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quinta-feira, julho 20, 2023

What We Do In the Shadows


Dia de descanso e sossego (sempre que a Madame M. o permite), sendo também dia de celebração anual cá em casa. A juntar a isso, tenho momentaneamente uma subscrição do Prime. Logo...

Somos fãs das séries que saíram deste mocumentary. Somos fãs de Taika e Jemaine. E a minha senhora não tinha visto. Não que sejam necessárias justificações para ver ou até rever. WWDITS, o original, é super divertido. Foi por isso que teve duas séries spin-off e «pôs no mapa» o Taika. Pelo menos. Não sei se o Jemaine já estava no mapa à custa do Flight of the Conchords.

terça-feira, fevereiro 22, 2022

Comet


Ando a rever algumas coisa que tinha guardadas. Este e o anterior, por exemplo. Porque se os guardei é porque têm qualquer coisa. Só que já não me lembro que coisa era essa. A verdade é que já não me lembrava de filmes como Comet ou Five-Year. E se não os tivesse guardado, dificilmente os voltaria a ver. Logo, suponho que tenha servido o propósito. Mesmo que agora já não tenham tido o mesmo impacto.

Sei porque gostei de Comet da primeira vez que vi. Não o conhecia então, mas é realizado pelo tipo que viria a criar o Mr. Robot. E nota-se muito que é dele. Muito mesmo. Mas também se nota que é um primeiro exercício. Um projecto não tão maduro. Mais ingénuo. Também mais pessoal, na verdade. Admito que, na altura, achei super inteligente. Quase dez anos depois acho algumas coisas mais arrogantes ou pretensiosas, que propriamente inteligentes. É sempre assim, não?

Uma coisa é certa. O cabelo de Rossum continua a impressionar-me.

sábado, fevereiro 19, 2022

22 Jump Street


Passaram oito anos. Até posso dar um bocadinho de desconto por causa da pandemia. Seis anos, vá. Vamos dizer que são «só» seis anos sem uma nova sequela. É grave. Não é como se faltassem ideias. Os créditos finais estavam cheios delas. Era só pegar numa e fazer a mesma coisa. Como foi para o 22, podia ser para o 23, 24, 25... Por aí fora. Sempre «a mesma coisa». Mas não. Temos de viver num mundo sem 23 Jump Street. Aliás, um mundo sem um filme que ligava este Jump Street com o MIB.

Não sei. Foi algo que se falou, a certa altura. Não faz sentido nenhum, bem sei. Terá sido uma ideia dum qualquer broado, ou grupo de broados. Teria sido engraçado de ver. Só que não. Nada disso. Vivemos num mundo desprovido de tudo o que é bom.

domingo, janeiro 16, 2022

Dawn of the Planet of the Apes


O início é mais assustador do que me lembrava. Apenas é só porque qualquer filme que agora comece com «se tiver febre, tosse ou outros sintomas, fique em casa, para evitar contágio» torna-se logo demasiado realista.

O gajo principal irrita-me um pouco. Tem a ver com uma série em que ele participava, que não deveria ter visto. Ou pelo menos toda. Era um personagem sem carácter. A imagem acabou por ficar, mesmo que o actor possa ser uma pessoa impecável. Refiro-me ao personagem principal humano, atenção. O Serkis é o maior. Toda a gente sabe disso. Até perdoo-lhe andar a realizar filmes do Venom.

Sobre este filme, não só é uma óptima sequela, como uma boa ponte entre os dois outros filmes. Vive sempre naquele limbo entre guerra e paz, apesar de estarmos fartos de saber que a segunda não tinha hipótese nenhuma. Não só pelo facto de que isto são prequelas e sabemos o que vem no futuro, mas também porque paz é muito fixe na realidade, mas uma seca em termos de ficção. Diz aí um bom filme sobre paz na Terra. Força. Eu espero.

(...)

Pois.

Vamos lá ao terceiro. É o que me lembro menos, apesar de ser o mais recente.

sexta-feira, janeiro 14, 2022

Beyond the Lights


Olha, fizeram uma espécie de versão moderna do Bodyguard. Sendo algo pior aqui. A cantora famosa tenta suicidar-se. O polícia/segurança de serviço salva-a. Tanto naquele momento como em tudo. A moça deixa de dar ouvidos à mãe/gerente. Acaba com o «namorado» tatuado, também ele estrela musical. Quer dizer, bem vistas as coisas, o polícia é uma péssima influência. Mesmo que tenha pretensões a ser o próximo presidente dos Estados Unidos.

O que vale é que é só malta com grandes ambições, neste filme.

terça-feira, dezembro 21, 2021

Batman: Assault on Arkham


Não percebo esta necessidade de meter o Batman em tudo. Ou melhor, sei porquê. O órfão traumatizado rende mais que toda a gente. Alguns até juntos. Só que em termos de história é chato. Para mais para alguém como eu, que não é assim tão fã do personagem.

Assault on Arkham podia simplesmente viver da história base de Suicide Squad. Waller usa meliantes para as suas missões. Nem sempre eles sabem qual a verdadeira missão e nem todos têm a mesma utilidade. Desta feita arranjou uns quantos para entrarem em Arkham e limparem com o sebo a uns vilões específicos.

Repito: qual a necessidade do Batman aparecer? Estragou ao coisa? Claro que não. Fazia falta? Não!

sexta-feira, novembro 12, 2021

Edge of Tomorrow


É impressionante o quanto este filme não está melhor cotado. Até tem uma boa nota no IMDb. Imagino que também tenha no Rotten, mesmo que eu não respeite a classificação do site. Estas notas existem porque quem viu o filme gostou. O problema é que ninguém viu o filme quando saiu. O que faz com que Edge não tenha sido o sucesso de bilheteira que deveria, entrando assim nos anais de melhores filmes de ficção científica de sempre.

Não é o melhor. Calma. Não é um Blade Runner ou um Star Wars. Aquela cena final então, só para agradar o menino... Chiça, que parvoíce. Mas o filme é muito bom. Para quem gosta do género, é óptimo. E é pena que a História não lhe faça jus. Consta que o problema foi o título. Que era confuso demais. Que não explicava o filme. Que não era apelativo o suficiente. Como tal, a malta não foi ver. Soubessem os criadores disso antecipadamente...

É irónico, bem sei. Foi de propósito.

sábado, julho 03, 2021

The Judge


Esta novel... Quer dizer, este filme... Não, não. Isto é mesmo uma novela! Só nos primeiros minutos temos uma traição, um divórcio escondido a uma criança, um advogado pintas e tangas, uma morte súbita da mãe, o pai a excomungar um dos filhos e ser um absoluto bully com todos os três, a criança não conhecer ninguém da família do lado do pai e não poder ir ao funeral da avó (que não conheceu) e um homicídio mistério. Isto são os primeiros vinte minutos.

Depois vem um cancro, uma investigação, advogados incompetentes e outros com uma missão, uma ex-namorada, uma possível filha desconhecida com quem dá uns melros, metade da povoação a favor no tribunal e a outra contra.

Parece longo, com um pouco mais de duas horas, mas no fundo, no fundo, é uma mini-novela. Justica o tempo despendido.

domingo, maio 09, 2021

Sei Lá


Gosto que tenha disponível filmes tugas no HBO. O problema é que... são filmes portugueses. Com tudo o de horrível inerente.

Eu acho (ênfase na palavra) que queria ter visto este filme na altura. É dum realizador que conseguiu fazer alguma coisa decente, no marasmo que é cinema Português. Não vi então. Vi agora. A reacção seria a mesma, parece-me.

Sei Lá está cheio de betices, maneirismos da linha, cenas prepotentes, gente com demasiado dinheiro ou nomes e, pior, demasiada mania. Só de ouvir o tom nasal de betas a roçar o tias, fico logo com urticária. Depois são os diálogos, sempre tão maus. E o mais ridículo é que estava constantemente com a sensação de que isto tinha sido escrito por um homem, de tão más que estavam desenvolvidas as personagens (principais) femininas. Não é que isto é baseado num livro escrito por uma mulher. Chiça!

Vou continuar a vê-los e a continuar a ter vergonha alheia. É o que temos, mas olha, ao menos que estejam disponíveis em streaming. Continuo sem perceber como não estão mais. Como não estão todos. Continuo a achar que será a única forma de alguém os ver.

domingo, fevereiro 21, 2021

The Lego Movie


Não tenho muito mais a acrescentar a este anúncio à Lego... Quero dizer, a este filme da Lego! É um tsunâmi de elementos visuais atirados à nossa cara, a uma velocidade estúpida. O cérebro ou explode...

Não sei qual a alternativa. Das duas vezes o meu cérebro explodiu.

PS - O pormenor do capacete partido continua a trazer uma lágrima, num misto de alegria e tristeza. Creio que chamam a isso «saudosismo».

sexta-feira, setembro 25, 2020

Captain America: Winter Soldier


A minha senhora continua na sua senda de «tapar os buracos», de ver os filmes Marvel que não viu. Por mim... supimpa! Se há coisa na vida que tenho zero dificuldade em fazer é rever filmes da Marvel. Tirando o terceiro Iron Man. Esse... Não sei se alguma vez vou ter paciência para rever esse.

Ainda por cima temos finalmente Disney+ a bombar cá em casa, por isso é uma alegria e uma simplicidade de processos, com tudo organizadinho. É só clicar em «botões» na app. Que sonho de vida que vivemos, hoje em dia. Quer dizer, tirando a pandemia, estarmos fechados em casa, vivermos assombrados pelo futuro com menos emprego, crise, etc. Tirando isso, em termos tecnológicos e de entretenimento, está tudo espectacular.

Sobre o filme, não há muito mais a acrescentar ao que disse da primeira vez. É um caos de acção, do princípio ao fim. Super intenso, desde o barco até aos helicarriers. E foi um magnífico início de carreira na Marvel dos irmãos Russo que, anos depois, fecharam «a» mega história com uma mestria extraordinária. Para eles, tudo começou aqui. E diria que a verdadeira popularidade deste personagem começou aqui também.

sábado, maio 23, 2020

X-Men: Days of Future Past


IMDb

Anos depois posso dizer que gosto do filme. Está bem feito, tem uma data de mística/história da BD. E cumpre na totalidade o seu (verdadeiro) objectivo.

Days of Future Past é exímio não só a apagar a parvoíce que foi Last Stand, como parte do que foi feito em First Class. Ainda nem meia hora havia decorrido e já tinham despachado maior parte dos personagens de First Class. Só porque sim. Singer voltou a toda a força e mandou fora tudo o que Vaughn introduziu no universo. Manteve o núcleo das grandes estrelas (provavelmente porque tinham contrato para vários filmes) e pouco mais. Terra queimada!

O Abrams devia ter pedido umas dicas ao Singer, antes de fazer o último Star Wars.

quarta-feira, abril 29, 2020

Into the Woods


Há uns meses apercebi-me da existência deste filme. Como era possível não ter visto algo de 2014, com tão bom elenco? «Que parvoíce», pensei eu.

Pouca fé tive no meu «eu» do passado. Acho sempre que a juventude é ingénua ou menos esperta. Deveria ter confiado. Pois este raio de filme é... um musical!

baaaaaaaaaaahhhhhhhhh

Aguentei a péssima surpresa porque gostei da dinâmica criada, ao misturar umas tantas histórias conhecidas. Temos o Capuchinho Vermelho, a Rapunzel, a Cinderela, entre outras. Tudo ao mesmo tempo, culminando num óptimo clímax... a meio do filme. Pois, não sei porquê não acabaram o raio do filme.

A meia hora seguinte foi sofrível, fez muito menos sentido, e acho que nunca perceberei o porquê da sua existência. Por incrível que possa parecer, a má nota no IMDb (5.9) não se deverá apenas às cantorias. É mesmo por ter um péssimo final.

quinta-feira, junho 27, 2019

Os Gatos não Têm Vertigens


Está tudo maluco?!

Estamos em 2013. Plena crise em Portugal, é certo, mas... A protagonista deste filme tem uma casa na encosta do Castelo. O marido acabou de morrer e o enteado, artista, quer vender a casa para fazer uns trocos. O que é para lá de estúpido, bem sei. Então vai vender uma casa em Lisboa antes do boom do turismo? Ainda por cima a casa está remodelada e tem acesso ao terraço com vista para Lisboa e para o rio. O raio do sítio vale uma pequena fortuna, hoje em dia. Assim, o estúpido forçou a coisa, antagonizando sogra e mulher. Perde um negócio de sonho e a Fernanda Serrano, que continua a ser um sonho só por si. É o que dá não ter paciência.

Fora isso, o filme até está bem engraçado. O rapazito principal não sabe representar e continuamos com aquele problema de maior parte das coisas ditas em Português soarem sempre a falso. Mas a história é romântica e optimista, como se queria naqueles e em maior parte dos tempos.

Fury


Houve aqui uma fase em que o Pitt não queria mais nada se não fazer filmes de guerra. O que é curioso já que, por norma, actores de Hollywood são contra esse tipo de coisas. Convenhamos que participar num filme de guerra não tem nada a ver com opiniões políticas. Tivesse o mundo só filmes sobre guerra e não as ditas a sério, e estaríamos todos muito bem. Porque não há nada errado em ver uma boa história destas. E Fury é isso mesmo, uma boa história de guerra.

No caso, no fim da segunda Grande Guerra. Não se pensa muito no final. Pensa-se no durante, o antes e até o depois. O final supostamente deveria ser uma coisa mais calma. Não o era. As comunicações de então não são como as de hoje. Por muito que as altas instâncias até já tenham discutido as condições de rendição, não é líquido que estas notícias cheguem às tropas enfiadas em buracos sem telefone. Aliás, uma das histórias mais populares era dos soldados Japoneses que, durante anos após o fim da Grande Guerra (ainda estamos na segunda), continuavam a lutar, desterrados nos seus postos, em ilhas e outros sítios inóspitos.

Em Fury, a equipa de Pitt anda pela Alemanha a limpar terreno, a dar cabo dos últimos militares espalhados pelo campo e pelas pequenas povoações. E se era complicado dar cabo daqueles panzers...

domingo, dezembro 31, 2017

Guardians of Galaxy


Demorou três anos e meio a ver outra vez. No todo, entenda-se. Já tinha visto pedaços várias vezes. Aquela coisa de meter o filme a dar, só para ver uma cena, e acabar por ver quase todas, meio aos saltos para trás e para a frente.

Houve duas boas desculpas para ver novamente. A primeira foi partilhar as melhores coisas com a nova cara metade. Depois, porque dificilmente vejo melhor forma de acabar o ano, do que com filmes como estes, que ainda nos fazem sonhar.

E sim, o plural é propositado, pois depois do primeiro vem...

terça-feira, agosto 30, 2016

Nightcrawler


Chuta mais um bom papel para a mesa do Gyllenhaal. Não é dos melhores filmes, mas volta a ser uma boa representação, a lembrar um pouco o De Niro dos bons velhos tempos.

A sério! Quem raios é o agente deste cavalheiro?

domingo, agosto 21, 2016

The One I Love


Começou de forma simples. Acabou por dar uma volta inesperada. E ainda bem. Se ficassem pelo simples talvez não tivesse sido tão interessante.

Os manos Duplass têm uma tendência para meter-se em projectos peculiares. Parecem ser só ideias de quem fumou umas coisas esquisitas - e algumas serão -, mas por vezes conseguem sacar algo mais que só isso. Creio que terão aprendido a envolver-se com as pessoas certas, que ajudam a desenvolver bem qualquer ideia tola.

Mais que tudo, TOIL serve para provar que é possível fazer filmes engraçados com baixo orçamento.

segunda-feira, agosto 15, 2016

X+Y


Já estava com alguma saudade de gajos que só conseguem ver número e que, graças a algumas debilidades, têm algumas pancadas extravagantes.

(ou não)

Mas este é o puto menos autista, das histórias de matemáticos autistas, do mundo cinematográfico. Porque a versão mais nova, interpretada por um pré-adolescente, tem muito mais pancadas e interpreta melhor o papel. A versão adolescente do personagem, interpretada por outro actor mais velho, deixa a matemática, a certa altura, por causa duma miúda!

Mas anda tudo doido? Desde quando uma miúda chinesa pode ser mais importante que números primos?

Cake


Jennifer Aniston continua a tentar estabelecer-se como uma actriz séria. E continua a acumular pontos. Para este Cake recebeu algumas nomeações pelo papel de mau feitio cheia de dores, depois dum acidente de carro que levou-lhe o filho.

Estou convicto que tem que fazer de má da fita. Tem roçado esse lado, mas acaba sempre por passar para o lado bom. Acho mesmo que daria uma óptima vilã. A ver se alguém a convence a fazê-lo e pode ser que venha a ganhar os almejados prémios.

Aqui destaca-se ainda o elenco secundário, em especial a Consuela dela. Que grande apoio, a todos os níveis.