Um filho dum magnata hoteleiro, rebelde por natureza, bon vivant, que nunca trabalhou na vida, mete-se em apuros, aos 40 e tal anos. O paizinho safa-o uma última vez. A partir de agora não haverá mais benesses. Apenas e só um emprego como director dum mega hotel, posição para a qual o filho não tem quaisquer competências. É uma medida severa, por muito que pejada de nepotismo. O filho aceita a posição, com sentido de missão. A partir daí não volta a fazer nada do que supostamente fazia antes. Naaaaaaaaada!
Mas o filme não é sobre ele. Não, esta personagem super pouco credível e mal construída é apenas e só o love interest. Giro como finalmente as posições trocaram. Ela está a fazer os possíveis para manter a cabeça à tona. Todos os seus esforços são para dar tudo à sua filha. Antes do Natal, por azar, perde o emprego. E logo agora que a filha precisa de dinheiro para uma escola XPTO de ski. Não há empregos disponíveis. Nada, excepto Pai Natal no mega hotel. Com a ajuda do irmão e cunhado, que fazem próteses e fatos de cosplay (e mais nada na vida), será que a nossa heroína conseguirá enganar toda a gente e manter uma posição tão fulcral para o negócio, neste período específico do ano? Porque se for apanhada na mentira...
Qual é mesmo o problema? Não, a sério. Qual é o problema duma mulher fazer de Pai Natal?


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