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sexta-feira, agosto 08, 2025

Boy Kills World


Afinal ainda deu para ver mais um. Tive de acordar cedo, não tendo dormido muito, e começar logo a trabalhar. Assim pude terminar mais cedo, dando tempo para ver mais um filme de porrada. Não foi uma «semana perfeita», mas quase. (O Venom não conta, que comecei a vê-lo há semanas).

Boy Kills World foi bem fixolas. Uma história meio parva, mas que deu boas cenas de acção. E, tenho de admitir, houve um twist que surpreendeu-me, criando até algum interesse que foi para além do sangue a jorrar.

Teve um bocadinho de história, vá. Não muito, mas alguma coisa de novela.

quinta-feira, agosto 07, 2025

Fight or Flight


A senda de porrada continua. A ideia era ver cinco filmes destes, nesta minha semana de soltura. A vida já não é o que era. O plano não resultou porque há sempre alguma coisa que fazer. Ou então dá jeito dormir cedo, para começar o dia muito mais cedo, para ter tempo para fazer coisas mais tarde.

Uma chatice, isto de ser adulto.

Fight or Flight foi uma alegre surpresa. Sempre gostei de Hartnett e é uma alegria revê-lo. O conceito é simples. Alguém adorou a cena na igreja do Kingsman e decidiu fazer o mesmo num avião. Não convém pensar muito no assunto. É um avião cheio de cobr... Assassinos! E o nosso amigo Josh tem de salvar uma miúda de toda a gente, menos das pessoas que a protegem desde sempre, mas só a partir de meio do filme.

São coisas que acontecem. Não penses muito nisso. Não há tempo e não vale a pena.

quarta-feira, agosto 06, 2025

Ballerina


Quando vi Ana de Armas no mais recente Bond, disse-o na altura, achei que a moça merecia o seu próprio filme de acção. Aliás, na altura até achava que ela faria melhor Bond que o canastrão Craig.

Hollywood viu o mesmo que eu e não perdeu a oportunidade. Ela faz bem este papel. Ao nível do Reeves. Quase tão bem, vá.

Ballerina é mais do mesmo universo John Wick. Muitos tiros e porrada, intercalados com alguma história e diálogo. Não é a segunda parte que interessa. Porque entre a cena com as granadas na loja de armas, e a Ana vs. cidade inteira na neve... Epá, qualquer uma, individualmente, já faria o filme bom. Mas foram duas e ainda houve mais umas bem fixes.

Criatividade abunda nestes filmes. É de louvar. Muito.

segunda-feira, agosto 04, 2025

Novocaine


Nunca pensei ver o filho do Dennis Quaid à porrada com o filho do Jack Nicholson. No entanto, aqui estamos. Vive le nepotism!

Isto enquanto que a actriz que limpou o sebo a um predador, no tempo do arco e da flecha, faz de donzela a precisar de ser salva.

Convence aí o DaMaSCo de 15 anos que isto vai acontecer. Anda. Convence lá! Não consegues, pois não. É natural. Se há ficção a sério é a realidade, não este mundo criado onde um gajo leva porrada o dia todo e, mesmo assim, é o herói no final o dia.

domingo, fevereiro 16, 2025

Back in Action


Pessoal, o Marky Mark já fez esta história no Family Plan.

OK, verdade que não tinha o gancho da Cameron Diaz «voltar à acção» literalmente, depois de muitos anos fora destas andanças cinematográficas. Mesmo assim. Family people a serem agentes secretos... Bem, se calhar quem começou a coisa, agora que penso no assunto, foi o sr. & sra. Smith. Talvez até alguém, andes disso, tivesse idealizado rebentar com os subúrbios aos tiros. Quem nunca?

De qualquer modo, a narrativa é parva demais e não faz sentido. Mas a acção é óptima. A sério. Nível máximo.

PS - Este é o primeiro filme que vejo, saído este ano.

quinta-feira, agosto 22, 2024

The Union


Isto um gajo chega a certa idade e pensa que já viu tudo. Não há surpresas. Os filmes novos são cópias dos velhos. É só mais do mesmo. Até que surge um filme que volta a encher-nos o coração de esperança.

Em ano de sequelas e mais sequelas, Union é uma original lufada de ar fresco. E eu vi - e gostei muito - do Deadpool & Wolverine.

O filme é deliciosamente confuso e muito pouco faz sentido. Ou nada, mesmo. Mas não consegui tirar os olhos do ecrã. Pousei o telemóvel e absorvi cada milésimo de segundo dum filme que, a meio, parecia já ter mostrado tudo. Não, longe disso.

E o que é The Union?

We don't recruit out of Princeton or Harvard. We're not looking to tap the Yale skulls or the Oxford tennis team. We're looking for people that fly under the radar. An invisible army that keeps the world running. People who do the actual work. Street smarts over book smarts. Blue collar, not blue blood. People that build our cities, keep production lines humming. That's who we are… and we get shit done. People like us are expected to get shit done 'cause nobody ever handed us anything a day in our lives.

The Union é tudo.

segunda-feira, julho 15, 2024

Argylle


Percebo que quisessem continuar uma equipa que ganhou no passado. O Kingsman foi um sucesso inesperado. Porque não voltar a juntar material original, realizador e até Samuel L. Jackson? Porque fazer a mesma coisa e esperar o mesmo resultado é demasiado ego!

Gosto das histórias desta gente, é verdade. Quase todas. Não todas. Em Argylle temos o enredo do Romancing the Stone (escritora totó que conhece o personagem dos seus livros na vida real), misturado com um filme qualquer que não me recordo. Mas eu já vi este gancho em que um livro, ou obra de ficção, é tão real que os maus da fita querem algo do autor. Depois os autores lá meteram o seu cunho pessoal, mas aqui não conseguiram fazer a diferença. (Falta-lhes o Millar?) Como tal, percebo porque o filme não foi tão bem recebido como seria de esperar.

Haverá sequela?

domingo, junho 16, 2024

The Fall Guy


Finalmente conseguimos ver. Foram um par de tentativas, todas frustradas. Problemas técnicos, falta de vontade, dias longos que pediam noites mais curtas. De tudo um pouco. Valeu a pena? É bem divertido.

Custa-me a entender que tenha sido um flop no cinema. Tem um bom elenco. Mistura humor, romance e muita acção. Fartam-se de publicitar o filme. Que mais é preciso? OK, a história é previsível e rebuscada. A parte da necessidade do telemóvel não faz qualquer sentido. Mas não é lógica que se espera num filme destes. Queremos é bocas parvas, muita porrada e booooooooom! Fall Guy tem tudo isso.

Esperemos que ao menos seja sucesso de videoclube. Tenho fé.

PS - Entretanto vi algumas notícias que o filme terá sido um sucesso mundial. Parece que só no país de origem é que não apreciaram a coisa.

sábado, maio 25, 2024

The Ministry of Ungentlemanly Warfare


A expressão «baseado em factos verídicos» é bastante simples e clara. É só baseado em algo. Não é, de todo, o que aconteceu. A narrativa é trabalhada para bater em algumas teclas base e funcionar noutro «formato» que não a realidade. Neste caso, na sétima arte.

Em nem consigo conceber que seja baseado em alguma coisa minimamente próxima de algo que tenha acontecido. Via o filme e tudo pareceu-me impossível. Chegou ao ponto de começar a não acreditar que barcos andam na água. Mesmo tendo estado em alguns há pouco mais duma semana. Sim, chegou a esse ponto. Porque tudo o que acontece neste filme é para lá de estapafúrdio.

Também é particularmente divertido e grande entretenimento. Gostei muito.

terça-feira, maio 21, 2024

Road House


Shit happens. Only here it happens on a beautiful day.

Um bar num sítio paradisíaco em Florida Keys. Uns meliantes tentam (e falham) assustar a dona, para que o patrão possa construir um empreendimento de férias. A dona já contratou não sei quantos bouncers. Ninguém aguentou muito tempo. Até Jake Gyllenhaal aparecer no pedaço. Jake é um ex-lutador de MMA, caído em desgraça. Logo, não tem muito mais que fazer.

O filme tem o seu q de parvo. A começar e a acabar na escolha de McGregor para o papel, para além das suas próprias escolhas pessoais para a intrerpretação. Lá pelo meio do filme até tentam embrulhar bem a coisa e dar-lhe algum sumo. Quase conseguem disfarçar que isto é um filme de porrada, sem muito para onde ir. Até que chegamos ao último terço do filme e foi um caos absoluto.

Ah não temos direcção para ir? Então vamos para todo o lado. À grande.

sábado, março 02, 2024

Mission: Impossible - Dead Reckoning Part One


Primeiro filme de Março. Toma lá um mega blockbuster, cortesia da Sky Showtime, que é para veres como elas mordem.

Tive de ver um recap das outras «Missões». Claro que já não me lembrava do que tinha acontecido. Convenhamos que o primeiro filme tem quase 30 anos. Não é brincadeira. É mais que óbvio que esqueci-me de tudo. Ou assim pensava. Calma. Não me lembrava das histórias. Quem é que se lembra das histórias destes filmes? Já cenas, dessas lembro-me bem de algumas. Porque são emblemáticas. Poder-se-á dizer muita coisa deste franchise, mas uma coisa é certa: estes filmes têm pinta e são primores de acção. E correrias. Toda a gente se lembra de ver o Cruise constantemente a correr. Acontece em todos os «episódios». E ainda bem. No dia em que ele deixar de correr, deixarão de fazer sentido. Porque sim, mesmo neste, mesmo passados 30 anos, continua a ser fixe ver o Cruise a correr. E a saltar de montanhas. E a escalar prédios. E a agarrar a aviões a levantar voo.

Podia continuar a lista. E tudo o que descrevesse, tu ias lembrar-te. Porque foram cenas incríveis.

Caraças! Quando é que estreia a segunda parte?

sábado, janeiro 13, 2024

Polite Society


Belíssima mistura de filme Bollywood com uma história clássica de irmã mais nova proteger a mais velha duma relação tóxica, onde o marido quer implantar nela um clone da própria mãe.

Reitero o que disse: história clássica.

sexta-feira, janeiro 05, 2024

Silent Night


Amanhã é Dia de Reis. Termina assim mais uma época natalícia. Esta foi diferente, sem dúvida. Mais calma que o ano passado. Mais povoada, também. Uma coisa não mudou. Espero mesmo que não mude tão cedo, embora virá o dia em que também isso cansará. Foi altura de ver filmes alusivos à altura do ano. E foi fixe. Já tinha sido o ano passado.

Termino com o filme violento de Natal. O ano passado também houve um. Será mais uma moda do período. Não me importo. Se houver um filme de Natal violento por ano, acho fixe. O problema é que vão estragar tudo e para a próxima não há um, mas quinze destes. Será mais um momento em que o ser humano estraga as suas próprias boas ideias.

Sobre Silent Night, é uma parvoíce. O John Woo finalmente ouviu as críticas e tirou a pior parte dos seus filmes: as falas. Ficou a acção e umas cenas bonitas, embora desprovidas de sentido, em câmara lenta. A imagem de marca do realizador.

Uma coisa me questiono. Se Kinnaman não teve falas o filme todo, foi pago como figurante?

domingo, julho 02, 2023

Fast X


Oh raios, isto é a primeira parte? Quer dizer, sim, eu sei que é o 10.° filme. Tive um bom professor a ensinar-me numeração Romana. Calma! Não sabia era que terminava em To Be Continued.

Sendo que a acção nestes filmes continua épica, começo a ter alguns problemas com as cenas que não são de acção. Todo o momento na ponte, no Rio de Janeiro, foi miserável. Tinham armas apontadas ao Momoa. Ele ficou sem a refém. Era só dar-lhe um tiro. Tudo terminava ali. Quer dizer, mais ou menos. Os mercenários continuavam a ter o dinheiro do lado deles, com ordens para matar Dom e família, suponho. Mesmo assim. Ficavam sem o «chefe». Sempre ajudava.

Visto que vou ver mais uma parte (pelo menos), não vou alongar-me. Ficam apenas três notas simples.

1. Vi um recap antes do filme e fiquei logo saturado. Aconteceu taaaaaanta coisa até chegarmos a este X. É absurdo.

2. A forma ligeira como uma criança disparou mísseis e matou uns quantos mercenários, nos seus carros, fez-me alguma confusão. O miúdo não destruiu apenas veículos. Matou pessoas. Não é assim tão simples.

3. Este nem devia ser o ponto 3. É um 2.1 ou 2.2, na verdade. Família. Estão sempre a falar nisso e tem sido a base do personagem de Dom. Ainda mais nos últimos filmes. Mas... Então e as famílias que eles destróiem, enquanto andam com os carros em alta velocidade, a criar constantes acidentes? Na autoestrada Portuguesa não foram só carros de mercenários que iam explodindo, convenhamos.

Bem, estes filmes não são para ser levados a sério. Interessa é ver explosões e o Dom a desafiar todas e quaisquer leis da física, equipado «apenas» com um Mustang. Isso sim é que interessa. É o que estes F&F fazem melhor. Venha daí o XI. Mal posso esperar.

sábado, junho 10, 2023

John Wick: Chapter 4


Jonathaaaaaaaaaaaan!

Emoções fortes à parte, foram quase três horas de filme, que duraram quase cinco ou seis. Não que o filme custe a ver. Longe disso. Teve muito mais diálogos e pausas que os outros (demorou meia hora a chegar a primeira cena de acção digna desse nome), mas viu-se muito bem. Não tem nada a ver a demora.

Se tardei a terminar o filme foi por causa da Madame M., que gosta de ter atenção e, pelos vistos, não é grande fã de Keanu Reeves. Estas novas gerações... Se não é um bebé influencer no Tik Tok, não é ninguém.

Tenho alguma dificuldade em despedir-me destes filmes. Começavam a ser repetitivos, é certo. A acção continua interessante e com bastantes cenas divertidas. A parte na rotunda do Arco do Triunfo foi bem fixe. Mas... Custa-me dizer isto, mas acho que neste filme vi o Wick matar o mesmo stuntman umas quatro vezes. Para mais, a cena de «pausa para conversar», seguida de «cena de corredor aos tiros e afins», só para voltar a pausa e mais tiros, pausa e tiros noutro sítio... Há limites para a tolerância de vermos o mesmo cavalheiro a passar sempre pela mesma coisa. E a sobreviver a quedas de dois e três andares.

Sinto que fizeram um filme a mais. Teria dado para concentrar em três e ficaria ligeiramente melhor. Mesmo assim, seria gajo para ver já os quatro de seguida agora, não fosse impossível em termos de tempo (graças às necessidades da Madame M). Venha daí a versão «bailarina» com a Ana de Armas. Quero muito ver isso.

segunda-feira, abril 24, 2023

Ghosted


Eu sou um gajo fácil. Não é preciso muito para convencer-me a ver um filme. Juntar Ana de Armas com Chris Evans é exagero. Nem preciso dos dois. Bastava um. Não em qualquer filme, verdade. Não vi (nem quero ver) o dela com o Affleck, por exemplo. Mas Armas aos tiros, ou Evans a fazer seja o que for? Basta isso.

Agora, não quer dizer que não me sinta enganado no final. Ghosted é uma premissa engraçada e tem cenas de acção porreiras (Armas à porrada é qualquer coisa), mas tudo o resto é paisagem da reles. O desenrolar de história é ridículo. Os diálogos são absurdos. Não há química nenhuma entre os protagonistas. Os cameos são despropositados. É tudo colado a cuspo e demasiado parvo.

Fizeram uma coisa para divertir e para divertirem-se. Tudo bem. Não há mal nenhum nisso. Mas, se eles não o escondem, não vou ser eu a fazê-lo, só porque tenho um crush no Ev... Na Armas!

sábado, março 11, 2023

Operation Fortune: Ruse de Guerre


Este filme esteve para sair o ano passado. Havia expectativa. O mesmo elenco de buddies do Ritchie (mais ou menos), acrescentando talento americano. Ainda para mais, Ritchie vinha de dois filmes bem sucedidos depois de alguns flops, provando que estava outra vez no topo. Tinha tudo para correr bem. Então porque foi adiado? E, pior, porque sai no início deste ano, para uma altura em que os estúdios não estão a lançar os seus melhores filmes?

A resposta a ambas as perguntas é fácil: o filme é uma m€rd@.

Não sei que aconteceu, que anda Ritchie a fumar (ou a não fumar), mas não há nada que se aproveite deste desastre. A história não faz sentido algum. Os personagens são desinteressantes, assim como a acção. Plaza e Hartnett são erros de casting embora, em defesa destes, não há química alguma entre qualquer um dos actores neste filme. A começar no nome e a acabar... em tudo, este filme é simplesmente de evitar.

quinta-feira, fevereiro 09, 2023

Plane


Será possível que vejo o primeiro filme em Fevereiro apenas no dia 9? Para onde foi o tempo? Para onde foram os dias? Juro que hoje ia pôr a data num qualquer ficheiro e dei por mim a pensar que ainda era Janeiro! Surreal.

Quase tão surreal como a história deste Plane. Um voo no último dia do ano vai meio vazio, entre Singapura e Japão. Ao passar por uma tempestade leva com um raio e frita tudo. Têm de aterrar e conseguem fazê-lo numa estrada de terra, numa pequena ilha. Sim, uma estrada inteira a direito. Em Portugal não se encontra uma estrada tão direita no país, quanto mais numa pequena ilha que mal aparece em mapas. Como se não bastasse, a ilha é controlada por piratas, ou bandidos, ou o raio. No fundo, maus da fita que raptam e matam pessoas, exigindo resgates a governos e entidades. Epá, não basta um gajo despenhar-se, também tem de ser raptado? Ele há gente com azar, de facto.

Nem tudo é mau. Têm Butler como piloto e herói de serviço, sendo que faz também algum stand-up quando fala pelas colunas do avião. O homem é multifacetado e quase não sangra, mesmo levando dois balázios. O universo lá arranja forma de equilibrar as coisas, é verdade.

sábado, janeiro 14, 2023

RRR (Rise Roar Revolt)


Posso ter ficado sem filmes Star Wars para ver, mas não quer dizer que tenha ficado sem filmes épicos para ver. E «épico» será uma boa palavra para descrever RRR. Haverá outras, por certo. Muitas mais. E se este filme precisa delas. De todas elas. Até talvez uma língua delas não chegue. Talvez precise ser descrito com mais palavras. De mais línguas. De todas as línguas.

...

OK, calma. Respira. Fui longe demais. Também não é o supra-sumo do cinema. O filme é muito divertido. Tem três horas, mas tirando ali uns dez ou quinze minutos depois das 2h30, em que a coisa abranda demasiado, tudo o resto vê-se muito bem. Não se dá pelo tempo a passar. Estão sempre a acontecer coisas e, mais que não seja, a falta de sentido de algumas delas faz-nos continuar muito atentos a tudo.

É uma senhora história, cheia de voltas e momentos difíceis de entender, quanto mais de descrever. Percebo a atenção que teve o ano passado. Percebo porque aparece em boas listas. Faz sentido.

sexta-feira, dezembro 30, 2022

Violent Night


Esqueci-me deste. Afinal ainda tinha um filme de Natal para ver. Ou é polémico? Sim, está cheio de tirinhos e violência generalizada, como o Die Hard. Também tem uma data de «tropelias» ao estilo do Sozinho em Casa. É controverso dizer que é um «filme de Natal»? É que Violent Night tem, literalmente, o Pai Natal!

Um filme com o Pai Natal é um filme de Natal, certo? Independentemente do Nicolau ter arreado porrada numa data de gandulos, com um mega martelo. Certo?