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quarta-feira, setembro 16, 2020

Wreck-It Ralph


Continuo a achar o twist inteligente e a história é bastante carinhosa. Apesar disto ser o Toy Story dos videojogos, no fundo.

Não apresento ideias muito originais, admito. Mas o filme é o que é. Assim como as minhas opiniões.

sábado, abril 05, 2014

IMDb | Sítio Oficial

No narra a história do derrube da ditadura de Pinochet, através duma feroz... errr... campanha de marketing?

É isso mesmo. Bernal interpreta a principal cabeça dos anúncios que ajudaram a derrubar o ditador, com mensagens positivas e de humor, usando todos os truques de marketing. Terá sido a única vez na história da humanidade que marketing e publicidade tiveram um efeito positivo.

Ia começar por falar na tremenda caracterização do filme, com decoração, roupa e imagem da altura. Depois lembrei-me que nada sei sobre o Chile. Se calhar ainda se vestem assim. Se calhar a tecnologia adequada não chegou lá e por isso a imagem está tão suja. Não sei.

O que é certo é que esta semana foi irónica. Por um lado, o amor provou ser perfeitamente deprimente, enquanto que a palavra «não» foi entusiasmante. Será o suficiente para baralhar qualquer um, até o/a mais anónimo/a.

quarta-feira, abril 02, 2014

Amour

IMDb

o amor é isto e nada mais

Trágico. Intenso. Final. Capaz de levar um homem à loucura. Amour é deprimente mais no sentido de que muitos procuram isto, embora nem todos o encontrem. Não acho que seja deprimente pela história em si, embora haja momentos em que é um pouco. Fará parte.

Claro que também é uma versão do amor muito francesa.

domingo, fevereiro 23, 2014

The Master

IMDb | Sítio Oficial

O registo é exactamente o mesmo do There Will Be Blood. O mesmo tipo de narrativa maçuda. O mesmo tempo, ou melhor, o mesmo demorar para chegar a um sítio... que nunca sabemos muito bem se é onde era suposto chegarmos. A diferença ocorreu no registo diferente do personagem principal, ao qual se junta outro tipo de protagonismo dos personagens secundários. Não se viu só Phoenix. Viu-se quase tanto de Seymour Hoffman (saudadinhas) e ainda bastante de Amy Adams. Ambos os casos contrabalanceiam bastante bem com o meu desdém pelo primeiro.

Ter uns momentos de violência, assim como outros de seios, ajudou a combater a sonolência provocada por este tipo de narrativa. Temia odiar o filme, passando a odiar o trabalho de PT Anderson. O There Will Be Blood é algo que agonia-me falar, hoje em dia. Não aconteceu. Felizmente.

sábado, fevereiro 22, 2014

Anna Karenina

IMDb | Sítio Oficial

Comecei o dia a ver Les Misérables. Nem cinco minutos durou a experiência. Eles não paravam de cantar. Passei para Anna Karenina, sem grande esperança da coisa melhorar. Acabei por ser surpreendido com uma boa montagem e excelentes transições de cenas. A história é engraçada, mas nada de mais. Tem um cheiro da narrativa russa, mas seria impossível conseguir passá-la completamente. Acredito ser algo que só funcione em formato livro. Também esta coisa de fascínio pela Keira Knightley é algo que passa-me bastante ao lado. A «mulher» é um esqueleto andante.

domingo, fevereiro 16, 2014

Lo Imposible

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Isto uma pessoa às tantas esquece o Ewan McGregor, mas o que é certo é que todos os anos vai fazendo filmes que andam nas listas de Óscares. Qualquer dia ainda calha, embora por enquanto nunca seja ele o nomeado.

Acabei de fazer uma associação rápida de ideias. O início do ano, em especial janeiro, tende a ser muito deprimente. Há uma data de factores, como ter passado a época natalícia, as pessoas estarem a pagar as despesas dessa época, o frio, chuva e ainda faltar muito para o Verão, altura de mudança, etc. Junto a estes factores um outro: é altura de Óscares. E se há conjunto de histórias mais deprimentes que tudo, são os filmes nomeados a Óscar. É tudo à volta de sofrimento e desolação. Este Imposible tem uma parte de esperança. Mesmo assim...

Cada vez anseio mais pelo Verão, também pelos seus maravilhosos e divertidos blockbusters.

sábado, fevereiro 15, 2014

Flight

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Denzel é um alcoólatra e drogado. Até aqui nada de especial, não fosse piloto. Mesmo só com esta informação não temos uma história muito original. A questão é que Denzel aterrou um avião impossível de aterrar. Se formos meticulosos, o correcto é dizer que despenhou o avião. Mas maior parte dos passageiros sobreviveram, algo que poucos pilotos, se algum, conseguiriam fazer. E tudo isto sob a influência de álcool e cocaína. O que faz-me pensar se o que nos têm dito durante estes anos todos não será peta.

Testemos. Embora aí beber uma data de vodkas seguidos, snifar umas linhas e metermo-nos num cockpit. Quem alinha?

Life of Pi

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Será isto muita imaginação ou pouca? Dependerá do ponto de vista. Misturar Forrest Gump com Cast Away e ainda meter-lhe o Slumdog Millionaire à mistura, é algo que não me lembraria. Eu acho que teve alguma imaginação. Mais ainda quando se mete um tigre na história. E agora pensarão os meus três leitores: qual é o problema de ter um tigre? É complicado quando se tem que partilhar um bote com um tigre, no meio do oceano Pacífico.

Essa é a grande parte da história: a sobrevivência. Até lá o narrador mostrava-nos partes da sua vida, do seu crescimento. A certa altura desaparece de cena o presente e estamos apenas no passado, no oceano.

Para mim só foi chato ter que ver dois filmes seguidos com a mesma temática, embora um tenha o tal tigre. Tirando isso, até se vê melhor do que pensava.

domingo, fevereiro 02, 2014

The Sessions

IMDb | Sítio Oficial

Saltamos para algo um pouco mais pesado, voltando à temática Óscares. Embora num ano diferente.

Apercebi-me que ainda tenho uns quantos «filmes de Óscares» do ano passado para ver. Foi um ano em que não vi muita coisa e, pior, também não achei que houvesse algo de extraordinário para ver, dentro da lista de nomeados e mesmo vencedores. Um pouco como este ano, no fundo. Contudo, há sempre um filme ou outro, um underdog, que acaba por surpreender. Tinha alguma esperança que fosse este The Sessions.

John Hawkes vive deitado, por incapacidade dos seus músculos funcionarem. Está assim desde miúdo. O que faz com que tenha alguma dificuldade em engatar miúdas. É um jogo para jovens que conseguem mexer-se, no fundo. Aos 38 anos é virgem. E por aí manter-se-ia, não fosse alguém falar-lhe duns terapeutas sexuais. Entra Helen Hunt... para que Hawkes possa entrar. HA!

O filme é bonito e intenso. Uma boa dose de humor disfarça qualquer desconforto com cenas mais chocantes, como ver a Hunt nua várias vezes. Não é que seja horrível. Longe disso. É só peculiar ter os nossos sonhos a realizarem-se, tantos anos depois.

Já depois de Hawkes perder os três, a partir daí foi um chorrilho de mulheres, umas atrás das outras. Isto só custa começar.

segunda-feira, agosto 26, 2013

Zero Dark Thirty

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Porque teve que chorar? Percebo que seja um momento emotivo. Percebo tudo o que está por trás. Se a personagem fosse interpretada por um homem, teria chorado?

Imagino o vazio depois disto. Toda uma vida profissional, por muito que não seja das mais extensas, dedicada a um objectivo. E depois de o cumprir? Que fazer então? Até para mais, tendo em conta que foi um bom trabalho, tendo em conta que trabalho foi, esta moça teria direito a um ano de férias, ou mais. Só que não as tira. Gente desta nunca consegue estar quieta. Quem me dera a mim poder ter férias durante um ano. Se há coisa que sei fazer bem é nada.

PS - Foi um bom treino para habituar-me a ver o Chris Pratt militar. Não é uma transição fácil.

quarta-feira, agosto 07, 2013

Django Unchained

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Não, ainda não tinha visto. Sim, foi uma idiotice ter demorado tanto tempo a ver. Ok, agora que já despachámos esta parte, podemos seguir em frente?

Este Tarantino é um exagerado. Os momentos épicos então... As musiquetas que mete, os planos que faz... as pausas. O sangue! E que cena foi a de meter-se como australiano aqui? Adoro o gajo. Sei que não é difícil, mas neste momentos tenho algum orgulho da minha pessoa enquanto aficionado de cinema. Gosto deste caramelo desde o primeiro minuto, desde a primeira cena. Não sou louco. Não gosto de tudo. O Jackie Brown a mim não me aquece nem arrefece. Mas desde o início que aprecio as suas histórias. E volto a frisar, não é difícil, claro, mas adoro saber que mesmo que desaparecesse da face da terra durante anos, com o homem a fazer alguns filmes no entretanto, sei que reconheceria o seu trabalho de imediato. Por muito que mude muitas vezes de género. Por outro lado, quão incrível seria ter assim três ou quatro filmes Tarantino para ver? Raios, agora tenho inveja de jovens adolescentes que descubram agora o seu trabalho. Será que o Pulp Fiction continua a ter o mesmo impacto num adolescente?

Fora isto, o que há a dizer é que adorei ter odiado de morte o Samuel L. Jackson. Chamar-lhe Uncle Tom teria sido exagerado?

sexta-feira, julho 19, 2013

Skyfall

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Bond:
Ainda Craig. Ainda o pior de todos. E parece que vai manter-se por pelo menos mais um.

Odeio o gajo.

Sinopse:
A MI6 sofre um ataque cibernético, que termina numa explosão no edifício. Já antes os vilões tinham conseguido roubar informação secreta sobre os seus agentes. O grande alvo é M. Há um plano de vingança que, entre outros, tem o objectivo de arruinar-lhe a carreira, procurando que seja despedida sem glória, depois de todos os anos ao serviço.

Vilão/Capangas:
O vilão é bom, sim senhor, ou não fosse Bardem. O rapaz tem o suficiente de disforme para parecer um óptimo Bond villain. Convenhamos que saber representar ajuda. Agora, a questão que se levanta é: será um sonho para um actor ser um Bond villain? Espero que não haja muitas miúdas a querer ser Bond girls, mas villain será fixe. Claro que toda a gente quer ser o Bond. Tendo em conta que é o Craig, até é possível qualquer um ser o Bond. Aparecer em qualquer filme destes, hoje em dia, tem as suas vantagens só por si. Entenda-se: €€. Mas eu curtia. Se fosse actor, gostava de ser o vilão. Especialmente se pudesse ter um gato ao colo.

Bond Girls:
Gostei de Eve. Muito pela surpresa que não revelarei aqui. Acima de tudo pelo flirtar com o Bond. Óptima química entre os dois, por muito que Craig seja um robô. Já a francesa... não acharia piada em teoria, mas depois de minutos em cena e um par de decotes, fiquei convencido. Pena ter aparecido tão pouco.

Gadgets:
Bond fica desiludido com a pistola e rádio detector. Queixa-se. Resposta:
- Were you expecting an exploding pen? We don't really go in for that any more.

Odeio o novo Q.

Cena Bond:
Não abundaram «cenas Bond», mas ao menos houve uma. Bond persegue um capanga, em cima dum comboio. O nosso herói passa duma carruagem para a outra usando uma retroescavadora. Não faz muito sentido, bem sei. É difícil de explicar. Teve piada.

Notas finais:
Este foi mais Bond. Até no genérico. Abençoado Sam Mendes. Não sei se foi ele ou não. Será a referência duma equipa que trouxe um pouco de Bond de novo ao franchise. Continua a haver demasiada coisa que não faz sentido, muito em termos de continuidade. Nunca foi o forte dos filmes Bond, mas ter uma M que aparece nas primeiras e nas últimas aventuras do personagem é só estúpido. As bocas ao Q também são esquisitas. E que raios foram aqueles momentos de chamar velho a este Bond? Não é suposto estar a começar a carreira de mais famoso agente secreto britânico? Passava ainda sem saber tanto sobre o passado do personagem, mas fico contente que voltámos a ser fiéis ao passado. Fala-se de Mendes para o próximo. Acho que não aceitará, mas gostava muito que o fizesse.

quarta-feira, julho 17, 2013

The Hobbit: An Unexpected Journey

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Dez anos. Faz dez anos desde os filmes do Senhor dos Anéis. Não tinha percebido que tinha passado tanto tempo. Parece que foi ontem. O que é certo é que uma década foi o suficiente para anestesiar-me em relação a filmes épicos. Um trilogia - embora desnecessária -, do Hobbit deveria ser algo épico. Não o é. Não quero ser mal interpretado. Regressar a este universo será sempre um prazer. Só que já não é a mesma coisa. O deslumbrar de ver certos personagens ganharem vida.

Toda a gente sabe que o Hobbit é o mais fraco dos livros, ou não tivesso sido escrito sem intuito de prolongar o universo. Mas ver o grupo dos 13 deveria ser mais empolgante. Conhecer o pai de Gimli deveria ser uma experiência só por si. Ver, nem que seja por um segundo, Smaug, deveria arrepiar-me. Porque não aconteceu, então? Estarei mais velho? Não fará grande diferença. Não é como se tivesse visto os outros na adolescência. Suponho que sim. Suponho que ver Avengers, 6 Fast & Furious, ou outros, tenha-me deixado mais frio.

Estou (estamos?) mal habituados.

Claro que não ajuda já ter visto alguns truques de certos personagens, usados em determinadas situações. E em nada ajuda ver cantorias ridículas. Essa parte então era escusada.

domingo, fevereiro 17, 2013

Argo

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Hollywood adora parecer intelectual e preocupada com outros assuntos que não fazer uma batolada de dinheiro. Daí os «temas» que às vezes ganham as rondas de prémios vários.

Se há outra coisa que Hollywood adora é congratular-se por existir, como se o seu propósito não fosse apenas entretenimento... de modo a poderem fazer uma batolafa de dinheiro.

Embora tente-se dar o ênfase ao herói na vida real, que salvou meia dúzia de pessoas, o que é certo é que Argo deverá ganhar ainda mais prémios que tem ganho, muito por causa desta nada subtil palmadinha nas próprias costas. Claro que isto em nada põe em causa o trabalho de Affleck, que está feito um homenzinho e fez uma bela obra de entretenimento. Mesmo que a sua representação esteja cada vez pior.

UPDATE: Ao que parece terei visto uma versão editada do filme. Ou seja, vi uma versão mais curta. Terei gostado por ser mais curta, ou simplesmente não teria gostado da mais longa? Nunca saberemos.

domingo, fevereiro 10, 2013

Wreck-It Ralph

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Outra vez nas alturas e as minhas escolhas recaiem sobre animação para ver.

Wreck-It Ralph é uma espécie de Toy Story dos videojogos. No fundo, quando as crianças/jogadores não estão em frente às máquinas, os personagens dos jogos ganham vida. E no caso do Ralph, chega mesmo a partir tudo. Maior parte das vezes sem querer, mas algumas de propósito, ou não fosse essa a sua natureza.

O filme tem dois públicos-alvo. As crianças, claro. Sortudas. Mas também os nerds de vídeo-jogos. Em especial os que cresceram com estas coisas. Há montes de pequenas boas referências e tenho a certeza que não apanhei todas. Será um sonho molhado para os gamers harcore ver os glitches a lembrar os velhos jogos.

Para além de ser divertido, claro.

domingo, fevereiro 03, 2013

Silver Linings Playbook

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A Jennifer Lawrence de cabelo preto?! Jasus! Alguém verificou se isto era ilegal? Como não ser ilegal? É impossível. Tem que ser. Não é possível uma coisa tão incrível não ser ilegal. Alguém verificou? É que pelo meio ainda há umas danças com roupa justa e uns saltos com pernas enroladas à volta da cabeça do Bradley Cooper. E, já agora, outra vez este gajo. Se não é as mãos onde não deve, é o nariz algures delicado o suficiente para tal acto não estar a ser feito à frente de tanta gente. Que salafrário me saiu este rapaz.

Silver Linings Playbook não é para toda a gente, mas para quem é servirá bastante bem. As representações não estão tão boas como podiam estar. Em especial a cena da aposta, que parece improvisada em demasiados momentos, e não improvisada em bom. O conceito então é para lá de aterrador. Falamos na possibilidade de ser melhor ter duas pessoas malucas juntas do que separadas. Não, uma loucura não anula a outra. Se bem que gosto que ambos sejam cruelmente honestos um com o outro. Lá está. Tem o seu q de divertido. Algo de estúpido romântico. E uma insinuação de proximidade com o espectador, ou não fossemos todos loucos da cabeça.

terça-feira, janeiro 29, 2013

Beasts of the Southern Wild

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Que podes esperar de Beasts of the Southern Wild:
- Uma data de frases feitas com cabeça, saídas da boca duma criança.
- Pai e filha a interpretarem papéis em que berram.
- Mais inteligência que se esperaria duma data de gente que vive numa «banheira».
- Boas imagens... se bem que algo movimentadas.
- Outras imagens desoladoras, mas boas na mesma.
- Uma história comovente, por muito que pouco real.
- Fantasia bem colocada no meio da história.

sábado, janeiro 19, 2013

Cloud Atlas

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Não fazia ideia o que era Cloud Atlas. Sabia que alguns actores faziam vários papéis. Sabia da realização. Sabia ser baseado num livro. Pouco mais. Não é fácil entrar na narrativa. Ao início os saltos entre histórias são muito rápidos. Alguns actores demasiado parecidos entre histórias. Algumas coisas colam as histórias, mas de forma ténue. Porque é isso que Cloud Atlas é. Um conjunto de histórias em vários pontos no tempo e até na realidade. A grande diferença é que são todas boas histórias e bem contadas.

domingo, dezembro 16, 2012

Frankenweenie


Para o comum mortal, a experiência aérea a ter é entrar num clube qualquer de milhas em altura. Para o velho e bom DaMaSCo é ver um filme a uma distância e velocidade consideráveis. Não será uma novidade, mas é a primeira vez para o blogue. Por mim até fazia sempre assim. Passeava e aproveitava para ver umas coisas. Tenho que encontrar algures esse trabalho.

No que concerne ao filme, o que parece é que Tim Burton volta à infância para fazer algo mais puro. Ao que sei, esta é uma história sua mais antiga. E nota-se. Até parece algo biográfico. O miúdo esquisito, demasiado inteligente e artístico (faz filmes amadores) para os coleguinhas. Tem no seu cão o melhor e único amigo. Quando o bicho morre num acidente, fica desolado e muito inconsolado, ao ponto de arranjar forma de o trazer de volta do mundo dos mortos.

Ao contrário dos últimos filmes de Burton, gostei muito deste Frankenweenie. É simples, negro qb e muito criativo na forma como adapta a velha história. E foi óptimo para ajudar a passar algum do tempo enfiado na caixa metálica.

sábado, novembro 24, 2012

ParaNorman

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Um jovem rapazito vê pessoas mortas. Fantasmas, vá. (Que é que isto me faz lembrar?) Os pais não gostam que tal aconteça. E há um tio qualquer a quem também acontece. Um tio ostracizado, pois claro. Os miúdos tratam-no mal na escola. Também pudera, o idiota do rapaz é mais simpático com os mortos do que com os vivos. A coisa vai piorando, até que o tio lá fala com ele. Explica-lhe da maldição da bruxa e como é responsabilidade da família apaziguá-la. E toda a gente sabe que com grande responsabilidade, blah blah blah. O miúdo faz o melhor que consegue, por muito que tenha medo (a sério que isto lembra-me alguma coisa), e com a ajuda de novos amigos e velhos inimigos lá consegue aacbar com a maldição. Que mais há para dizer? Ah, sim: meh!