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terça-feira, dezembro 02, 2025

Write Before Christmas


Começou a temporada!

Não a de Natal. Essa ainda não a estou a sentir. Ontem passei nos mercados de Natal e ainda nem sequer abriram. Não não. Falo da temporada dos filmes de Natal, esse guilty pleasure mais tentador que chocolate.

E que belo início. Temos o rei dos filmes de Natal, desta feita efectivamente a patinar. O homem sempre sabe. A Lolita Davidovich que, para mim, foi como dum presente de Natal se tratasse. E uma premissa de génio, que não está ao alcance de qualquer criador.

A Hallmark fez este filme, que tem por base o espoletar duma data de enredos com o simples envio de... cartões de Natal da Hallmark!

Uau!

Inspirador.

segunda-feira, janeiro 01, 2024

Ghosting: The Spirit of Christmas


Primeiro filme do ano. Se bem que é batota. Começámos ontem, mas alguém adormeceu perto do fim. Hoje foi só aviar os últimos 15 minutos, enquanto a Madame M. dorme uma sesta.

O conceito é engraçado, a brincar com o que «ghosting» quer dizer, hoje em dia, em termos de relações. Um casal tem um óptimo primeiro encontro. O rapaz mostra a sua vontade de ter um segundo encontro, mas a moça não responde. Desaparece. Porque morreu num acidente de carro, a caminho de casa, depois do encontro. No processo, tornou-se um fantasma.

O filme é muito simples, mas funciona, de certa forma. O primeiro encontro pareceu fajuto, porque eles nem tiveram assim tanta química. A meio do filme isso lá faz mais sentido, quando a trama passa a ser outra coisa que não um romance forçado.

sexta-feira, agosto 18, 2023

Happy Death Day 2U


Não se tenta explicar o time loop. Simplesmente não se faz. O Murray estava preso na cidade pequena e precisava crescer como ser humano. Ponto. Não há mais explicações necessárias. Explicar só estraga. Mais que não seja, pouco sentido fará, por certo. É o que acontece nesta sequela. Nada faz sentido. Mesmo quando tentam explicar, é só tolices. Nem é a questão da ciência ser demasiado avançada ou simplesmente ficção. O enredo deste filme é só absurdo. A única coisa que os criadores queriam fazer era divertirem-se, voltando a um bom dia.

E a verdade é que essa parte é divertida. A miúda é divertida neste papel, em especial na montagem em que suicida-se uma data de vezes. Eu sei, soa estranho, mas é efectivamente divertido. O resto, toda a confusão de multiuniverso (sim, também aqui) e renhonhonhós, dá para ignorar.

quinta-feira, março 16, 2023

Shazam!


Agora que a sequela já por aí anda, é tempo de rever o original. Assim posso ir ver o novo ao cinema. Mas... será que vou?

Shazam! deixa-me dividido. Tem partes tão divertidas, tendo também algumas bem parvas. O elenco é porreiro. Gosto do Levi. Já desde o Chuck. Só que os vilões da DC são tão reles. E a verdade é essa. É um filme DC, com tudo o de mau que isso tem.

De qualquer modo, continuou a ser divertido de se ver, mesmo que continue sem encher as medidas. E gosto até bastante do desenrolar final. Já se vou ver a sequela ao cinema ou não, não sei. Não sei mesmo.

quarta-feira, janeiro 04, 2023

Star Wars: Episode IX - The Rise of Skywalker


Babu Frick é o maior! Não literalmente. Quer dizer, não sei como é o resto do seu povo. Será Babu uma viga entre os conterrâneos? Será o poste ou o base, duma equipa de cinco de basquetebol? Ou estará simplesmente dentro da média de altura no seu planeta? Tudo questões que deveriam ter sido aprofundadas neste filme. Mais uma vez é a Disney e o Abrams a não respeitarem os desejos e interesses do público.

Piadas à parte, o filme continua a ser divertido de se ver. Para mim. Acontece que agora, sem a excitação da novidade, sempre que houve uma paragem na acção desenfreada, viam-se as rachas. Viam-se as falhas na narrativa, no desenvolvimento dos personagens e na falta dele noutros, neste projecto de fazer algo com a saga Skywalker. Talvez o problema tenha sido mesmo esse. Que fazer com uma saga fechada, mas que toda a gente quer ver mais? Eles bem que tentaram fechar a coisa. E admito que era uma tarefa quase impossível, de terminar a história de todos os personagens que gostamos de forma a agradar toda a gente. Mas ter a Leia a sobreviver a la Mary Poppins, só para depois deitar-se e desaparecer... Ter o Luke a não querer ir para a guerra, só para depois fazer um sacrifício no final, que seria evitável se tem aparecido antes. Ter o R2D2 encostado só porque há um droid mais giro e rentável...

OK, esqueçamos a forma. É verdade, a morte de qualquer um destes personagens seria sempre custosa de ver. Mesmo se lhes dessem um final feliz de morrerem de velhice numa quinta, rodeados de família e animais, seria penoso. Consideremos apenas o legado. O sacrifício que estes personagens fizeram para que a Galáxia fosse um sítio melhor. Foi o que disse no último post. Entrámos nesta trilogia como se o que aconteceu na trilogia original não tivesse acontecido. Acedo que não é com uma batalha que se ganha a guerra, mas foi o que nos foi vendido em Return. No entanto, o Imperador passou a ser o Supreme Leader e o Império passou a ser a New Order. E os rebeldes continuaram a ser um pequeno bando de «pobres e mal amados». Sei que uma revolulção demora o seu tempo, mas nada mudar duma trilogia para a outra pareceu simplesmente incapacidade em conseguir criar algo novo.

Felizmente o que temia no post sobre este filme, da primeira vez que vi, não se comprovou. Sim, houve muito projecto cancelado, mas Star Wars está bem vivo e recomenda-se. Está é num formato menos expectável e que, a longo prazo, dá menos dinheiro. Porque é que a última parte é importante?: porque sem rendimentos não há novo investimento. Logo, Star Wars precisará sempre de filmes para sobreviver. Precisa do lucro de bilheteira e merchandising. As séries não chegam. Agora só é preciso que deixem a saga Skywalker em paz e consigam fazer algo novo e bom. Apenas isso. Será assim tão complicado?

quarta-feira, dezembro 28, 2022

Same Time, Next Christmas


É o último filme de Natal que tenha na lista. É capaz de sair mais um ou outro entretanto. Talvez. Pouco provável, mas talvez. E começa a ser tarde para os ver, convenhamos. Menos duma semana. Depois de 1 de Janeiro recuso-me.

Same Time, Next Christmas personifica «o sonho». Não de casar, encontrar almas gémeas, ter relações saudáveis com a família ou amigos duradouros. Nada disso. Falo sim de passar o Inverno num sítio paradisíaco e quente. Esta gente passa o Natal, todos os anos, no Havai. Eu não precisava que fosse o Natal. Até podia ser o Dia de Reis. Mas a ideia de fugir do frio por uns dias, de ter areia entre os dedos dos pés em vez de camadas e camadas de roupa por cima de todo o corpo... Que ideia tão bonita.

O filme é básico. Não se aprende nada de novo e escapa-me a razão do fascínio com Lea Michele. Mas o Havai é lindo.

quinta-feira, outubro 20, 2022

The Wedding Year


São tantos casamentos. Eram 14, inicialmente. Escolheram ir a sete. No primeiro ano de relacionamento. Para já, como é possível conhecer tanta gente a casar-se num ano? Houve uma promoção?

Bem, o certo é que, se uma relação aguenta sete casamentos, é uma relação para durar. Porque casamentos são horríveis. Não sei se alguma vez verbalizei isto aqui no blogue. Eu odeio casamentos. Tiram-me do sério. Felizmente não conheço tanta gente como este casal, claramente. Como tal, não tenho de os frequentar com tanta frequência. E a minha vida - assim como a minha relação - é melhor por isso.

sexta-feira, outubro 14, 2022

Variações


Bamo lá matar saudades da terrinha, com um filme em tuga.

Tinha curiosidade para saber mais desta figura incontornável da música portuguesa. Não sou o maior fã, mas volta e meia a sua música mais conhecida passa na minha cabeça. Podia ter lido uma página da Wikipédia. Terá mais veracidade, por certo. Podia. Mas não era a mesma coisa. Aliás, se não visse o filme, como poderia queixar-me, uma vez mais, do fraco nível do som na parte dos diálogos? Este sim, para mim, é o verdadeiro clássico do cinema português. Ser obrigado a meter o volume quase no máximo para perceber o que dizem, só para logo após, à pressa, baixar tudo assim que toca uma música, por estar alto demais e poder vir a acordar os vizinhos.

O filme está bem conseguido, apesar de ter alguns diálogos forçados, cheios de pressa para chegar ao objectivo da cena. Vale pelo facto de que o Variações era um tipo super interessante. Para o final a narrativa estava a arrastar-se, mas isso é normal em biografias de músicos, onde sabemos sempre o final trágico. Ele ou é drogas, desastre de avião, depressão ou, neste caso, SIDA. Parece que precisam sempre duma morte antes de tempo, só para serem grandes.

domingo, agosto 14, 2022

Jumanji: The Next Level


O início é igual ao anterior, mas depois lá dá a volta. E estava eu a pensar quem interpretava o mau da fita, pois não o reconheci à primeira, mas ao vê-lo bem lembrei-me que o GoT ainda estava na moda, nesta altura. Faz sentido ser o Hound.

Publicava eu o post anterior quando apercebo-me da data em que saiu. A primeira sequela sai em 2017 e este em 2019. Não foi assim há tanto tempo, mas na minha cabeça eram do início da década. Talvez até antes. Passou-se tanto desde então. Pelo menos desde 2017, para mim, não esquecendo a esquisitice que já estamos a esquecer (felizmente) do que foram os últimos dois anos e pouco.

Verdade seja dita, se calhar, em situação normal, já teríamos visto o terceiro. Talvez a popularidade dos actores impedisse que houvesse um em 2021, seguindo a lógica de dois anos de intervalo. Nem quero imaginar como será a agenda do Rock. Mas este ano de certeza que teríamos o terceiro episódio desta saga. Porque convenhamos que WttJ foi o filme mais bem sucedido da Sony. E Level teve também bastante sucesso comercial.

Vamos pensar como seria a nossa vida sem os acontecimentos COVID? Nah, isso roçaria a ficção científica, e estes filmes estão mais no reino da fantasia e acção. E muito que tem o filme de ambos, para o regozijo deste humilde publicador de posts que ninguém no mundo pediu.

Fiquemos pela ficção na tela. E venha de lá esse terceiro! Venha ele quando vier.

segunda-feira, julho 04, 2022

Avengers: Endgame


Três horas de filme, dez anos disto, um projecto megalómano, rios e rios de dinheiro, um elenco gigantesco em todos os sentido, só para o Cap poder mandar uma qu€c@.

Não era preciso tanto, convenhamos. O rapaz é bem parecido. É bom rapaz. É popular. Quer dizer, não há Haley Atwells em todo o lado, em qualquer período temporal. Verdade. Mesmo assim. Parece-me algo excessivo e até um niquinho egoísta. Estou só a dizer.

--//--

Ainda tenho arrepios na batalha, em especial quando aparecem todos. A-rre-pi-os.

terça-feira, março 15, 2022

Batman: Hush


Ainda havia este, sim. Tenho muito mais filmes de reserva, mas este é o último do género. E foi um bom final de «lista de reservas».

Hush é uma boa típica história do Batman. Já tinha ouvido falar na BD no qual este filme é baseado. Não tive o prazer de ler e não sei se é ou não uma adaptação fiel. O filme, enquanto filme apenas, é interessante. Uma data de personagens envolvidos. Um bom mistério de quem é o novo vilão e qual o seu plano. E o Batman a roçar um pouco a felicidade só para, qual Ícaro, queimar-se à grande.

Será o ponto alto do meu dia, dado que daqui a pouco o drama será um pouco mais real.

sábado, dezembro 25, 2021

Klaus


Continuo sem perceber muito bem se este filme é para miúdos. Tem momentos super doces e é brincalhão. Mas a grande piada do filme é ter cenas «normais» que alimentam a fantasia do que é o Pai Natal.

Será que os miúdos apanham isso?

Atenção que, mesmo que não apanhem, o filme não deixa de ser incrível de se ver. Mas os «adultos» são capazes de tirar um pouco mais da coisa.

quinta-feira, dezembro 16, 2021

Spider-Man: Far From Home


O quê?! O Mysterio é o mau da fita? Eu... Bem... Eu estou que nem posso. Como é possível um personagem sinistro, com um aquário como capacete, não ser o herói?

Acho que já posso dizer isto, certo? Já não é spoiler... Se é que alguma vez foi. Outra coisa que também posso dizer é que gostei desta sequela mais, desta segunda vez. Suponho que as expectativas estivessem elevadas, no primeiro visionamento.

Agora, será que o Peter, sendo um miúdo desta época/geração, quando está no meio da acção, tipo no meio dum monstro feito de drones, e ele acha a coisa fixe, será que instintivamente procura o telemóvel, para tirar uma foto ou filmar?

terça-feira, novembro 02, 2021

The Good Liar


O descritivo deste filme, no IMDb pelo menos, é miserável. Não li o do próprio HBO. O certo é que estraga a surpresa. Foi como dizerem: «The Good Liar é sobre dois irmãos e a incrível história de como tentam sobreviver à guerra... e falham.»

Faça-se notar que a descrição acima nada tem a ver com o filme.

Estragaram-me um twist do filme. A verdade é essa. Felizmente tem mais para dar e o final, apesar de tudo, tem algum impacto. Para além disso, Mirren e McKellen são geniais. Sempre.

sábado, julho 24, 2021

Avengers: Endgame


Era capaz de ver estes filmes todos os dias. Não só estes dois. Todos do MCU. E a verdade é que, mesmo não sendo todos os dias, vejo quase todas as cenas duma forma ou outra. Ou num previously, num daqueles programas que eles fazem de recap, num flashback, em locais soltos pela net, ou mesmo só em memes. Seja como for estes filmes estão muito presente no que vejo no dia a dia na net. Uma espécie de reverse stalking.

Não vou alongar-me sobre Endgame, como não me alonguei com Infinity War. Não há muito mais que possa dizer. Fica só a nota que, desta feita, confesso que fiquei impressionado com a quantidade de homicídios / assassinatos / matanças - chamem-lhe o que quiserem - que há em Endgame, que há num filme da Disney. OK, são extraterrestres e maus da fita, mas os heróis matam muitos deles. Convenhamos que não deixam de ser seres vivos, mesmo sendo «criaturas». É curioso como passa em claro um autêntico genocídio, que foi o que Stark fez. Se bem que, se pensar mais no assunto, o mesmo acontece no primeiro Avengers ou no Infinity. No fundo, se a equipa estiver à porrada com alguém que não eles próprios, morre uma data de «gente».

Bolas. Não queria acabar num nota tão pesada. Isto foi óptimo. É sempre. A verdade é essa.

quarta-feira, julho 21, 2021

Motherless Brooklyn


Um filme sobre gentrificação em Nova Iorque, na década de... 50! Depois claro que há corrupção, interesses, esquemas, gente com dinheiro a arranjar maneira de ficar com ainda mais dinheiro, sempre à custa dos mais pobres. E isso é universal em todos os tempos, em todas as décadas.

O verdadeiro problema do filme foi a má escolha no casting de Norton para o papel principal. Ele é bom actor, sem dúvida, mas há demasiados momentos em que não é credível no que faz, pelo que está a passar. Talvez seja visão estereotipada minha, admito, mas não me convenceu. Poderíamos culpar o realizador pela escolha. Devemos, aliás. A questão é que foi o próprio Norton a escrever e realizar. E se bem que meteu-se a ele próprio num papel que não seria para ele, o certo é que, se não fosse Norton, este filme não teria o óptimo elenco que tem. O homem tem muito crédito em Hollywood.

Ou isso ou é um chato do caraças, a convencer meio mundo a aparecer no filme dele. É bem possível. Tem cara disso.

terça-feira, maio 11, 2021

The Best of Enemies


Ora aqui temos uma história fofinha, baseada em factos verídicos, sobre a amizade entre um presidente do KKK e uma activista negra, na década de 70. Os dois juntaram-se para liderar uma espécie de comité, para avaliar a integração nas escolas locais.

Foi uma tentativa nobre, da dupla de actores, em lutar por uma estatueta, mas o filme acabou por ser categoricamente ignorado pela Academia e demais. Convenhamos que o filme não é assim tão bom como poderá parecer no papel. É uma americanice, focada num bom pormenor, quando tudo à volta é tão mais complicado, perigoso e real. Os dois estão muito bem, atenção. Só não é suficiente.

domingo, maio 09, 2021

It Chapter Two


Lamento. À segunda hora de filme, e com a perspectiva da terceira pela frente, perdi interesse. Acabei de ver, atenção. Mas com muito menos olho para o detalhe. Nem sei que aconteceu ao bully com o mullet, que foram buscar novamente... por um qualquer motivo.

O início até é interessante. Creio que, como toda a gente, tinha curiosidade em ver onde estes miúdos tinham ido parar. E não senti-me defraudado. Gostei especialmente da premissa de que quem abandona Derry esquece o pesadelo que ali persiste. Até ao momento em que o único que ficou, Michael, lhes liga, nenhum tinha memória do que aconteceu em miúdos. Não tinham sequer memória uns dos outros.

Claro que no final estragam tudo, com a carta do Stan a mostrar que ele, ao contrário de todos os outros, lembrava-se. E por falar em coisas irritantes, porque é que o miúdo gordo tinha de ficar atraente em adulto? A Chastain tem alguma cláusula que não pode andar aos marmelos com um balofo?

Moral da história: o primeiro é melhor que a sequela. Aliás, não recomendo a sequela por aí além, apesar do melhor elenco.

quarta-feira, abril 21, 2021

Sound of Metal


É suposto sentir alguma coisa por um tipo que tem tatuado no tronco «please kill me» ou «scumbag»? Já a Olivia, com as sobrancelhas pintadas de branco, tinha ar de homo erectus, com as ditas a parecerem salientes.

Mas o filme não é sobre isso. É sobre a possibilidade do Riz Ahmed ganhar um Oscar. E se, para ganhar uma estatueta, é preciso carregar um filme inteiro às costas, fazendo duas horas passar com alguma facilidade, então o rapaz tem tudo para ganhar. Não sei qual o fascínio que os Norte Americanos têm por bateristas, mas tinha funcionado para o Whiplash e para a Pamela Anderson.

Deixa só ver quem são os outros na categoria. Só um segundo. Já volto.

(...)

Bem... Contra os dois velhotes brancos, o rapaz ganha de caretas. Ao tipo do Minari ganharia, por certo. O problema é que há um falecido na lista. Contra Chadwick, Riz não tem qualquer hipótese. Bem, fica para a próxima.

domingo, fevereiro 21, 2021

The Lego Movie 2: The Second Part


É uma sequela. Não, não é tão giro como o original.

O primeiro mostra-nos o universo e dá-nos a parte emocional, da relação entre o pai e o filho, que melhora pela partilha do interesse comum. Na sequela o efeito surpresa foi-se. Sabemos perfeitamente da ligação entre os dois mundos. E convenhamos que o enredo é praticamente todo dado no final do primeiro filme.

Continua a ser divertido de se ver, atenção. Só não é a mesma coisa.