Mostrar mensagens com a etiqueta (2024). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta (2024). Mostrar todas as mensagens

sábado, abril 18, 2026

Sketch


Quem diria que, depois da festa de anos da Madame M., teríamos ainda energia para ver um filme. Bem, ajuda que os miúdos estavam tão cansados como nós. E que o filme só tem uma hora e meia. Mesmo assim. Achei mesmo que um de nós adormeceria a meio.

Agora, que raio vimos? Não estava nada à espera das camadas que o filme tem. Pensava que era só uma fantasia fofinha familiar. E é. Mas também é terror e drama e muita criatividade. Apesar de ser apenas uma história simples duma família a lidar com a morte da mãe.

Bom filme, atenção. Não tenho talento para mostrar isso, muitas vezes. Só tenho algum jeito para dizer idiotices. De forma directa, que é a única maneira que o sei fazer/dizer, o filme está muito bem feito.

quarta-feira, abril 01, 2026

Beautiful Wedding


Parece mentira mas finalmente vi este filme. Anos depois do primeiro. Até anos depois de ter saído. E dias depois de ter começado. Agora vejo pedaços de filmes em curtas viagens de comboio, no telemóvel. 20-30 minutos, aqui e ali, entre casa e trabalho. Isto quando não tenho de viajar com colegas.

Sou grande fã do Beautiful Disaster. É um guilty pleasure. Era tão mau que ficou bom. Adoro. A minha senhora não foi da mesma opinião. Daí que Wedding tenha demorado tanto tempo a ver. E a verdade é que já não foi a mesma coisa.

O primeiro teve sucesso, logo toca de fazer o segundo. Há dinheiro? Algum. Mas temos de filmar na praia. Lá se foi a guita toda. Siga. O resto improvisa-se. E nota-se que quase tudo foi feito em cima do joelho. Nota-se mesmo muito.

sábado, janeiro 03, 2026

The Night Before Christmas in Wonderland


Fomos demasiado ambiciosos. Sim, fomos ambiciosos ao querer ver um filme de hora e vinte, começando às 21h. Só acabámos agora porque o Mestre J. está outra vez numa noite complicada. Pelo meio, tanto eu como a minha senhora adormecemos.

Foi um bom filme? Talvez. Depende do que se quer. É para um gajo adormecer no sofá, descontraído da vida? Então é um óptimo filme. É para mais que isso? Talvez não.

Nunca saberemos ao certo.

quarta-feira, dezembro 31, 2025

Holiday Touchdown: A Chiefs Love Story


(...) there are 75,000 people here today and millions of people all over the world who believe in this team.

Oh filha, ninguém no mundo conhece os KC Chiefs. Ninguém no mundo quer saber duma equipa da cidade de Kansas!

A Hallmark, numa jogada de génio, juntou filmes de Natal com equipas da NFL. Este é do ano passado. Há outro deste ano, com outra equipa. E a cena é que os filmes até têm um elenco decente e pessoal da equipa (jogadores e afins) no filme. Não fazem actuações de sonho. Continuam a ser actuações de filmes de Natal da Hallmark. Mesmo assim.

Temoa de seguir em frente. O objectivo hoje é fazer uma double feature e ver os dois filmes. Já tivemos umas quatro interrupções, mas ainda dá tempo.

terça-feira, dezembro 30, 2025

Holiday Mismatch


Duas mães, que não têm nada a ver uma com a outra e pouco mais para fazer (excepto organizar as celebrações de Natal duma povoação), metem-se demasiado na vida amorosa dos respectivos filho e filha, e fazem um indevido emparelhamento. O problema reside no facto de que, ao mesmo tempo, conhecem-se e odeiam-se.

Agora - e isto não tem nada a ver com o filme, porque é só mais um da Hallmark (no que esta empresa tornou-se), que por acaso tem as duas tias da Sabrina -, esta coisa das mães tentarem arranjar um parceiro romântico para os filhos, epá, não é uma forma esquisita de wingwomaning?

Um amigo ou uma amiga ajudar num engate, talvez também não faça grande sentido (é um bocado como partilhar porno), mas não há relação de sangue. Uma mãe muda as fraldas a um bebé. Mais tarde arranja maneira da sua criança, agora crescida, pinoque com alguém. Não é demasiado?

quarta-feira, dezembro 24, 2025

Dear Santa


Em véspera de Natal tinha de ver um verdadeiro «filme de Natal». Isto consoante a minha interpretação do género, claro.

Dear Santa tem fantasia, momentos doces e a base é a família. Também tem o dIABO, mas não se pode ter tudo, né?

Feliz Natal!

domingo, novembro 16, 2025

The Life of Chuck


I contain multitudes.

Bem, eu talvez não. Sou um rapaz algo básico. Mas o Chuck sim, o Chuck contém multitudes. E este filme contém um chorrilho de gente disposta a fazer papéis pequenos, só para aparecer aqui. Talvez para trabalhar com este realizador. Não sei.

Aparece a Sloan, pelo amor da santa. A fazer de avó, casada com o Luke Skywalker!

A única vantagem de não ver muitos filmes é que dá para juntar uns quantos bons. Se tivesse tempo agora, se calhar conseguiria fazer uma bela sequência. Não tenho. Haverá dias como hoje, em que os miúdos estavam cansados, foram dormir cedo, e nós não tivemos paciência para tratar das habituais tarefas de adultos. Tivemos tempo e energia para ver um filme de quase duas horas. Ninguém adormeceu, como que por milagre. E conseguimos ver um belo filme.

Foi um bom dia.

domingo, setembro 21, 2025

The Last Showgirl


Oh pra mim a acabar um filme à meia noite. Pareço tão crescido.

Vi o filme por causa da Pamela Anderson. Porque é uma referência mundial. Estratosférica. Lamento, mas é verdade. Infelizmente, por demasiados maus motivos. A famigerada sex tape à cabeça. Mas a moça também decidiu usar a sua fama para dar visibilidade à causa da PETA. E total mérito tem de ser-lhe dado. Ela passou por demasiados momentos embaraçosos, mas sempre soube dar a volta por cima e ser igual a si mesma. E fico muito contente que tenha encontrado projectos de qualidade para dar seguimento à sua carreira. E não se está a safar mal, diga-se.

A verdade é que sempre achei que era má actriz. Não era o único, por certo. Mas também é verdade que a moça, acima de tudo, fez Baywatch e mais um par de séries cómicas básicas. Hoje em dia faz Broadway e este papel bem sério, num filme que tem uma ideia romântica gira, mas ao qual claramente faltou orçamento para dar um corpo à história.

Concluindo, também eu era um dos palermas que achava que a moça era só um corpo, mas vi o documentário dela na Netflix e mudei a opinião. Tanto que, lá está. usei do pouco tempo que tenho para ver filmes, para ver Last Showgirl. E não me arrependi de a ver, mesmo que não ache que o filme seja «aquela cena» que andaram a pintar.

quinta-feira, agosto 07, 2025

Fight or Flight


A senda de porrada continua. A ideia era ver cinco filmes destes, nesta minha semana de soltura. A vida já não é o que era. O plano não resultou porque há sempre alguma coisa que fazer. Ou então dá jeito dormir cedo, para começar o dia muito mais cedo, para ter tempo para fazer coisas mais tarde.

Uma chatice, isto de ser adulto.

Fight or Flight foi uma alegre surpresa. Sempre gostei de Hartnett e é uma alegria revê-lo. O conceito é simples. Alguém adorou a cena na igreja do Kingsman e decidiu fazer o mesmo num avião. Não convém pensar muito no assunto. É um avião cheio de cobr... Assassinos! E o nosso amigo Josh tem de salvar uma miúda de toda a gente, menos das pessoas que a protegem desde sempre, mas só a partir de meio do filme.

São coisas que acontecem. Não penses muito nisso. Não há tempo e não vale a pena.

segunda-feira, agosto 04, 2025

Venom: The Last Dance


Que «parto difícil».

Comecei a ver há um par de semanas. Adormeci no sofá. Quando acordei já os créditos rolavam. Pensava que tinha visto pelo menos dois terços. Recomecei ontem e não me lembrava de nada. Terei visto um terço, afinal. À segunda não o consegui terminar porque tive uma chamada da pátria. Fiquei com 40 minutos ainda por ver, que quase despachei no caminho do trabalho, em velocidade dupla. Vi os últimos 3-4 minutos no sofá em casa.

Ridículo.

Quase tanto como o número de actores britânicos neste filme. Qual foi a lógica? Filmaram muito na Europa e ficou mais barato? Há menos risco do filme queimar carreiras, é verdade. E gostei de ver dois actores do elenco do Ted Lasso, confesso. Mesmo assim, foi estranho.

Como foi todo o filme, aliás. Como é estranha a própria existência desta trilogia, não esquecer. Como é muito o facto de Tom Hardy ter-se dedicado ao projecto. Talvez seja o mais estranho de tudo. E também ele britânico, bem sei.

Foram três filmes. É o que há a dizer. Não sei se ficará muito mais na minha memória, a verdade é essa.

sexta-feira, junho 27, 2025

A Nice Indian Boy


Um mês depois vejo um filme. É o que dá. Sim, vemos séries cá em casa. Mas, acima de tudo, tenho adormecido antes da mais velha. Não, não estou a exagerar. Não aconteceu muitas vezes, mas aconteceu algumas.

O filme é giro. Tem detalhes que não estava à espera. Houve uma tentativa de desconstruir a célebre narrativa do género. E depois foi uma corrida desenfreada até ao final, a bater em todos os clichês com particular ênfase.

No entanto, teve um momento que tirou-me por completo do filme. Aquele momento que te faz esquecer a história e traz-te de volta à realidade.

Como é que há uma dança no casamento e ninguém tem o telemóvel na mão a filmar?! Nem uma pessoa. Absurdo.

quarta-feira, maio 28, 2025

Transformers One


Não sabia esta parte da História dos Transformers. Ou se calhar sabia e esqueci-me. Se calhar até já falei nisto e não sei. A minha vida vai longa e há muito deixei de ter presente todos os meus pensamentos ridículos. Ou se falei deles ou não. O certo é que, ao saber que o planeta dos Transformers é um primeiro Transformer, chamado Primus, que transformou-se no planeta, a primeira coisa que pensei foi «será que há alguém a viver na zona dos testículos?»

Não interessa se um transformer tem testículos. Essa parte não carece de discussão. Importa mais saber... É uma zona montanhosa? Densa de vegetação? Esta zona não pode cheirar bem, certo?

Transformers One é uma história de origem. Do Optimus e do Megatron. E de mais uma data doutros personagens conhecidos. E sim, o início foi giro - o Bumblebee tinha voz e não se calava <3 -, mas a partir de certo altura foi só mais um filme onde estão a acontecer coisas. Uma data de chavões. Uma porrada de barulhos e explosões. Tiros e voos e... cenas.

Está visto. E revisto.

sábado, maio 24, 2025

Watchmen: Chapter II


Não será desta que fico verdadeiramente esclarecido.

Fui ambicioso. Quis ver três filmes num dia, mas a verdade é que adormeci a ver esta segunda parte. Não que seja má ou enfadonha. Longe disso. Pareceu-me ser uma adaptação bastante fidedigna e interessante. Como a história é, só por si. O problema é meu. Estou velho e o dia foi longo, com uma saída de casa pelo meio. Basta isso.

Lá terei de ver a próxima adaptação, seja ela qual for e quando vier. Será uma peça de teatro? Um musical? Quem sabe.

Watchmen: Chapter I


Vamos continuar na senda de super-heróis.

Sendo que ninguém pediu uma nova versão duma das mais famosas e populares histórias de BD, alguém decidiu fazê-la na mesma. Em duas partes. E eu cá estou para ver.

O curioso é que eu li a BD, vi o raio do filme mais que uma vez, vi a série spin-off, li e vi outras histórias baseadas no mesmo, ouvi sempre gente a falar disto, e não é que nunca sei, no início, quem é que matou o Comedian?

Não sei porquê mas o desenlace, a revelação, nunca me fez sentido. Talvez agora faça. Deixa lá ver se ainda tenho tempo de ver a segunda parte hoje.

quinta-feira, maio 22, 2025

Snack Shack


Começámos a ver este filme há meses. Vimos meia hora, a minha senhora adormeceu e, quando acordou, decidiu que não era para ela. Tenho andado a ver o filme aos bocados, nas viagens de comboio de e para o trabalho. Quando raios é que tenho eu tempo para ver filmes sozinho?

Snack Shack acabou por ser mais emocional do que imaginava. Por vezes desnecessariamente. O filme tem quase duas horas e não precisava. Há várias cenas a servir pouco propósito, a não ser encher. Mas o filme tem uma data de bom talento envolvido, passa-se num Verão dos anos 90, tem pinta e cervejas, uma bela girl next door e uma piscina pública. Muito do que procuro na vida. E nos filmes que vejo.

domingo, maio 18, 2025

Moana 2


O primeiro novo filme (para mim) da Madame M.

Um pouco absurdo ser a sequela e não o original, certo? A minha senhora estava a tentar ser fofinha. Queria que visse algo novo, para contar para aqui. Vi menos de 20 filmes este ano. Em quase cinco meses. É absurdo, porque estou longe de estar a fazer uma vida de grandes moinices. Muito longe, mesmo.

Moana 2 era suposto ser uma série e alguém forçou que fosse um filme. Não se nota tanto como achava, mas nota-se. É um notório passo abaixo do original. Bastante abaixo. Mas a decisão foi acertada. O filme fez uma parvoíce de dinheiro nos cinemas.

Venha daí o terceiro e os spin offs. Se for isto que a Madame M. obriga-me a ver, vezes e vezes sem parar, não ficarei muito mal.

domingo, maio 11, 2025

A Real Pain


Dois primos vão visitar a Polónia e fumar ganzas em telhados, à boa maneira Norte Americana. Isso e são judeus. Por isso fazem também a tour em memória da avó, sobrevivente do Holocausto, que faleceu há pouco tempo.

A minha senhora gostou do Culkin no Succession (quem não gostou?) e, como tal, lá tive de ver isto. Não que seja mau, mas não teria visto se não fosse esta pequena obsessão. Não vou ver maior parte dos filmes dos Óscares deste ano, em boa verdade. Porque é tudo mais do mesmo. Sim, incluindo este.

segunda-feira, abril 14, 2025

Here


Não é fácil ver um filme, nos meus tempos que correm. O dia está muito ocupado. E precisamos de vários minutos para meter a Madame M. a dormir. Isto para não falar que o Mestre J. precisa de atenção. Ambos consomem muita energia, pelo que cedo dá jeito ir dormir. Não vá o dia seguinte ser posto em causa.

Logo, fazer o esforço de ver um filme de hora e quarenta e quatro minutos não é pêra doce. Se o vimos foi porque a subscrição da Prime vai terminar em breve. E porque a minha senhora queria muito ver. Here é baseado numa graphic novel que a minha senhora tem tentado impingir-me há demasiado tempo. Não sabe ela que não tenho paciência para ler? Quem tem tempo para algo desse género?! Eu nem tempo tenho para publicar estes textos reles!

Here é sobre memórias dum pequeno espaço. Um plano fechado por onde vidas passaram que, felizmente, não ficaram limitadas a esse pequeno espaço. Coitadas. Se assim fosse...

quinta-feira, março 06, 2025

Wolfs


Acho que entendi. Acho. Foi assim um bocado rápido que «vomitaram» toda a trama, naqueles instantes finais. Acho que entendi tudo. Tenho quase a certeza que entendi tudo. Acho que sim.

Wolfs é uma coisa estranha. Tinha tudo para ser um sucesso. Tudo. Duas mega vedetas. Bastante humor e pinta. Um realizador já com vários créditos óptimos. E uma premissa bastante interessante, que dava espaço para as vedetas serem ainda mais fixes do que já são. Só que...

O desenrolar foi super estranho. Para além de que os personagens, que deveriam ser meticulosos até à quinta casa, deixaram mais pontas soltas que sei lá o quê. Tanto momento, tanta testemunha, tanto deslize que os desmacaria num segundo. Mesmo assim...

Teve vários momentos divertidos. Os dois são óptimos. É um serão bem passado. Não há como dizer o contrário.

sexta-feira, fevereiro 28, 2025

Fly Me to the Moon


Afinal...

Já se fizeram milhentos filmes, livros, artigos, reportagens, documentários ou novelas, sobre a missão do Apolo XI. Chegar à lua foi um feito tremendo, que claro que justifica tudo isso e mais um par de botas. Mas afinal... Afinal o verdadeiro sucesso foi uma artista de esquemas, que usou marketing para angariar dinheiro e safar a missão. Sim, foram as tangas da Scarlett que meteram um homem na lua.

Fly Me to the Moon foi algo surpreendente. Pensei que seria apenas mais uma fantochada norte americana. E foi em muito. Mas também foi divertido, e até engraçado em boa parte do filme. Não estava à espera.