domingo, junho 09, 2019

American Assassin


Um americano bonitinho vai de férias com a namorada. Está numa praia na Europa e, depois de a pedir em casamento, esta morre num atentado terrorista, juntamente com uma data de gente. Passo lógico seguinte: infiltrar uma célula terrorista e matar toda a gente. Claro.

Porque os terroristas são estúpidos e não investigam o passado de quem recrutam. Porque as forças americanas são idiotas e não conseguem chegar onde um palerma com recursos limitados consegue.

O passo seguinte, também ele previsível, é o palerma ser contratado pela CIA, ou o raio, para fazer um treino especial. Ainda não completado o treino e já está em missão, para defrontar... outro americano bonitinho que fez o mesmo treino. Este está chateadinho que deixaram-no para morrer, atrás de «linhas inimigas». Conclusão lógica deste palerma mais velho: rebentar uma bomba nuclear em solo americano. Neste caso, águas americanas. Onde será que já vi este enredo?

Em dois filmes diferentes, em dois dias seguidos, vejo o Taylor Kitsch morrer estupidamente. A carreira foi mesmo pelo cano abaixo.

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