domingo, setembro 21, 2025

The Last Showgirl


Oh pra mim a acabar um filme à meia noite. Pareço tão crescido.

Vi o filme por causa da Pamela Anderson. Porque é uma referência mundial. Estratosférica. Lamento, mas é verdade. Infelizmente, por demasiados maus motivos. A famigerada sex tape à cabeça. Mas a moça também decidiu usar a sua fama para dar visibilidade à causa da PETA. E total mérito tem de ser-lhe dado. Ela passou por demasiados momentos embaraçosos, mas sempre soube dar a volta por cima e ser igual a si mesma. E fico muito contente que tenha encontrado projectos de qualidade para dar seguimento à sua carreira. E não se está a safar mal, diga-se.

A verdade é que sempre achei que era má actriz. Não era o único, por certo. Mas também é verdade que a moça, acima de tudo, fez Baywatch e mais um par de séries cómicas básicas. Hoje em dia faz Broadway e este papel bem sério, num filme que tem uma ideia romântica gira, mas ao qual claramente faltou orçamento para dar um corpo à história.

Concluindo, também eu era um dos palermas que achava que a moça era só um corpo, mas vi o documentário dela na Netflix e mudei a opinião. Tanto que, lá está. usei do pouco tempo que tenho para ver filmes, para ver Last Showgirl. E não me arrependi de a ver, mesmo que não ache que o filme seja «aquela cena» que andaram a pintar.

segunda-feira, setembro 08, 2025

About Time


Acho que já expliquei isto. Eu vou ver este filme variadíssimas vezes. E não, não vou entrar em detalhes do filme. É um dos preferidos da minha senhora. Talvez O preferido. E eu também gosto muito.

Posso dar os detalhes do porquê de vermos agora. Estamos de férias. A minha sobrinha juntou-se ao grupo. Ajuda com os pirralhas. Acima de tudo faz companhia. Houve uma conversa sobre top 4 de filmes preferidos. Número estranho, bem sei. Não é gralha. E mais estranho é que não tenho um número quatro declarado. Os outros três foram fáceis de encontrar. About Time é mencionado pela minha senhora. A sobrinha nunca viu. Está no Prime. Bastam 2.99€ e temos um belíssimo serão, enquanto os miúdos dormem. Mais o valor das pizas, vá.

About Time não é o meu quarto filme, mas é maravilhoso.

domingo, agosto 24, 2025

Summer of 69


Juro que pensava que o filme se passava na década de 60. Não faz sentido algum, tendo em conta a temática. Mas até ela usar o telemóvel para pagar uma coisa, era credível. Porque não usou o telemóvel até então, entenda-se. Não foi o acto de pagar que quebrou a ilusão.

Anywho...

É uma versão moderna e fofinha do Risky Business. É declarado. O filme do nosso amigo Tom é mencionado e a famosa cena do cássico é referia não uma, mas duas vezes. Já sobre esta versão moderna, o início até foi engraçado. O final é bastante parvo. Não há cena memorável que ficará para a História.

Tendo em conta que não via um filme há um par de semanas - e tenho visto muito poucos nesta parte recente da minha vida -, ver este filme foi uma experiência extraordinária, que em nada se reflete na qualidade do filme em si.

sexta-feira, agosto 08, 2025

Boy Kills World


Afinal ainda deu para ver mais um. Tive de acordar cedo, não tendo dormido muito, e começar logo a trabalhar. Assim pude terminar mais cedo, dando tempo para ver mais um filme de porrada. Não foi uma «semana perfeita», mas quase. (O Venom não conta, que comecei a vê-lo há semanas).

Boy Kills World foi bem fixolas. Uma história meio parva, mas que deu boas cenas de acção. E, tenho de admitir, houve um twist que surpreendeu-me, criando até algum interesse que foi para além do sangue a jorrar.

Teve um bocadinho de história, vá. Não muito, mas alguma coisa de novela.

quinta-feira, agosto 07, 2025

Fight or Flight


A senda de porrada continua. A ideia era ver cinco filmes destes, nesta minha semana de soltura. A vida já não é o que era. O plano não resultou porque há sempre alguma coisa que fazer. Ou então dá jeito dormir cedo, para começar o dia muito mais cedo, para ter tempo para fazer coisas mais tarde.

Uma chatice, isto de ser adulto.

Fight or Flight foi uma alegre surpresa. Sempre gostei de Hartnett e é uma alegria revê-lo. O conceito é simples. Alguém adorou a cena na igreja do Kingsman e decidiu fazer o mesmo num avião. Não convém pensar muito no assunto. É um avião cheio de cobr... Assassinos! E o nosso amigo Josh tem de salvar uma miúda de toda a gente, menos das pessoas que a protegem desde sempre, mas só a partir de meio do filme.

São coisas que acontecem. Não penses muito nisso. Não há tempo e não vale a pena.

quarta-feira, agosto 06, 2025

Ballerina


Quando vi Ana de Armas no mais recente Bond, disse-o na altura, achei que a moça merecia o seu próprio filme de acção. Aliás, na altura até achava que ela faria melhor Bond que o canastrão Craig.

Hollywood viu o mesmo que eu e não perdeu a oportunidade. Ela faz bem este papel. Ao nível do Reeves. Quase tão bem, vá.

Ballerina é mais do mesmo universo John Wick. Muitos tiros e porrada, intercalados com alguma história e diálogo. Não é a segunda parte que interessa. Porque entre a cena com as granadas na loja de armas, e a Ana vs. cidade inteira na neve... Epá, qualquer uma, individualmente, já faria o filme bom. Mas foram duas e ainda houve mais umas bem fixes.

Criatividade abunda nestes filmes. É de louvar. Muito.

segunda-feira, agosto 04, 2025

Novocaine


Nunca pensei ver o filho do Dennis Quaid à porrada com o filho do Jack Nicholson. No entanto, aqui estamos. Vive le nepotism!

Isto enquanto que a actriz que limpou o sebo a um predador, no tempo do arco e da flecha, faz de donzela a precisar de ser salva.

Convence aí o DaMaSCo de 15 anos que isto vai acontecer. Anda. Convence lá! Não consegues, pois não. É natural. Se há ficção a sério é a realidade, não este mundo criado onde um gajo leva porrada o dia todo e, mesmo assim, é o herói no final o dia.

Venom: The Last Dance


Que «parto difícil».

Comecei a ver há um par de semanas. Adormeci no sofá. Quando acordei já os créditos rolavam. Pensava que tinha visto pelo menos dois terços. Recomecei ontem e não me lembrava de nada. Terei visto um terço, afinal. À segunda não o consegui terminar porque tive uma chamada da pátria. Fiquei com 40 minutos ainda por ver, que quase despachei no caminho do trabalho, em velocidade dupla. Vi os últimos 3-4 minutos no sofá em casa.

Ridículo.

Quase tanto como o número de actores britânicos neste filme. Qual foi a lógica? Filmaram muito na Europa e ficou mais barato? Há menos risco do filme queimar carreiras, é verdade. E gostei de ver dois actores do elenco do Ted Lasso, confesso. Mesmo assim, foi estranho.

Como foi todo o filme, aliás. Como é estranha a própria existência desta trilogia, não esquecer. Como é muito o facto de Tom Hardy ter-se dedicado ao projecto. Talvez seja o mais estranho de tudo. E também ele britânico, bem sei.

Foram três filmes. É o que há a dizer. Não sei se ficará muito mais na minha memória, a verdade é essa.

quarta-feira, julho 30, 2025

The Fantastic Four: First Steps


Baby steps.

Como introduzir personagens que já foram introduzidos duas vezes, pelo menos? (Ainda não consegui ver a versão low cost dos anos 90. Com pena.) Pior, ao contrário do Homem-Aranha, os Fantastic Four não chegaram a ter uma versão bem sucedida.

Confesso que, se não morri de amores pelos filmes de Sam Raimi, o meu menino Evans como Human Torch deu-me algumas alegrias, naquela altura. Hey, se há coisa que sempre disse neste blogue é que não sou um gajo esquisito, quando falamos de super-heróis. Ou genericamente.

Mas o público em geral não concorda comigo. Execeto em relação à versão de 2015. Todos concordaremos que é um «desastre automóvel» delicioso, que hei-de ver outra vez quando precisar desse conforto. Não, não há muita gente que tenha apreciado os filmes com Alba et al.

Logo, o ângulo seguro para a Marvel seria fazer uma origin story outra vez, como deve ser. Teriam as pessoas paciência para isso? À terceira seria efectivamente de vez? Tenho dúvidas. Se conseguiram arranjar forma do público comum dar nova hipótese a estes personagens, foi com darem-lhes um elenco popular e uma campanha de marketing razoável.

Virão agora os esquisitos dizer que não é suficiente, que não vemos os personagens crescer. Epá, não sei que livros leram de FF, mas os que li (admito que não serão muito, já que esta «família» fez pouco por mim enquanto leitor) nunca mostraram grande crescimento. No meu entender, os quatro estão estabelecidos desde inicio, sem grande alterações, tirando uma ou outra evolução imposta naturalmente pela sociedade (estou a olhar para ti Invisible Girl). Todos os personagens são hoje, genericamente, o que se tornaram quando o foguetão onde ganharam poderes despenhou-se na Terra.

O que sei é que First Steps foi divertido. Não acrescentou muito, verdade, mas, como diz o título, espero que sejam efectivamente os primeiros passos para algo fant... Não, não o vou dizer.

sábado, julho 12, 2025

Superman


Contrariamente ao que o James Gunn possa achar, o filme não foi punk rock. O que não quer dizer nada, atenção.

Achei brilhante? Não sei se alguma vez acharei um filme da DC brilhante. Demasiados anti corpos de juventude. Sou moço Marvel. Nada a fazer. E não tem a ver com o facto de que os filmes terem mais qualidade, ou notoriedade, ou o universo ter sido melhor criado. É «amor à camisola».

Dito isto, e contrariamente ao sentimento que tive com maior parte dos outros filmes DC, não me importava de ver mais disto.

Terá a ver com o conteúdo ou com a forma de Gunn fazer as coisas? O próximo filme o dirá, talvez.

sexta-feira, junho 27, 2025

A Nice Indian Boy


Um mês depois vejo um filme. É o que dá. Sim, vemos séries cá em casa. Mas, acima de tudo, tenho adormecido antes da mais velha. Não, não estou a exagerar. Não aconteceu muitas vezes, mas aconteceu algumas.

O filme é giro. Tem detalhes que não estava à espera. Houve uma tentativa de desconstruir a célebre narrativa do género. E depois foi uma corrida desenfreada até ao final, a bater em todos os clichês com particular ênfase.

No entanto, teve um momento que tirou-me por completo do filme. Aquele momento que te faz esquecer a história e traz-te de volta à realidade.

Como é que há uma dança no casamento e ninguém tem o telemóvel na mão a filmar?! Nem uma pessoa. Absurdo.

quarta-feira, maio 28, 2025

Transformers One


Não sabia esta parte da História dos Transformers. Ou se calhar sabia e esqueci-me. Se calhar até já falei nisto e não sei. A minha vida vai longa e há muito deixei de ter presente todos os meus pensamentos ridículos. Ou se falei deles ou não. O certo é que, ao saber que o planeta dos Transformers é um primeiro Transformer, chamado Primus, que transformou-se no planeta, a primeira coisa que pensei foi «será que há alguém a viver na zona dos testículos?»

Não interessa se um transformer tem testículos. Essa parte não carece de discussão. Importa mais saber... É uma zona montanhosa? Densa de vegetação? Esta zona não pode cheirar bem, certo?

Transformers One é uma história de origem. Do Optimus e do Megatron. E de mais uma data doutros personagens conhecidos. E sim, o início foi giro - o Bumblebee tinha voz e não se calava <3 -, mas a partir de certo altura foi só mais um filme onde estão a acontecer coisas. Uma data de chavões. Uma porrada de barulhos e explosões. Tiros e voos e... cenas.

Está visto. E revisto.

sábado, maio 24, 2025

Watchmen: Chapter II


Não será desta que fico verdadeiramente esclarecido.

Fui ambicioso. Quis ver três filmes num dia, mas a verdade é que adormeci a ver esta segunda parte. Não que seja má ou enfadonha. Longe disso. Pareceu-me ser uma adaptação bastante fidedigna e interessante. Como a história é, só por si. O problema é meu. Estou velho e o dia foi longo, com uma saída de casa pelo meio. Basta isso.

Lá terei de ver a próxima adaptação, seja ela qual for e quando vier. Será uma peça de teatro? Um musical? Quem sabe.

Watchmen: Chapter I


Vamos continuar na senda de super-heróis.

Sendo que ninguém pediu uma nova versão duma das mais famosas e populares histórias de BD, alguém decidiu fazê-la na mesma. Em duas partes. E eu cá estou para ver.

O curioso é que eu li a BD, vi o raio do filme mais que uma vez, vi a série spin-off, li e vi outras histórias baseadas no mesmo, ouvi sempre gente a falar disto, e não é que nunca sei, no início, quem é que matou o Comedian?

Não sei porquê mas o desenlace, a revelação, nunca me fez sentido. Talvez agora faça. Deixa lá ver se ainda tenho tempo de ver a segunda parte hoje.

Thunderbolts*


Num filme que, por vezes, tentou forçar a piada (não muito, isto não é o show do Drax), tenho de admitir que o final foi muito engraçado. Não falo do último terço. Falo da última cena. Teve piada.

Foi spoiler?

Thunderbolts* vai passar entre as gotas da chuva. O pessoal está cansado de flops da Marvel. Ou os dois últimos Avengers elevaram demasiado a fasquia. Ou há saturação de filmes de super-heróis. Não sei. A verdade é que menos pessoas vão ver este filme do que viram os anteriores. Pelo menos no cinema, que é onde interessa a quem só vê números.

É pena.

Fosse noutra altura. Na primeira ou segunda fase. Se tem saído então... Não faria sentido. Verdade. Esta história é para sair agora. Mas, mais cedo, teria tido outro tipo de público e atenção.

Thunderbolts* não é uma obra prima. Não é dos melhores. Tem vários chavões dos filmes Marvel. Mas é divertido. Tem acção, mas não é só tirinhos. Tem um ensemble simpático, com uma mega estrela (na minha humilde opinião). Vale bem o preço do bilhete, é só o que estou a dizer.

quinta-feira, maio 22, 2025

Snack Shack


Começámos a ver este filme há meses. Vimos meia hora, a minha senhora adormeceu e, quando acordou, decidiu que não era para ela. Tenho andado a ver o filme aos bocados, nas viagens de comboio de e para o trabalho. Quando raios é que tenho eu tempo para ver filmes sozinho?

Snack Shack acabou por ser mais emocional do que imaginava. Por vezes desnecessariamente. O filme tem quase duas horas e não precisava. Há várias cenas a servir pouco propósito, a não ser encher. Mas o filme tem uma data de bom talento envolvido, passa-se num Verão dos anos 90, tem pinta e cervejas, uma bela girl next door e uma piscina pública. Muito do que procuro na vida. E nos filmes que vejo.

domingo, maio 18, 2025

Moana 2


O primeiro novo filme (para mim) da Madame M.

Um pouco absurdo ser a sequela e não o original, certo? A minha senhora estava a tentar ser fofinha. Queria que visse algo novo, para contar para aqui. Vi menos de 20 filmes este ano. Em quase cinco meses. É absurdo, porque estou longe de estar a fazer uma vida de grandes moinices. Muito longe, mesmo.

Moana 2 era suposto ser uma série e alguém forçou que fosse um filme. Não se nota tanto como achava, mas nota-se. É um notório passo abaixo do original. Bastante abaixo. Mas a decisão foi acertada. O filme fez uma parvoíce de dinheiro nos cinemas.

Venha daí o terceiro e os spin offs. Se for isto que a Madame M. obriga-me a ver, vezes e vezes sem parar, não ficarei muito mal.

sexta-feira, maio 16, 2025

SuperBob


Dois filmes numa semana? Insanidade.

Somos fãs do Brett Goldstein cá em casa. Tudo por causa do papel no Ted Lasso, claro. Entretanto vimos um stand up do rapaz, e tínhamos este filme na calha. Escusado será dizer que... É melhor ficarmos pelo Ted Lasso.

O cavalheiro tem piada. Disso não haja dúvida. Mas acho que é piada de ensemble. Ele sozinho em palco, ou sendo protagonista dum filme, não é suficiente.

SuperBob é engraçado. Muito naquele registo de coisas britânicas simples e tolas. Funcionou como entretenimento.

domingo, maio 11, 2025

A Real Pain


Dois primos vão visitar a Polónia e fumar ganzas em telhados, à boa maneira Norte Americana. Isso e são judeus. Por isso fazem também a tour em memória da avó, sobrevivente do Holocausto, que faleceu há pouco tempo.

A minha senhora gostou do Culkin no Succession (quem não gostou?) e, como tal, lá tive de ver isto. Não que seja mau, mas não teria visto se não fosse esta pequena obsessão. Não vou ver maior parte dos filmes dos Óscares deste ano, em boa verdade. Porque é tudo mais do mesmo. Sim, incluindo este.

segunda-feira, abril 14, 2025

Here


Não é fácil ver um filme, nos meus tempos que correm. O dia está muito ocupado. E precisamos de vários minutos para meter a Madame M. a dormir. Isto para não falar que o Mestre J. precisa de atenção. Ambos consomem muita energia, pelo que cedo dá jeito ir dormir. Não vá o dia seguinte ser posto em causa.

Logo, fazer o esforço de ver um filme de hora e quarenta e quatro minutos não é pêra doce. Se o vimos foi porque a subscrição da Prime vai terminar em breve. E porque a minha senhora queria muito ver. Here é baseado numa graphic novel que a minha senhora tem tentado impingir-me há demasiado tempo. Não sabe ela que não tenho paciência para ler? Quem tem tempo para algo desse género?! Eu nem tempo tenho para publicar estes textos reles!

Here é sobre memórias dum pequeno espaço. Um plano fechado por onde vidas passaram que, felizmente, não ficaram limitadas a esse pequeno espaço. Coitadas. Se assim fosse...

terça-feira, abril 08, 2025

You're Cordially Invited


Só demorámos três semanas a ver este filme. Bem que começámos, mas o Mestre J. decidiu aparecer nessa noite. Vimos uma dúzia de minutos, nada mais, e lá decidimos ir ao hospital. Foi a decisão acertada. Não teria dado para terminar. Mesmo que este filme não fosse demasiado longo. Que é!

A premissa é engraçada. O conflito é forçado. Os personagens principais são odiosos. O que faz com que as pessoas à volta pareçam melhores. Mesmo que não sejam. É uma dinâmica menos convencional.

Para mais, passava bem sem o interesse romântico. Achei refrescante que não existisse neste filme. Nunca pensei. Porque eles não têm química nenhuma. Pareceu super forçado.

domingo, março 16, 2025

Picture This


Este filme é o Five Blind Dates.

Quando digo isto, não quero dizer que é tipo o FBD. A premissa e desenrolar, a história, tudo é exactamente o mesmo. Cinco dates para encontrar um marido, para que obtenha dinheiro para salvar o negócio a falir. Difere no país. FBD passava-se na Austrália, este em Inglaterra.

Como pôde isto acontecer? Como é que o permitiram? O estúdio é o mesmo. São ambos filmes Amazon. O primeiro terá tido sucesso. Decidiram fazer uma versão «melhor». E eu acabo a ver o mesmo filme duas vezes.

Eu nem gostei assim tanto à primeira!

sábado, março 15, 2025

The Electric State


Achei estranha a necessidade de ter a história a passar-se nos anos 90. Até que chegamos à parte em era preciso um cérebro humano para fazer a computação e aguentar um sistema ao qual toda a gente no mundo está ligada.

Não há nenhum computador que consiga fazer isso? Certo. Certo certo.

No geral, Electric State tem a sua piada, com uma colecção gigante de cromos. Os Russo conseguem movimentar muita gente. Mas o último terço é um desastre completo. Super «redondo».

sexta-feira, março 14, 2025

The Gorge


O filme tinha bastante mais interesse quando não se sabia o que estava no fundo do dito Gorge. Eles fizeram de propósito. Esconderam tudo isso do trailer. Ficamos a pensar que é uma coisa de terror e misticismo, quando afinal é só mais um filme realista sobre ganância...

Ah, já ia spoilar. Não que recomende mas, para quem quiser ver o filme, não vou revelar essa parte.

quinta-feira, março 06, 2025

Wolfs


Acho que entendi. Acho. Foi assim um bocado rápido que «vomitaram» toda a trama, naqueles instantes finais. Acho que entendi tudo. Tenho quase a certeza que entendi tudo. Acho que sim.

Wolfs é uma coisa estranha. Tinha tudo para ser um sucesso. Tudo. Duas mega vedetas. Bastante humor e pinta. Um realizador já com vários créditos óptimos. E uma premissa bastante interessante, que dava espaço para as vedetas serem ainda mais fixes do que já são. Só que...

O desenrolar foi super estranho. Para além de que os personagens, que deveriam ser meticulosos até à quinta casa, deixaram mais pontas soltas que sei lá o quê. Tanto momento, tanta testemunha, tanto deslize que os desmacaria num segundo. Mesmo assim...

Teve vários momentos divertidos. Os dois são óptimos. É um serão bem passado. Não há como dizer o contrário.

sexta-feira, fevereiro 28, 2025

Fly Me to the Moon


Afinal...

Já se fizeram milhentos filmes, livros, artigos, reportagens, documentários ou novelas, sobre a missão do Apolo XI. Chegar à lua foi um feito tremendo, que claro que justifica tudo isso e mais um par de botas. Mas afinal... Afinal o verdadeiro sucesso foi uma artista de esquemas, que usou marketing para angariar dinheiro e safar a missão. Sim, foram as tangas da Scarlett que meteram um homem na lua.

Fly Me to the Moon foi algo surpreendente. Pensei que seria apenas mais uma fantochada norte americana. E foi em muito. Mas também foi divertido, e até engraçado em boa parte do filme. Não estava à espera.

sábado, fevereiro 22, 2025

Captain America: Brave New World


As moças foram visitar os meus sogros. Eu aproveito para vir ao cinema. É o combinado. Em podendo, vou ver filmes da Marvel. Claro que é com uma condição apalavrada de que faço tarefas domésticas.

E lembro-me agora que esqueci-me de meter a roupa a lavar. Não vou levar nas orelhas. A minha moça não liga a isso. É uma fofa e ficou contente que pudesse vir. Eu é que estou irritado com o meu cérebro senil. Ainda para mais quando começo cada vez mais a sentir que estou perto duma crise de meia idade. O que faz-me pensar...

Estou finalmente em condições de entrar num filme Marvel? Estou próximo da média de idades neste Cap IV!

Sobre o filme, a tentativa de fazer um Manchurian Candidate funcionou até certo ponto. Depois abandonaram a ideia e entrou nas mesmas cenas de todos os filme Marvel. O costume, portanto.

Dará para os detalhes alimentarem algo mais/melhor?

sexta-feira, fevereiro 21, 2025

Kinda Pregnant


Ora aqui está uma combinação que ninguém tinha idealizado. E, em boa verdade, provavelmente ninguém queria. Amy Schumer, que aparententemente ainda faz coisas, juntou-se à produtora de Adam Sandler para fazer este filme.

Não que seja a pior coisa do mundo. Longe disso. Já vi coisas bem piores. Algumas até nomeadas para galardões. Daí a ser um exercício necessário da sétima arte...

Talvez até seja. Estou a ser preconceituoso. Talvez seja um filme útil para grávidas. Sei lá eu pelo que estão a passar. Espero que sim, que o filme ajude alguém, que seja apreciado por muita gente. Se for útil para alguém a passar um mau momento, nem que seja só um bocadinho, já valeu a pena.

domingo, fevereiro 16, 2025

Back in Action


Pessoal, o Marky Mark já fez esta história no Family Plan.

OK, verdade que não tinha o gancho da Cameron Diaz «voltar à acção» literalmente, depois de muitos anos fora destas andanças cinematográficas. Mesmo assim. Family people a serem agentes secretos... Bem, se calhar quem começou a coisa, agora que penso no assunto, foi o sr. & sra. Smith. Talvez até alguém, andes disso, tivesse idealizado rebentar com os subúrbios aos tiros. Quem nunca?

De qualquer modo, a narrativa é parva demais e não faz sentido. Mas a acção é óptima. A sério. Nível máximo.

PS - Este é o primeiro filme que vejo, saído este ano.

sábado, fevereiro 08, 2025

Tetris


Isto ele há coisas esquisitas. Quem diria que um filme sobre o Tetris (sim, o jogo) seria uma intriga política. Claro que está tudo excessivamente extrapolado. Porque, lá está, uma história, apenas sobre as negociações sobre os direitos deste jogo, não seria a coisa mais fascinante de se ver.

Apesar de toda a fantasia, o filme é interessante e ficamos «agarrados» durante duas horas a ver nerds lutarem por um jogo muito básico. Duas horas não é nada. Passei muito mais tempo a jogar o raio do jogo.

Terminando com mais uma esquisitice, a narrativa passa-se quase toda na Rússia e no Japão, mas foi tudo filmado na Escócia. Esse sítio diversificado, arquitectonicamente falando.