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quarta-feira, fevereiro 22, 2023

Hot Rod


Li algures, numa qualquer lista de filmes menosprezados, que este Hot Rod teria saído antes de tempo. Que o público ainda não estava preparado para o ver.

Decidi dar uma segunda hipótese. Na altura não tinha Andy Samberg em grande consideração. Achava-o um palhacito do SNL, clone de Adam Sandler. E não conhecia Lonely Island. Entretanto estas opiniões mudaram. Hoje em dia sou fã de Samberg e acho piada a Lonely Island, sendo grande apreciador dos outros filmes desta pandilha.

A minha opinião inicial mantém-se, contudo. Hot Rod é um filme para stoners. Nesta função deve ser espectacular. De resto, é um primeiro exercício de malta talentosa, mas ainda muito nova. É um projecto que herdaram da troupe do Will Ferrell, segundo li entretanto. Ainda nota-se a «juventude».

segunda-feira, novembro 21, 2022

Enchanted


Pensava que tinha de rever Enchanted para poder ver o novo. Porque não me lembrava de nada do original. Afinal precisava de ver Enchanted, antes da sequela, porque nunca o tinha visto.

Não sei bem que se passou. Não é só a possibilidade bem real de ter decidido não ver um filme com músicas e de ser claramente para miúdas pequenas. Isso nunca foi impedimento, em boa verdade, mas há 15 anos andava numa fase mais criteriosa. Surpreende-me, acima de tudo, porque não me lembro sequer do filme ter saído então. Foi aos Óscares. Tem gente bem conhecida. Elevado nível de produção. Dada a altura em que foi, faz sentido que não tenha visto, mas não saber que existe... Como foi possível ter-me passado ao lado?

quinta-feira, abril 28, 2022

The Jane Austen Book Club


A minha senhora ainda não tinha visto. Quem sou eu para dizer que não... a um filme com Maria Bello no auge!

Viram o que fiz?

Mais do que ser algo sobre os livros de Jane Austen, é toda uma história com seis pessoas, em que a vida de cada tem partes da história dum dos livros de Austen. Mais ou menos. Há coisas que misturam-se um pouco, entre as várias narrativas. Está bem construído, a verdade é essa. E se vamos ver (no meu caso, rever) um filme só porque aparece no carrossel da Netflix, ao menos que sejam filmes destes... com a Bello incrível.

sexta-feira, abril 22, 2022

Dan in Real Life


Depois de rever Little Miss, vontade houve de rever este. Pela segunda vez. Ou seja, este simples Dan in Real Life tem a «honra» de aparecer três vezes neste mui modesto blogue. Posso não ter muito leitores (o que faz sentido, porque o conteúdo é miserável). Não é, de todo, o blogue mais bem parecido na Internet (mesmo comparando com os primeiros blogues da história). Mas lá números tenho. E para um filme aparecer aqui três vezes...

Tenho um carinho especial por este filme, suponho. Mesmo que não seja nada de extraordinário.

domingo, fevereiro 27, 2022

28 Weeks Later


Estava eu a ver o Begbie a ser um autêntico GPS humano, ou «GPS zombie», aliás, e duas questões surgiram na minha cabeça.

1.° Serei o único a achar a estratégia militar Americana um pouco ridícula? Estão a lidar com um vírus que, em segundos, transforma um aliado em inimigo. E têm um início de contágio, no local onde estão. Faz algum sentido pegar em todos os civis e juntá-los numa garagem? Será o melhor protocolo para esta situação? Toda a gente vive nos seus apartamentos, em dois ou três arranha-céus, no mesmo quarteirão. Não estavam mais protegidos fechados nos respectivos domicílios? E depois, qual foi a lógica de apagar as luzes. Era noite. Os zombies até podem ver pior no escuro (dado não confirmado), mas os humanos de certeza que vêem pior!

2.° O primeiro contágio matou muita gente. Muita. Londres ficou vazia. A população de Inglaterra sobrevivente cabe num bairro de Londres. Dá-se um novo contágio neste bairro. Muita gente morre. Outra vez. Alguns tornam-se zombies. Outros tantos transformam os militares Americanos em zombies. Os protagonistas fogem para outra zona da cidade e, mesmo assim, passam a vida a deparar-se com estes novos zombies. Todos os anteriores morreram entretanto, atenção.

Eu só estive em Londres uma vez. Do que me lembro, aquilo é grandote. É uma cidade bastante grande, penso eu. Agora imaginemos o seguinte cenário. Duas pessoas entram em Lisboa. Vá, nem digo Londres. Andam pela cidade, de diferentes formas e com propósitos diferentes. Não têm contacto uma com a outra, por telefone ou assim. Qual a probabilidade de encontrarem-se? Pois.

O filme não deixa de ser uma sequela interessante. Não tão boa como o original. Até porque os criadores dessa saltaram barco. E as minhas questões acabam por ser de somenos. Se pararmos para pensar de cada vez, 99% dos filmes têm pormenores parvos, ?

sexta-feira, fevereiro 25, 2022

Ten Inch Hero


Uau!

Não sei que tinha fumado quando vi este filme e achei que o deveria guardar. OK, tive uma panca tanto pelo Patrick Flanery, como pela Danneel Harris (quando ainda não era Ackles). E sim, ambos aparecem em tronco nu aqui, mas...

Vamos lá ver, o filme é fofinho. E muito mais coisas na vida deveriam ser tão puras quanto aparecem aqui. Em especial confiar nas pessoas porque sim, não assumir logo algo de errado se uma desconhecida desenha uma menor na praia, sem pedir autorização. Por exemplo. Estranhamente, Ten Inch Hero tem uma excelente nota no IMDb. Aparece inclusive em algumas boas listas. Mas é tão cringey em tantos momentos...

Poderá ser uma questão de distanciamento temporal. Aos olhos de hoje já não tem o mesmo efeito. É estranho.

sexta-feira, maio 05, 2017

Dan in Real Life


Vi uns pedaços há uns tempos. Fiquei com vontade de rever.

Tenho a dizer que é melhor com o tempo. Talvez não tanto pelo filme em si. Terá a ver com o amadurecimento do espectador. O acumular de agruras ajuda o lado empático, mas continuamos a ter a sensação idílica de que um encontrar mágico de duas pessoas, como se passa no filme, é possível.

Não é, entenda-se. Uma mulher extraordinária, como a interpretada por Binoche, solteira, simplesmente não existe.

domingo, dezembro 14, 2014

The King of Kong: A Fistful of Quarters


Considero-me como um grande geek. Adoro muitas coisas que, se fosse um adolescente americano nos anos 80/90, colocar-me-iam em sérios riscos do «problema» que hoje em dia rotula-se de bullying. Não fui grande alvo disso. Fui por outras coisas, mas nunca por gostar de BD, filmes estranhos, músicas não populares, séries, jogos ou outras coisas deliciosas do género. Rocei sempre o nerd, mas nunca cheguei lá. Talvez fosse essa a diferença.

Uma coisa é certa. Estarei perto do nerd, mas a léguas do que estes cavalheiros são.

The King of Kong é das coisas mais nerds que vi na minha vida. E o bully que existe e sempre existiu de forma ténue na minha pessoa tem vontade de maltratá-los. Confesso. É o nerdismo levado a um extremo absoluto, ao nível religioso (que foi algo que nunca entendi). A trama que inventaram para tornar esta história, esta rivalidade, interessante...

São dois totós com demasiado tempo livre nas mãos, que são muito bons a jogar um jogo. E atenção que vejo mérito em ser bom em qualquer jogo, seja futebol ou Pong. Só que estes gajos... Epá, lamento. Não dá. Não consigo ver uma relação Messi/Ronaldo... ou melhor, Maradona/Pelé, para não ser tão conflituoso e trazer para aqui comentários que não fazem sentido (as pessoas são demasiado emotivas sobre a primeira parelha)... nestes dois cromos. Um deles realmente parece até ser um tipo fixe, apesar da obsessão. Poderá ser a maneira como o pintam no documentário, para melhorar a história. O outro é o totó-mor, rei dos totós. Um daqueles tipos para os quais nunca tive paciência. Ou então é manipulação narrativa. Sei lá.

Suponho que seja igual. Não interessa se envolve milhões de euros, mulheres diferentes a cada dia da semana, carros ou casarões, ou mesmo só um grupo restrito de cromos de borbulhas a idolatrarem-te numa casa de jogos. A partir do momento que és o melhor do mundo em alguma coisa, passas a ser um idiota. Só a escala é que muda. E sim, é sempre ridículo.

sábado, dezembro 08, 2012

The Good Life

IMDb

Com um elenco simpático, a coisa pareceu interessante. Acabou por ser deprimente. Não necessariamente mau. Apenas deprimente e um pouco frustrante, pois prometia um final que não cumpriu. Sim, teve pouco clímax. É o que quero dizer. Foi bom na mesma ver a Zooey a ser doce e a cantar. E despida. Vamos não esquecer despida. Tapou as meninas com as mãos, mas não deixou de estar despida.

domingo, fevereiro 12, 2012

The Comebacks

IMDb

Andei mesmo a dormir aí durante uns anos. Como é que há comédias estúpidas que não só não vi, como nem sabia da existência? Vi há dias umas cenas deste na TV. Achei por bem fazer uma pausa das depressões dos filmes que tenho visto, para ver um coisas com piadas ordinárias, idiotas, infantis, sexuais, sem jeito nenhum e básicas. E foi óptimo, devo dizer.

sábado, setembro 03, 2011

Estômago

IMDb | Sítio Oficial

Cá fora é Nonato. Na prisão é Alecrim. Ele bem que queria uma alcunha, quando foi dentro.

Acompanhamos o percurso deste cearense dentro e fora. Em ambas as instâncias, Nonato vai conquistando quem o rodeia com os seus dotes culinários. Cá fora, adormece ao balcão dum tasco, sem dinheiro e tendo consumido. Acaba a trabalhar na cozinha, enchendo o tasco com clientes que vêm comer os seus salgados. O dono dum restaurante mais fino contrata-o e torna-se seu mentor. Na cadeia, Alecrim partilha a cela com mais uma data de marmanjos, liderados por um pulha maior, que dorme no beliche de cima. Alecrim começa por dormir no chão, mas vai subindo na hierarquia. Tudo à custa dos seus pratos.

Como é que uma situação levou à outra? O personagem conquistou o estômago, mas não o coração.

quinta-feira, setembro 01, 2011

[Rec]

IMDb | Sítio Oficial

Uma jornalista espanhola e o câmara filmam um programa secante para a televisão espanhola. Enquanto dormem. Assim se chama o programa. Este episódio específico é sobre os bombeiros. Depois dumas horas a apanhar uma seca no quartel, lá são chamados a um prédio onde uma senhora caiu e fez uns ruídos estranhos. É uma senhora de idade que os vizinhos mal conhecem. Está lá a polícia também. Arrombam a porta e entram dentro do andar. Pensei que teria algo a ver com demónios e pessoas possuídas. Afinal não... ou melhor, se calhar sim. Eles bem insinuam, mas não me pareceu nada disso.

Estava na moda esta coisa da câmara ao ombro, para aumentar a tensão e, acima de tudo, para dar a ideia de que o espectador está completamente envolvido na acção. Neste caso, a fugir escada acima, escada abaixo de...

sábado, março 12, 2011

2 Days In Paris

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Julie Delpy abusa de todos os clichês franceses, num filme escrito e realizado por ela, o que não deixa de ser peculiar.

Delpy namora com Adam Goldberg há dois anos. Passam férias em Veneza e ficam dois dias em Paris, a terra natal de Delpy, antes de voltarem a Nova Iorque, onde vivem. Em Paris, Goldberg é confrontado com os sogros hippies e com ex-namorados de Delpy, para além de toda uma panóplia de franceses que se fazem ao piso, em francês, mesmo na cara dele. Serão dois dias em Paris suficientes para destruir uma relação de dois anos?

Delpy faz um bom trabalho a liderar um projecto simples e perto da realidade que conhece. Chega mesmo a reutilizar o seu quarto, depois de o ter feito no Before Sunset. Acho que só faltavam os pais da personagem serem mesmo os pais dela. Gostei muito da parte final, onde Delpy narra o resumo da discussão que tem com Goldberg, enquanto esta ocorre. Parecendo que não, acabou por ser mais dramático do que ver a discussão em si.

domingo, fevereiro 13, 2011

Paranormal Activity

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Não sei se é Manel ou Jaquim, mas o que é certo é que enquanto via este filme sobre um casal a filmar-se em casa (não, não, nada tão interessante), porque querem ter provas do que acontece durante a noite, se sempre há fantasmas pela casa, como suspeitam, enquanto ruídos estranhos e estrondos eram ouvidos durante a noite, na casa deles, na minha caiu o espelho da casa-de-banho. Sim, poderão refutar que não é a primeira vez que cai, ou que a humidade do banho tomado terá impedido a fita adesiva de colar condignamente. Não acredito que seja explicado de forma tão lógica. Tenho fantasmas em casa. Pronto. Já disse. Reconheci que existem. Agora vão querer mais atenção.

Tão miúdos, estes fantasmas.

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Weirdsville

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Weirdsville é uma adulteração do nome duma terriola no Canadá. Nessa terriola vivem três drogadecos, mais uns quantos seres estranhos. Uns adoradores de Satanás, uns anões com fardas de cruzados e... gente estranha, basicamente. Os drogadecos devem dinheiro ao dealer da zona, um «cavalheiro» que joga curling, usando a vassoura e a pedra como armas para ameaçar quem lhe deve. Numa noite um pouco insana, os drogadecos envolvem-se com uns palermas que fazem um ritual satânico. A partir daí é uma confusão, pejada de situações ridículas.

terça-feira, janeiro 04, 2011

Trade

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Não estava à espera. Este filme foi uma agradável surpresa, apesar da temática mais pesada.

Um conjunto de miúdas enganadas, raptadas, ou compradas. São escravas que serão levadas para os EUA. Uma delas é uma miúda de 13 anos, mexicana, que foi raptada em plena rua, à porta de casa, por mafiosos russos. O irmão vai atrás. Procura-a. Tenta descobri-la. Tem alguma sorte, muita mesmo quando se mete na bagageira do carro de Kevin Kline, um polícia fiscal que procura a filha que não sabia que tinha. Kline preparava-se para desistir e voltar para casa. Acaba por ajudar o jovem mexicano, descobrindo uma rede de tráfico bastante complexa. Pelo meio aparece uma miúda polaca. Mais velha. Enganada. Levaram-lhe o dinheiro, prometendo entrada e trabalho nos EUA. Em parte estavam a ser verdadeiros. Só não o foram nas partes que importavam.

domingo, janeiro 02, 2011

1408

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John Cusack é um especialista do paranormal. Mais ou menos. Escreve livros sobre sítios assustadores. 10 quartos de hotel assombrados. 10 estalagens assombradas. 10 monumentos assombrados. Esse tipo de coisas. É um céptico, como não pode deixar de ser. É óbvio que maior parte das coisas são empolgadas e servem apenas para assustar clientes, para atrair mais clientes. Até que Cusack recebe um postal a avisá-lo para não entrar no quarto 1408 do Dolphin Hotel. Nem o número, nem o nome do hotel são muito assustadores. Cusack não resiste a não ficar no quarto... mas devia ter resistido.

Boa premissa. Desenvolve bastante bem até meio. Depois perde-se completamente e já não consegue voltar. O que é estranho, porque bastava não ter cerca de 20 minutos a mais e a coisa teria funcionado bastante bem.

La Môme

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Quem não conhece esta voz? Quem não a conhece a arranhar dos r's? Não sabia nada da sua vida, confesso. Até pensei que não tivesse grande interesse, mas em criança viveu tanto num bordel, como num circo. Infância mais interessante será difícil. A partir daí é que vem o caos. Os excessos, como ela própria diz, andar a cantar na rua, a pedir moedas. Tinha um vozeirão, a mulher. Um orgulho para os franceses. Morreu com 47 anos. Que desperdício. O que vale é que não se arrepende de nada.

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Butterfly on a Wheel

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Pierce Brosnan atormenta o casal Gerard Butler e Maria Bello. Rapta-lhes a filha e obriga-os a fazerem coisas que, aparentemente, não fazem muito sentido. Ao início, lembrou um pouco a primeira parte do Die Hard 3, com Butlar e Bello a correrem de um lado para o outro, a fazerem coisas idiotas. Depois parecia mais O Jogo, com a componente de lição moral, que altera a percepção da vida. Descobrir o motivo de Brosnan é o que leva a ver o filme até ao filme. Quando descobrimos... meh! É um pouco anti-climático.

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Hallam Foe

IMDb

O Billy Elliot tem problemas sérios. E nem falo do facto de ter um nome de gaija. Não é nada que não se resolva em hora e meia de filme, mas não é coisa que maior parte do pessoal consegue resolver numa vida. Elliot sente falta da mãe. Suicidou-se. O pai enrolou-se com a secretária, pouco tempo depois. Elliot odeia-a e acha-a atraente. A Claire Forlani ainda tem os seus encantos. Culpa-a pela morte da mãe. Acha que a madrasta matou-a. Como se sente triste o tempo todo, Elliot espia as pessoas. Anda pela vila a espreitar para dentro das casas. Quer ver de fora aquilo que perdeu. Depois de algo que o fez exorcitar alguns demónios com a madrasta, Elliot foge para Edimburgo. Pelos telhados da cidade vê as pessoas. Vai sobrevivendo, sem dinheiro nem sítio para viver. Até que vê Sophia Myles, uma miúda muito parecida com a mãe. Embora lá exorcitar estes demónios também. Elliot tem a sorte do lado dele. Consegue resolver as coisas com o pai e a madrasta duma forma que poderia dar muitos problemas. Em Sophia encontra alguém que o compreende e não o julga por todos os atrofios que lhe vão na cabeça. Em Sophia encontra quem o entenda e o ajude a ultrapassar os problemas. Com Sophia, consegue despedir-se da mãe.

Já eu em Sophia gostava de encontrar outras coisas. O Elliot não foi o único a apaixonar-se por Sophia Myles. É que ela é gira e aqui tem sotaque! Como resistir?