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segunda-feira, março 09, 2026

A Big Bold Beautiful Journey


Foi uma bonita desconstrução de como uma relação pode começar. Muito mágica. Muito teatral. Muito idílica. Por certo baseado em alguma coisa pela qual o guionista passou. Agora, a ser verdade, será que a outra pessoa da sua «história» gostou de ver-se assim? Será que ainda são um casal? Será que sabe sequer desta versão das suas vidas?

Espero que sim.

sábado, fevereiro 14, 2026

Eternity


Não foi nada do que estava à espera. Se bem que não sabia nada do filme. Só vi algures alguém a dizer bem, a dizer que era um filme romântico a revitalizar o género, original e não sei quê. Talvez induzido pelo cartaz achei que era um «Groundhog Day».

Não tem nada a ver. É uma espécie de Defending Your Life, com uma tentativa de ser o Eternal Sunshine, mas só numa cena final. Ah, isto com a estética da TVA do Loki.

Ficou claro para toda a gente o que o filme é? Boa. Ainda bem.

quinta-feira, janeiro 01, 2026

Holiday Touchdown: A Bills Love Story


Não foi possível terminar o filme ontem. O Mestre J. estava a ter uma noite difícil. E o fogo de artifício não ajudou.

Há um claro decréscimo de qualidade, do primeiro para este. Ainda temos algumas caras conhecidas, mas menos. Há mais pessoas «famosas» deste clube a aparecer, mas isso diz-me pouco. Os personagens principais não tinham química e a história é algo desinteressante.

Vamos lá a elevar o nível para o ano, Hallmark. Desta vez passa. Da próxima não sei.

quarta-feira, dezembro 31, 2025

Holiday Touchdown: A Chiefs Love Story


(...) there are 75,000 people here today and millions of people all over the world who believe in this team.

Oh filha, ninguém no mundo conhece os KC Chiefs. Ninguém no mundo quer saber duma equipa da cidade de Kansas!

A Hallmark, numa jogada de génio, juntou filmes de Natal com equipas da NFL. Este é do ano passado. Há outro deste ano, com outra equipa. E a cena é que os filmes até têm um elenco decente e pessoal da equipa (jogadores e afins) no filme. Não fazem actuações de sonho. Continuam a ser actuações de filmes de Natal da Hallmark. Mesmo assim.

Temoa de seguir em frente. O objectivo hoje é fazer uma double feature e ver os dois filmes. Já tivemos umas quatro interrupções, mas ainda dá tempo.

terça-feira, dezembro 30, 2025

Holiday Mismatch


Duas mães, que não têm nada a ver uma com a outra e pouco mais para fazer (excepto organizar as celebrações de Natal duma povoação), metem-se demasiado na vida amorosa dos respectivos filho e filha, e fazem um indevido emparelhamento. O problema reside no facto de que, ao mesmo tempo, conhecem-se e odeiam-se.

Agora - e isto não tem nada a ver com o filme, porque é só mais um da Hallmark (no que esta empresa tornou-se), que por acaso tem as duas tias da Sabrina -, esta coisa das mães tentarem arranjar um parceiro romântico para os filhos, epá, não é uma forma esquisita de wingwomaning?

Um amigo ou uma amiga ajudar num engate, talvez também não faça grande sentido (é um bocado como partilhar porno), mas não há relação de sangue. Uma mãe muda as fraldas a um bebé. Mais tarde arranja maneira da sua criança, agora crescida, pinoque com alguém. Não é demasiado?

segunda-feira, dezembro 22, 2025

Oy to the World


Podem dizer o que quiserem, mas a Hallmark sabe muito dos costumes judaicos.

Estou a gozar. Foram uma data de clichês, escritos por alguém que não sabe mais. Também não era preciso. A parte Episcopal também não tinha nada a ver com nada. Não é o que interessa. O importante é que os miúdos eram amigos na escola. Depois inimigos. E, como toda a gente sabe, isso é sinal de que estão destinados a acabarem juntos. Mesmo que a religião judaica não seja assim tão permissiva em relação a isso.

Raios, lá estou eu preocupado com detalhes. Este Oy tinha muito para ser péssimo. Não sendo bom, não é assim tão mau. A Hallmark realmente tem mais escola e recursos que os outros. Isso sim.

domingo, dezembro 21, 2025

Four Christmases And A Wedding


Fui ao engano com o nome. Não é que estivesse à espera de ao algo ao mesmo nível. Epá, mas se vão usar este nome, que seja porque tinham um truque de narrativa qualquer.

Não. A história passa-se ao longo de quatro anos. Não muda nada. Cenários todos iguais. Mesmos penteados para toda a gente. Há uma miúda pré-adolescente que nunca chega efectivamente à puberdade. Coitada.

Foi só mauzito. Não conseguiu dar a volta. Pena.

segunda-feira, dezembro 08, 2025

My Secret Santa


Um filho dum magnata hoteleiro, rebelde por natureza, bon vivant, que nunca trabalhou na vida, mete-se em apuros, aos 40 e tal anos. O paizinho safa-o uma última vez. A partir de agora não haverá mais benesses. Apenas e só um emprego como director dum mega hotel, posição para a qual o filho não tem quaisquer competências. É uma medida severa, por muito que pejada de nepotismo. O filho aceita a posição, com sentido de missão. A partir daí não volta a fazer nada do que supostamente fazia antes. Naaaaaaaaada!

Mas o filme não é sobre ele. Não, esta personagem super pouco credível e mal construída é apenas e só o love interest. Giro como finalmente as posições trocaram. Ela está a fazer os possíveis para manter a cabeça à tona. Todos os seus esforços são para dar tudo à sua filha. Antes do Natal, por azar, perde o emprego. E logo agora que a filha precisa de dinheiro para uma escola XPTO de ski. Não há empregos disponíveis. Nada, excepto Pai Natal no mega hotel. Com a ajuda do irmão e cunhado, que fazem próteses e fatos de cosplay (e mais nada na vida), será que a nossa heroína conseguirá enganar toda a gente e manter uma posição tão fulcral para o negócio, neste período específico do ano? Porque se for apanhada na mentira...

Qual é mesmo o problema? Não, a sério. Qual é o problema duma mulher fazer de Pai Natal?

quinta-feira, dezembro 04, 2025

A Merry Little X-Mas


Há duas personagens britânicas e não consigo deixar de achar isso estranho. E a melhor parte do filme são dois personagens secundários. OS principais têm menos interesse.

Quem procurar alguns clichês e um desenrolar de enredo por demais previsível, encontrará tudo isso e mais neste filme. E espero que o façam. Porque Silverstone continua adorável, com o seu trejeito de boca AVC.

Raios! A sério que estava a tentar não ser muito negativo. Há cenas giras no filme. A sério. Não será o melhor, mas também estará longe de ser o pior filme de Natal deste ano.

quarta-feira, novembro 26, 2025

All of You


Claro que o Brett Goldstein tinha de escrever um filme onde mostra, para toda a gente ver, que não tem um rabo peludo.

Tenho vários problemas com esta história. A começar pelo facto de que passa-se no mesmo universo de Soulmates, ou não fosse também escrito pelo tipo que escreveu a série. Pelo menos o filme é baseado num dos episódios, ou algo do género. Li algo na diagonal. Não aprofundei o assunto. Não merece assim tanto.

O principal problema é chamar a isto um romance. Porque é só a história duns miúdos que não quiseram estragar uma amizade, com medo de algo mais que pudesse ser. Porque não estavam - nem estão, em boa verdade - preparados para algo sério. Porque queriam era a palhaçada e as noitadas. Quando deram por ela, foi tarde demais. Ou então não. Talvez tenham o que queriam. A sensação dum romance trágico, o mais interessante de todos os «romances».

Mas o pior problema de todos os problemas foi mesmo ver o rabo do Goldstein. Era escusado. Por muito que confirme efectivamente que não é peludo.

segunda-feira, setembro 08, 2025

About Time


Acho que já expliquei isto. Eu vou ver este filme variadíssimas vezes. E não, não vou entrar em detalhes do filme. É um dos preferidos da minha senhora. Talvez O preferido. E eu também gosto muito.

Posso dar os detalhes do porquê de vermos agora. Estamos de férias. A minha sobrinha juntou-se ao grupo. Ajuda com os pirralhas. Acima de tudo faz companhia. Houve uma conversa sobre top 4 de filmes preferidos. Número estranho, bem sei. Não é gralha. E mais estranho é que não tenho um número quatro declarado. Os outros três foram fáceis de encontrar. About Time é mencionado pela minha senhora. A sobrinha nunca viu. Está no Prime. Bastam 2.99€ e temos um belíssimo serão, enquanto os miúdos dormem. Mais o valor das pizas, vá.

About Time não é o meu quarto filme, mas é maravilhoso.

quarta-feira, janeiro 01, 2025

Friends & Family Christmas


Entramos no novo ano como terminámos o anterior: a ver filmes de Natal. Foi o último. Não tenho mais nenhum na lista. Queria ter visto o novo da Lindsay Lohan na Netflix, mas a minha senhora viu com a mãe e tirou-me esse prazer. Não, a partir daqui voltamos a temáticas não natalícias. Por muito que seja aceitável esta, ou qualquer outra prática típica da época, até ao dia de Reis.

Sobre Friends & Family Christmas, teve dois desapontantes Hallmark beijos lésbicos. O que é dizer muito. Como é que se falha algo tão simples? A verdade é que não foi o pior filme de Natal que vimos este ano.

Boas entradas!

domingo, dezembro 29, 2024

A Reason for the Season


O enredo deste filme é complicado de entender, quanto mais de explicar.

Uma miúda de 35 anos é mimada porque a mãe é rica. Para não perder a herança, porque não obrigá-la a ter um emprego? Faria sentido, não? Pois, mas não seria uma boa desculpa para fazer um filme de Natal.

A mãe faz um contrato em como a filha tem de fazer acções de caridade, anonimamente e em pessoa, para não perder direito à herança. Só que a «miúda» chega à povoação, onde nasceu na véspera de Natal, e metade das pessoas percebem quem ela é. Lá se foi o anonimato. Pelo meio a mãe aparece para ajudar.

Ah, e ela não era nada mimada. É simpática e bastante competente. Nada neste filme faz sentido, por muito que seja até fofinho.

terça-feira, dezembro 24, 2024

The Christmas Classic


Entretanto tinha-me esquecido da história do filme. Temi que fosse uma coisa a gozar com filmes de Natal. Não porque ache que o género é sagrado e não deve ser gozado. É porque essas sátiras tendem a ser péssimas.

Não é, mas deveria ter sido. Porque talvez não tivesse sido tão mau. Este filme é muito, mas muito fraco. Vá-se lá saber como, conseguiram sacar três pessoas conhecidas, num elenco de apenas 16! Não houve orçamento para mais nada. Planos fechados atrás de planos fechados. Cenas repetidas e muitas abreviadas. Coisas a acontecer sem justificação nenhuma. Aliás, todo o enredo é para lá de absurdo.

E, como se não bastasse, tentaram abrir a porta a uma sequela! Houve snipet a tentar a sequela! Eles acreditam que alguém ia querer ver mais disto? Nãoooooooo! Não pode.

domingo, dezembro 22, 2024

Santa Tell Me


A Madame M. foi passar a noite a casa duma das tias. Daí que seja possível voltar a velhos hábitos e possamos passar o dia no sofá a ver três filmes. Três! Tive meses recentes em que vi menos.

Ainda há dias o disse. Era a Hallmark ter um serviço de streaming acessível, e eu activava todos os anos em Dezembro. Eles produzem destas coisas como se não houvesse amanhã. Sempre a mesma fórmula. Muda o ângulo, mas sempre com alguma magia, como estes filmes têm de ser. Génios. É só génios a trabalhar na Hallmark.

Sobre o filme. A premissa fez-me confusão ao início. Foi estranho ver o Pai Natal a fazer de Cupido e a meter não um, não dois nem três, mas quatro cavalheiros na vida da nossa protagonista. No primeiro milésimo de segundo achei parvo haver tanta opção. Mas depois pareceu-me perfeito. Nestas coisas há muito a profecia fechada, que obriga a personagem principal a aceitar certa pessoa como alma gémea. Passa a ser destino, a partir do momento que te lêem a sina. Neste filme a moça tem opções. Não é obrigado a tanto. É obrigada a algo, mas com alguma independência.

sexta-feira, dezembro 20, 2024

Meet Me Next Christmas


Isto não é um filme de Natal. É um romance. E o casal principal tem tanta química como leite e cerveja. Quer dizer... Esta combinação se calhar até tem química. No meu estômago provocam juntos alguns químicos, pelo menos. Isso é química, certo? Não sei. Ciência não é o meu forte. Nem é o forte dos personagens serem coerentes!

Fixe. Consegui voltar à ideia inicial.

Sendo claro em que ponto estamos em relação à este filme, a verdade é que teve uns momentos engraçados.

quinta-feira, dezembro 19, 2024

Christmas on Windmill Way


Eu sou fã do Natal. A sério. Sou mesmo. Já o devo ter dito aqui. Mais que uma vez. Gosto da comida, claro. Gosto de estar no sofá a ver filmes de Natal. Sejam eles bons ou maus. Gosto das músicas de Natal. Oiço a Mariah todos os dias, várias vezes, sem esforço, se for preciso. E gosto muito de decorações de Natal. Adoro árvores de Natal. Quanto mais pirosas, melhor. Vermelho. Tinsel. Bolas e mais bolas, amolgadas pelo uso em vários anos. Mas...

Ter luzes e enfeites na cabeceira da cama... Epá! Esse será o limite, creio. É demais, não? Isto para não falar nos laços nas portas dos armários da cozinha. Que exagero!

Nada exagerado é dizer que Chad Michael Murray representa muito bem neste filme. Ajudou que todos os outros actores fossem fraquíssimos a interpretar as palavras deste maravilhoso guião. E ela... Coitada. Deve ter chegado ao final das filmagens com um torcicolo, tendo em conta o «acting» que estava a fazer só com movimentos da cabeça. Foram mesmo muitos movimentos da cabeça. Alguns diriam demasiados, mas essas pessoas são só negativas.

Long live the mill!

quinta-feira, dezembro 05, 2024

Hot Frosty


Alguém consegue explicar este elenco?

Não falo dos principais. Ela faz uma data destes filmes, com relativo sucesso. Creio que terá um filme de Natal, por ano, já há uns dois ou três. A Netflix sacou-a à Hallmark, e fez muito bem. Ele tem um papel de destaque. E nem toda a gente conhece a série onde aparece às vezes. Também despido, curiosamente. Não, falo do elenco secundário.

Joe Lo Truglio e Craig Robinson, logo à cabeça. Chocante! Depois ainda há Katy Mixon Greer ou Lauren Holly! Que faz esta gente aqui? A Netflix fez acordos especiais com eles? «Se fizerem este filme de Natal, fazemos também a vossa série nova.» Ou pagaram bem? Será que esta malta só queria aparecer num filme de Natal?

Foi algo surreal. Nestes filmes da época espero apenas desconhecidos, todos iguais entre eles (clones?). Ou actores famosos nos anos 90-00's, que tiveram a sua ribalta então e agora só são conhecidos por estes filmes. Vamos lá manter as coisas decentes, Netflix!

terça-feira, dezembro 03, 2024

The Christmas Charade


Pois então que comecem as festividades da época. Ainda nem temos árvore de Natal montada e já estamos a ver filmes de Natal da Hallmark.

E que melhor forma de começar. Este filme merece... Merece tudo, na verdade. Prémios do que quer que seja já é qualquer coisa. Até uma tacinha de participação em torneio de chinquilho. Até isso merece. Porque tem tudo o que se quer num filme de Natal. Pelo menos na versão moderna destes. Ou seja, nada tem a ver com Natal, à excepção da narrativa passar-se no período.

The Christmas Charade foi hilariante. Não pretendia ser. Não está rotulado de comédia. Foi simplesmente uma óptima forma de começar o mês.

segunda-feira, dezembro 02, 2024

We Live in Time


Ora viva. Já há algum tempo que não havia tempo, ou talvez até paciência, para ver um filme. Tendo em conta que já estamos em Dezembro, um filme totó de Natal teria feito mais sentido. Em vez disso vimos esta depressão em formato cinematográfico. Tudo porque a minha senhora, como muita mulher que para aí anda, gosta mesmo é de histórias trágicas se, porventura, conseguir chamar-lhes românticas também. Qual é a cena? Sim, eu sei que o mais provável é um casal acabar em divórcio. Mas a alternativa tem de ser morrer uma das pessoas, ou mesmo as duas, para que seja amor verdadeiro?

E porque passou Garfield o filme todo com os olhos a lacrimejar? Foi como se, antes de cada cena, tivesse visto o fim do Marley & Me. Sempre. Tipo preparação. Mesmo enquanto tinha pela frente os seios de Pugh. Estava sempre a lacrimejar.

Foi uma direcção de cena esquisita.