da maratona

Jason Biggs está tão loucamente apaixonado pela namorada, que acha que a maneira mais romântica de a pedir em casamento é fazê-lo num restaurante cheio de gente, vestido de cupido!! Naturalmente que a miúda morre. Ali mesmo.
Jason está desolado e passa um ano em auto-destruição.
Até que sai um dia à rua, finalmente, e decide propor casamento a Isla Fisher, uma completa desconhecida que trabalha num restaurante. Isla, a quem o (muito gay) namorado também propôs casamento no dia anterior, está tão confundida da cabeça que diz que sim.

Sim, é uma comédia ridícula.
Será essa a temática de hoje.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Peaceful Warrior

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oh
meu
dEUS!!!!

O Nick Nolte está vivo!!!!!!
Eu sei! Também fiquei supreendido!
Anda aqui um gajo a pensar «Antigamente... Antigamente é que era, com bons actores como o Nick Nolte ou o William Shatner. Gajos com presença, com uma personalidade tal que acabaram por morrer uma morte trágica, envolta em vícios como o dinheiro, as drogas, as mulheres, o álcool ou o curling.» e afinal o cavalheiro ainda por aí andava.

Que curioso.

...

Este filme é um misto de Donnie Darko e o Karate Kid, sendo que o foco de interesse é a ginástica(!!!!).

...

O quê?! O Shatner também ainda está vivo!?!?!

sábado, fevereiro 23, 2008

Shrek the Third

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O primeiro Shrek será, provavelmente, o melhor filme de animação alguma vez feito.
Junta animação com história, com uma dose industrial de humor.

O segundo foi bom, mas já não tinha o teor de novidade do primeiro. Continuava engraçado mas certos personagens já perdiam a influência. Daí que tenha sido necessário ir buscar um gato de botas.

O terceiro tem ainda menos magnitude.
É assim que é suposto ser.
A história continua lá. É um bom universo, por isso é fácil ter história.
Os efeitos, a animação, continua tudo genial.
Só já não é tão engraçado.

Os dois pormenores deliciosos que levo deste filme estavam num dos trailers. (E depois admiram-se de não querer ver trailers!)
O pinóquio a evitar mentir. Muito bom.
E a Branca de Neve, com música de Zeppelin. Soberbo!

De referir que até podiam fazer um filme do Shrek por ano, sempre a piorar, ano após ano.
Eu via na mesma.

PS - Justin Timbarlake!?!? Ao menos tiveram o bom senso de não o meter a cantar!