domingo, fevereiro 22, 2015

The Brass Teapot


Um casal de jovens inconscientes descobre um objecto carregado duma magia estranha. Dá dinheiro pelo sofrimento físico ou mental dos seus donos.

Resta apenas saber onde se pode obter tamanho objecto. Há formas bem piores de fazer dinheiro.

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

Love & Basketball


Seria injusto dizer que o filme está cheio de clichês. Na altura em que foi feito, muitos ainda não eram clichê. Se bem que muitos outros já eram. Convém dar o desconto. A brincar a brincar, L&B tem 15 anos...

...

Algo feito em 2000 tem 15 anos.

...

OK. Fiquei deprimido.

I'm out!

terça-feira, fevereiro 17, 2015

Broken City


Entrei a medo. Acabei por encontrar alguns bons desenrolares de história. Os chamado twists. Depois surgiram uns nada bons.

Cômputo geral: início e fim fracos, meio algo interessante.

In Your Eyes


O sr. Whedon é um romântico. Escreveu uma história bonita dum casal improvável. Claro que depois meteu esquisitices ao barulho, ou não fossem pessoas sem relação nenhuma, de estados americanos diferentes, mas que a certa altura descobrem que conseguem ver e sentir o que o outro vê e sente, que conseguem ouvir-se um ao outro. Passam a conversar e partilhar experiências o dia todo, parecendo maluquinhos a falar sozinhos.

Depois lá se metem problemas com maridos e com a polícia, e aí é que a coisa se complica.

domingo, fevereiro 15, 2015

Kill the Messenger


Da verdadeira história pouco ou nada sei. O que sei é que essa é a parte mais interessante. A das drogas e o envolvimento do governo americano com elas. Já do filme, o que posso dizer é que a partir de meio o interesse não é o mesmo. Sem desprimor para o pobre jornalista, com total respeito à família que muito terá sofrido, a vida dele não é a história que se quer ver. Ou até poderia ser, mas convinha ser contada como deve ser, sem faltar maior parte. Ao contar só um bocadinho e numa luz muito específica, é normal que as coisas sejam bem mais dramáticas.

Lamento. Não consigo ficar emocionado só com parte da informação.

sábado, fevereiro 14, 2015

Girl Most Likely


Respeito Wiig e o seu trabalho, mas este não é dos melhores exemplos. Por muito que tentem, e bem, recuperar Bening.

Playing It Cool


O agente Falcon encomenda uma comédia romântica ao escritor de guiões Capitão América. Cap não entende dessas coisas do amor, nunca tendo conhecido o bicho em primeira mão. Até conhecer Monaghan, quase noiva do Mr. Fantastic. Para ajudar a navegar nestas águas desconhecidas, Cap conta com April, um Geek, o irmão dantes mais conhecido dos Wilson e um rapaz dos anos 70. Cada um tem respostas diferentes, mais apropriadas às suas experiências. E Cap lá tem que atropelar uns quantos clichês do género, para chegar ao final que o espectador quer ver. Por muito que não seja realista.

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

Love, Rosie


Filme a destacar duas Lilys, filhas de outras pessoas famosas. Atingem estatuto individual, nos dias que correm. Curiosamente ambas a seguirem carreiras opostas entre elas e aos pais.

Lily Allen tem uma data de músicas na banda sonora, sendo filha dum actor. Lily Collins interpreta a personagem principal, sendo filha do Phil que canta.

A curiosidade termina aqui. O resto é só uma comédia romântica de desencontros dum par de amigos, sempre a recusarem-se a ficar juntos e serem felizes, por isto ou por aquilo.

quinta-feira, fevereiro 12, 2015

John Wick


Os maus da fita são russos. Se calhar não viram muitos filmes americanos em criança. Coitados, não sabiam. Não lhes ensinaram.

Não. Nem pensar. Não há desculpa. Não quero saber em que país nasceste, com resquícios ainda de reinvidicações por causa de guerras anti-verão. Toda a gente no mundo sabe que não podes matar o cão dum gajo. É lei. Fazes isso, estás sujeito. Se cometes um crime de tamanha espécie, já sabes que o gajo vem atrás de ti com uma vingança demoníaca. E tudo o que venha a fazer será justificado. Não se mata o cão dum gajo. Não se faz.

Quem diria que o Keanu ainda tinha um filme de acção porreiro para fazer, hein?

domingo, fevereiro 08, 2015

Big Hero 6


Depois de perder pais, um jovem génio de rapaz perde o irmão. Noutras circunstâncias seria uma excelente origem de vilão. Aqui leva só a uma história carinhosa em que o rapaz em questão aproveita o trabalho do também genial falecido irmão, e usa o robô criado para preencher o vazio familiar. Será uma forma tão saudável de lidar com a perda, como qualquer outra. E assim se evita mais um vilão no mundo, criando-se uma equipa de heróis no processo.

Big Hero 6 é divertido. O robô é amoroso. Os personagens secundários são, quase todos, toleráveis.

A sequela será Big Hero 7, Big Hero 6 2, ou Big Hero 12?

sábado, fevereiro 07, 2015

The Theory of Everything


A história dum homem que teve alguma sorte de ter nascido e crescido na terra onde os nerds podem sobressair. Rodeou-se de bons amigos e casou com uma mulher extraordinária. Fez frente a entidades de referência no seu ramo, quebrando barreiras no processo. Contrariou-se em mais que uma ocasião, parecendo estar a disputar um debate consigo mesmo, ao longo do tempo. E com isto recebeu prémios, distinção e admiração. Foi uma pessoa séria, enfrentando um possível caso de infidelidade, que poderia ter arruinado a família. Teve filhos bem dispostos e acarinhados. Soube ser um homem, acabando com o casamento de forma digna, quando apaixonou-se por uma ruiva fogosa que tudo fez por ele. E, a cena que mais me provoca respeito, aprimorou um sentido de humor dos demónios ao longo da vida.

Era suposto focar-me em algo mais?

The Voices


Estava há espera para ver The Voices há um ano. Talvez mais. Andou a fazer ronda de uns quaisquer prémios independentes e recebeu críticas bastante boas. Ansiava por ver de novo algo bom de Ryan Reynolds. Gosto dele. Não gosto das suas escolhas profissionais. Mas esta, esta foi uma boa escolha. The Voices é psicótico, inventivo e humoroso. Humoroso negro, sim, mas bastante humoroso. Tem surpresas e algumas boas interpretações. A Gemma Arterton pareceu-me óptima. E quero adoptar ambos os animais. Parecem-me ser uma companhia tremenda.

Fading Gigolo


John Turturro realiza-se (ainda não tive paciência de ver se é assim que se diz) numa cena a três, estando a fazer o amor com Sofia Vergara, enquando Sharon Stone lhes faz companhia. E enquanto isto se passa, o personagem de Turturro não consegue deixar de pensar em Vanessa Paradis.

Como é óbvio, odeio este filme.

Not Another Happy Ending


Not Another Happy Ending é uma comédia romântica simples. Demasiado simples. A ideia poderá estar presente, mas é despachada a correr e com artifícios básicos. Tudo parece apressado, o que acaba por fazer passar que os problemas são de simples resolução, se é que são problemas sequer.

No fundo é um grande meh.

domingo, fevereiro 01, 2015

My Old Lady


Acabei por ver muito por respeito ao elenco. A história não é propriamente fascinante. Tem uns pormenores engraçados, em todo embelezados pela qualidade de representação de qualquer um dos intervenientes principais.

E mostrou, mais uma vez, o quão peculiares são os franceses. Será verdade esta coisa dos viagers? Será possível comprar uma casa mais barata, desde que se mantenha lá o ex-dono até à sua morte? Lá está. Gentinha peculiar.

Alexander and the Terrible, Horrible, No Good, Very Bad Day


Família americana com uma data de filhos. O do meio sente-se negligenciado e, como conseguência, um elementro estranho à família. Enquanto todos são optimistas, muito porque tudo lhes corre bem, a este miúdo corre tudo da pior forma. Muito por ser pessimista, claro. Como desejo de aniversário, quer que o resto da família saiba como é a vida de dia a dia dele. Deseja-lhes todo o azar que costuma ter, todo concentrado num só dia. E a coisa corre muito mal. Podia ter corrido pior, mas mesmo assim corre bastante mal.

O mais fascinante é que, enquanto Affleck mostra o pénis num banho com a belíssima Pike, Garner é esposa de Carell. Não desfazendo, mas há claramente um ganhador e um perdedor nesta relação.

sábado, janeiro 31, 2015

What We Did on Our Holiday


Ando fixado com a sra. Pike. Sou homem para o assumir. Claro que ajuda vê-la tantas vezes estando em TODOS os filmes. Não serei o único fascinado. Partilho a panca com uns quantos realizadores, pelos vistos.

What We Did on Our Holiday tem um desenrolar estranho. Não mau, entenda-se, só talvez um pouco inesperado. Começa por ser um drama familiar normal. O filho mais novo regressa a casa para festejar o aniversário do pai. Problema é que este está a morrer com cancro, e o rapaz tem que levar a mulher de quem está separado, numa tentativa de manter a farsa que é o seu casamento. O estranho vem depois, com três miúdos a ganharem um destaque pouco real. E nem falo do que conseguem fazer. Mais estranho ainda é a reacção branda dos pais e tios. É bom que assim seja. O acto em si é até bastante carinhoso, se uma pessoa conseguir pensar nisso racionalmente. Mesmo assim.

Justice League: Throne of Atlantis


Boa. Parece que a DC está finalmente com um plano para um conjunto de filmes de animação, com a sua grande equipa. Só é pena que sejam forçados a destacar um personagem como o Aquaman. Quer dizer, começam bem com os grandes (mais o Cyborg), e o passo seguinte é introduzirem o personagem do Aquaman? Não havia mais nada para contar? Não podia haver um pouco de interacção entre os grandes? É que depois somos deparados com situações ridículas como ter um vilão que ninguém consegue derrotar... a não ser o Aquaman. Ou ter o rapaz forte e que fala com peixes a salvar o Superhomem.

Acaba por ser tudo um pouco inverosímil, só isso.

Contudo, para filme para ver num domingo de manhã: é espectacular. Com uma taça de cereais então... Ui!

terça-feira, janeiro 27, 2015

Hector and the Search for Happiness


Ora aqui temos um exemplo perfeito da idiotice do ser humano.

Simon Pegg é um tipo relativamente bem sucedido. É inteligente. Tem o seu trabalho, o qual exerce bastante bem, com resultados mais ou menos bons. São bons. Na cabeça de Simon talvez pudessem ser melhores. Tem um passatempo que adora. Tem estabilidade financeira, que se vê pelo belíssimo apartamento colado ao Thames, em plena Londres. Tem uma mulher em casa que faz tudo por ele. É divertida, bem sucedida, dedicada a ele e ao seu bem estar. Tem sexo com regularidade. Com a Rosamund Pike, já agora. É bom frisar esta parte. É a tal namorada.

Ou seja. Tem um bom trabalho, uma óptima namorada, dinheiro e qualidade de vida.

No entanto...

Não será feliz. E essa felicidade tem que a ir procurar pelo mundo. Sozinho. Sem qualquer compromisso. Porque sim.

Começo a achar, cada vez mais, que Pike é uma c@br@. Mesmo da pior espécie. Só pode ser. Ela interpreta a moça gira, divertida e querida demasiado facilmente. Só pode ser uma louca psicótica na vida real.

segunda-feira, janeiro 26, 2015

We'll Never Have Paris


O Howard tenta pedir a namorada de sempre em casamento, de todas as formas e feitios. Falha. Todas as vezes. Miseravelmente. Mesmo assim a moça vai aceitar. E há outras moças interessadas. E o rapaz safa-se num primeiro encontro. Quando corre muito mal desde início, durante ainda um bom bocado. E não, não falo de com a namorada de sempre. Qual é a cena deste gajo? Como fazer tudo mal e mesmo assim correr bem... mais ou menos. OK, tem a cena do olho, que aliás não vem nada a propósito. Qual era a cena do olho? Qual a relevância?

Estou a perder-me. Faço demasiadas perguntas. Convém não esticar a corda. Não se pode fazer demasiadas perguntas. Convém aceitar as coisas como são. O Howard queria passar umas férias em Paris com a esposa da vida real. Seja.

domingo, janeiro 25, 2015

Penguins of Madagascar


Personagens secundários dum filme fazem um filme só por si? Bem, são divertidos. Sempre foram. Talvez até mais que os principais, do filme donde nasceram. Mas estamos a pisar terrenos perigosos. Quero ver um filme com os cães do Up? Não quero, mas vou ver. Vai ser bom? Não, claro que não. Este dos pinguins não é mau. Mas é preciso ver de forma totalmente desligada, sem grandes esperanças que possas ser algo de genial. E talvez num ambiente descontraído, tipo ser domingo de manhã e não haver grandes planos para o dia. OK, aí poderá ser divertido o suficiente.

Vejam no próximo domingo, vá.

sábado, janeiro 24, 2015

The Book of Life


Uma bonita e realista história de amor entre uma jovem moça e os seus dois melhores amigos de infância. Não, quer dizer. Não é bem isto. É a luta entre dois amantes, que usam três crianças como peões na sua discussão. Espera. Estou a pintar um quadro demasiado negro. Dito assim, fora de contexto, parece estranho. É uma história que mostra às crianças que a morte é fixe. Até é mais divertido do que a vida. E estão lá todos os familiares à espera, para estar juntos para sempre.

não...
se calhar...
espera...

Tem que haver melhor forma de explicar isto. O México é o centro do mundo e...

Ah, esquece.

Predestination


Acho que nem sei o meu nome, depois de ver Predestination. Dizer que é confuso é simplificar a coisa. Não que estrague o filme. Antes pelo contrário. Torna-o um desafio. Porque perceber que se passou durante esta hora e meia, não é nada fácil. Acho que três visionamentos não seriam suficientes. Mas, para que se perceba que até gostei bastante do filme, veria o filme três ou mais vezes, de bom grado. Não fosse talvez estragar a coisa. Um enredo tão complexo terá falhas, com toda a certeza. E se o visse novamente daria por elas. Estragaria o filme. Assim, fica a memória porreira... por muito que não saiba o meu nome.

domingo, janeiro 18, 2015

The Drop


Quando não tem a boca tapada ao ponto de quase não se perceber o que diz, Tom Hardy sabe representar. E bem. Acabam por ser alguns papéis muito semelhantes. Sempre o tipo calado e soturno, que teve ou tem problemas com a lei. Pode ser bom tipo. Ou não. O que é certo é que os faz bem. E aqui dá um grande jeito esta sua dualidade na representação. É graças a esta que passamos algum tempo na dúvida. É graças à sua capacidade na representação que nos surpreende o final.

Claro que convém não estar à espera de grande coisa. Talvez tenha estragado o filme... às três pessoas que lêem o blogue. Espero que não. É porreiro.

sábado, janeiro 17, 2015

Whiplash


Não é todos os dias que se vê um filme em que não se torce por ninguém.

Teller e Simmons são uns idiotas casmurros, demasiado bons no que fazem, mas não bons o suficiente para serem os melhores. Como tal, há um pouco de atrito entre ambos. É pior porque o mais velho tem superioridade sobre o outro.

Acabei por não apreciar muito o final. Pouco interessa. O melhor do filme é a dualidade de idiota vs. mais idiota que ambos interpretam de forma magistral. Tudo o resto acaba por ser só paisagem pretensiosa, entenda-se nova iorquina.

Foxcatcher


Não consigo entender o interesse deste filme ou desta história.

segunda-feira, janeiro 12, 2015

Pride


Where are my lesbians?, pergunta uma velhota do País de Gales, ao chegar a uma Gay Pride Parade em Londres. E eu acho isso bonito. Mais que não seja porque era a década de 80 e a velhota não era lésbica.

Pride relata e bem esta «parceria» que se deu na década, com duas minorias a apoiarem-se mutuamente. Em especial a relação do grupo que começou a «parceria» e os seus novos amigos em Gales. E é bonita a relação, que não haja dúvidas.

domingo, janeiro 11, 2015

Laggies


Okay, I'm gonna tell you two things that I've gotten some perspective on after being out of high school for a while now. The first is that a lot of the math they're teaching you that they swear you'll use in your life, you won't. You're never going to need to use parabolas and you really, really don't need to know shapes that have more than eight fucking sides. The second... 

Bem, se revelasse a segunda quase nem valia a pena ver o filme. Não que seja mega revelação, digna dos anais das revelações. (Hehehe. «Anais».) É uma constatação relativamente óbvia, proferida por uma criança com uma suposta «crise de quarto de idade». Tem piada ver estas coisas, hoje em dia. Estes dramas tremendos de pós-adolescência, pré-idade decente. Um limbo terrível e odioso. Pelo menos odioso para quem por lá já passou.

No que concerne a Laggies, convém frisar que dois terços do elenco principal tem bastante piada. Há ainda um ou outro secundário de especial agrado. Já o restante terço... Bem, não vamos bater mais na mesma péssima criatura... Quero dizer, tecla. Vamos não bater na mesma tecla. Nah, claro que vamos. A Knightley é horrível, mas não estraga o filme.

quinta-feira, janeiro 08, 2015

Gone Girl


Estou em crer que o segredo do sucesso deste filme está no casting. Diga-se o que se disser de Affleck, ele nasceu para interpretar este papel. O gajo que se quer odiar e acreditar que cometeu um crime, simpático/«falso». É ele. Sem tirar nem pôr. E aqui está a genialidade da coisa. Porque ao querer odiar o personagem principal, o espectador fica ainda mais na dúvida. Será que matou a mulher? E, nesse momento, toda a gente teme pela vida da Jennifer Garner, na vida real.

Estou a brincar, claro. Ninguém quer saber da Jennifer Garner.

Gone Girl serve para provar, uma vez mais, a total e absoluta pura veracidade, dum dos factos mais incontornáveis de toda a história da humanidade.

Bitch€s. Be. Crazy.

sábado, janeiro 03, 2015

Evil Dead


Não era bem assim que queria começar o ano, mas um encontro combinado meio às três pancadas, com a turma preferida de sempre, a isto levou. Muito se discutiu que deveríamos ver. A escolha acabou por recair num remake dum muito apreciado «clássico». E ainda bem que estava com esta trupe. Por dois motivos:

1. Não sou fã do género, muito menos conhecedor. Ajudou a ter corroborada a opinião que partilharei mais à frente.
2. O filme foi super divertido. Acho que não teria acabado de ver, se não estivesse tão bem acompanhado. Isto porque - e aqui entramos na opinião que mencionei antes -...

O filme é um valente nojo.

O cartaz que se vê na página do IMDb é dos maiores exemplos de publicidade enganosa de toda a história. Dizer que se deve ver este filme amiúde é como mandar murros no estômago duma pessoa, e tornar tradição familiar o continuar de esmurrar membros da família dessa pessoa, ao longo de várias gerações. É uma afronta. E não tivesse eu visto o filme como vi, e teria escrito uma carta bem ríspida a estes cavalheiros, a dizer-lhe que não podem ser assim para o público apreciador da 7.ª arte.

É errado.