quarta-feira, maio 20, 2026

Greenland 2: Migration

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Ui, nesta sequela vale tudo!

Então não é que há um meteorito que destrói a Terra, matando 75% da população. Supostamente, sobrevivem as pessoas que conseguiram enfiar-me nos bunkers espalhados pelo mundo. Acontece que, afinal, nos cinco, seis anos seguintes, há gente a bater à porta do bunker todos os dias.

Quando os nossos protagonistas são obrigados a fugir do bunker, encontram gente com mercados ou simplesmente a brigar em todo o lado. Autocarros cheios de gente. Só falta haver horas de ponta e comboios atrasados, com multidões à espera. À beira do destino da migração obrigatória há uma guerra a decorrer. Sim, porque podemos ser poucos, mas enquanto houver gente há que andar à porrada e matar mais uns quantos. (E o giro é que andam aos tiros e é explosões por todo o lado, porque o mundo pode ser destruído, mas o armamento sobrevive. Ou então houve gente a dedicar-se a fazer mais.)

Não quero spoilar, mas presumo que não haja mais sequelas. A não ser que alguém pegue no universo, mas estas coisas tendem a viver do protagonista. E ainda bem. Porque não sei o que iam inventar a seguir. Às tantas alguém ia arranjar forma de reanimar os mortos. E nem eu, que gosto de filmes de desastres e de zombies, quero ver isso.

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