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quinta-feira, janeiro 26, 2023

Mijn Vader is een Saucisse


Ik heb nog een niveau van de cursus Nederlands afgerond, dus moest ik op de laatste dag nog een film kijken. En het is OK. Het is een goede manier om een cursus af te sluiten. Het is niet de reden waarom ik de cursus volg - ik heb geen hulp nodig bij het kijken van films - maar het is een goede manier om te leren. Dit was wat ik deed toen ik een kind was en Engels leerde. Het was een grote hulp. Misschien is het beter voor mij om meer Nederlandse films te zien. Misschien zou mijn Nederlands dan beter worden.

Nu, de film was leuk en sympathiek. Ik zie dit soort films graag. Heb ik alles begrepen? Meer dan de vorige keer. De acteurs spraken niet te snel en ik heb dit soort verhalen al vaak gezien. Maar ze hoeven niet origineel te zijn. Ze moeten hart hebben. Emotie. En Mijn Vader is een Saucisse heeft dit veel. Het was een goede film.

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O pai é uma salsicha. É preciso explicar mais? Quer ser actor. Não quer trabalhar mais num banco. E a filha ajuda-o a ser uma salsi... um actor. Não é para isso que se tem filhos ou filhas?

quarta-feira, novembro 30, 2022

Vesper


Curioso como um filme pós-apocalíptico consegue ser uma representação quase exacta da minha vida. É Belga, só falam inglês, e a personagem principal, quando sai de casa, tenta evitar pessoas.

Estes filmes pós-apocalípticos tendem a ter sempre uma mesma base. Um adulto a tomar conta duma criança, protegendo e procurando que evite fazer algo diferente e perigoso. A criança a querer sempre fazer mais, procurando melhorar a situação de ambos. A criança quer sempre mais e melhor, enquanto que o adulto só quer preservar o status quo.

De certeza que haverá um estudo qualquer, mas tenho ideia que as crianças contentam-se com o que têm. Mais que não seja porque não conhecem nada diferente. Em adolescente OK, vem aquela sensação nefasta de nunca estarmos bem onde estamos, para depois mais tarde passar ao medo da mudança. Mas crianças, epá, essas só querem é brincadeira. Poderei estar enganado.

Vesper segue esta base, incluindo ainda o surgimento dum elemento/pessoa, vindo do nada, que destrói ilusões de mundos melhores e o próprio status quo, tudo ao mesmo tempo. É muito clichê, mas ali pelo meio acrescenta umas coisas assim a modos que originais. Valeu por isso.

segunda-feira, junho 20, 2022

Brasserie Romantiek


Ik zag deze Nederlandse film. Het was mijn laastse les van de Nederlandse cursus voor de zomervakantie. Het had ondertitels. Zij waren ook in Nederlands, maar het was goed. Zonder ondertitels zou ik niets begrijpen. Met hen begreep ik het meest. En dat was leuk. In het begin dacht ik dat ik er niets van zou begrijpen. Ik heb niet alles begrepen, maar wel het meeste. Dus... proficiat met mij!

Tradução abaixo. Mais ou menos.

Pois bem que vi mais um filme local enquanto emigra. Já são dois. Ena ena! Este foi-me forçado, suponho. Mas sem stress. Tenho sempre gosto em ver filmes, venham eles de que forma vierem. Vi-o na minha última aula de Neerlandês, antes da pausa do Verão. Depois virá novo curso, do nível seguinte. Não creio que vá ver mais filmes nas próximas aulas. Deveria vê-los no meu tempo livre, em boa verdade. Deste percebi quase tudo. Não tudo. Houve piadas específicas que passaram-me ao lado. Deu para perceber o geral. Não foi nada mau. O texto acima foi um exercício porreiro, mas é um texto ao nível da primária. Vamos ver se a coisa melhora e chega ao nível dos meus outros textos aqui. De nível do secundário, entenda-se.

quinta-feira, abril 02, 2020

Loft


Já que estou no país há algum tempo, convém ver os clássicos locais, não?

Loft foi um grande sucesso. Bateu números de audiências nas salas de cinema. Não foi algo que me tenha chegado a Portugal, na altura. Pelo menos eu não soube da coisa. Suponho que em 2008 andasse distraído com outras coisas.

Percebo o apelo. É uma história envolvente logo desde início. Cinco «amigos» que partilham um apartamento encontram lá uma mulher morta. Entram em pânico e não ligam à polícia. Porque não é suposto as mulheres saberem do apartamento, pois é usado para «entreter» outras pessoas. A partir daí é a usual história de tentar perceber quem cometeu o crime e porquê. E essa parte está muito bem trabalhada, até certa altura.

Confesso que não gostei assim tanto do desenrolar final, que foi esticado e exagerado. Sem necessidade nenhuma, no meu entender. Não tira mérito ao filme no seu todo. Simplesmente ficou-me um amargo na boca.

O filme teve tanta atenção que levou a uma versão americana, que saiu seis anos depois. Esta versão não foi assim tão bem sucedido. Ainda não sei se vou ver. É possível, só para detectar as diferenças (embora seja do mesmo realizador e até tenha uma actor em comum a fazer o mesmo papel) e se mudaram o final. Convenhamos que ver o mesmo filme duas vezes, quando não se achou assim tanta piada da primeira vez, poderá ser um pouco tolo.

domingo, julho 31, 2016

The Broken Circle Breakdown


O filme é bastante pesado e algo deprimente. E nem falo do facto de belgas viverem fascinados com caubóis e um estilo musical americano muito associado ao sul desse país.

Um casal apaixonado tem uma criança com uma doença terminal. Vemos ambas as fases temporais em paralelo, a de se conhecerem e estarem apaixonados, e a de estarem a tratar da criança. Tudo para culminar no momento em que têm que lidar com o pior resultado.

Pensei que ia parar de ver a meio. Estou algo saturado de histórias tristes. Para esse tipo de coisas já basta a realidade. O certo é que fiquei agarrado até ao fim. O filme é bom e está bem contado.

E confesso que sou presa fácil para moças tatuadas, semi despidas, em cima de capôs de carros.

domingo, outubro 28, 2012

Rundskop


Um miúdo maluco da cabeça esmaga os tintins de outro miúdo com uma pedra. Paralelamente temos um «cavalheiro» muito violento metido em coisas ilegais de vacas drogadas. Escusado será dizer que as duas coisas estão ligadas, se bem que a história do presente fez-me pouco sentido. Não que esmagar tintins com pedras me faça sentido, atenção. O presente dá ar de que o rapaz sans huevos inchou-se com testosterona e outras substâncias, procurando vingança. Só que tal acaba por não acontecer. Nada acaba por acontecer, diga-se de passagem. Uma data de planos fechados. Uns movimentos esquisitos.  Umas cenas com a polícia, que apareceu do nada, quase desaparecendo de onde não veio. E pouco mais.

sexta-feira, outubro 15, 2010

Ben X

IMDb | Sítio Oficial

Ben é autista. Atiram para o ar Asperberg, mas parece mais que isso. Não sei se há vários níveis, mas o de Ben é lixado. O único sítio onde se sente normal é num jogo de computador on-line, tipo World of Warcraft. Aí é Ben X e corre e salta, mata ogres e outros bichos com a sua espada. Isto podia ser uma analogia para cibersexo, mas não. No jogo, tem uma amiguinha e tudo. Cá fora, é constantemente bullied (não acredito que esta palavra já pertence ao universo português; raios partam as reportagem da TVI), até chegar ao extremo de o despirem numa sala de aula, filmando e colocando o vídeo na Internet. Ben está em ponto de ruptura, a flipar. Pondera acabar com... o jogo.

Tem um bom começo. É bonito de se ver, embora sejam apenas cenas de computador. Irrita que o actor principal tenha quase 30 e esteja a fazer de adolescente. Sei que é norma, só que aqui é notório que tem quase 30. E o final é horrível. Mas flamengo é surpreendentemente parecido com inglês, e a miúda que aparece, a namoradinha virtual, é muuuuito gira, confirmando o que já sabia desde que fui ao Andanças há muitos anos atrás: a Bélgica é um país a visitar.