sábado, novembro 24, 2007

Vacancy

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Estão a ver aquele filme que uma pessoa pode ver quando não lhe apetece estar a ver nada?
Este filme é óptimo para isso.

PS - Esperava mais do gajo que fez isto.

sexta-feira, novembro 23, 2007

The Right Stuff

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Sei que estamos a falar de gajos com uma coragem tremenda.
Meterem-se numa nave, numa situação onde existem milhões de coisas que podem correr mal e que qualquer uma delas pode levar a que aquilo exploda, sem mais nem menos... Não é coisa para qualquer um!

Só que à medida que ia vendo o filme, só me lembrava do Jackass!
Gajos a fazerem coisas absolutamente ridículas (vamos ser honestos, embora houvesse grandes sonhos em relação à exploração espacial, o grande objectivo era bater os russos), sem grandes propósitos, sempre picando-se uns aos outros, só para curtir, só para serem os maiores.

Pode ser o sono a falar (o filme é um pouco extenso), mas para mim estes gajos foram os Jackasses originais.

Do ponto de vista cinematográfico, o filme é acompanhado por um bom elenco, mas há momentos onde o ridículo tira um bocado o suspense à coisa.
Há demasiados momentos lúdicos. Às tantas não dá para perceber se estão a gozar ou não.
Foi a impressão com que fiquei.

quarta-feira, novembro 21, 2007

I Now Pronounce You Chuck And Larry

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A cena da Jessica Biel em roupa interior!!!!!!....
Meu dEUS, esta cena!!!....

Se alguma vez houve dúvidas se odiava ou não o Adam Sandler, desfizeram-se completamente nesta cena.

Não é assim tão engraçado.
Mais que não seja temos que acreditar que Sandler é o Don Juan de Brooklyn e isso fez-me confusão.
O Kevin James até costuma ser engraçado mas não especialmente neste filme.
As piadas gays falharam miseravelmente o seu propósito. Aliás, o filme foi um bocado reles nesse capítulo. Tentaram brincar com a coisa e gozar com a intolerância que existe, só que não convencem ninguém.
Existem umas bocas parvas do Sandler que até fazem um gajo rir mas acho que é preciso gostar do palerma.

Há filmes deste estilo mais giros.

terça-feira, novembro 20, 2007

Knocked Up

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Maior parte das pessoas sonha com a fama. A outra parte com o dinheiro. Ou ao contrário, não sei. Acho que maior parte das pessoas, apesar de tudo, acha que a primeira traz obrigatoriamente a segunda. Não vejo as coisas assim mas também não é nisso que penso.
Falo na cena de querer pertencer a este mundo do cinema.
Maior parte do pessoal acho que quer é ser reconhecido na rua. Ser convidado para todas as festas. Aparecer no tapete vermelho nos Óscares. Ter no telemóvel todos os números de toda a gente que é alguém.
Não diria que não ao dinheiro, claro que não. A cena da fama não puxa tanto por mim. Festas pretensiosas não é comigo. Ser reconhecido é apelativo mas acho que facilmente fartar-me-ia. Às vezes nem gosto do facto do indiano que me vende o Record já me conhecer!

Anywho, o que realmente é apelativo neste mundinho, para mim - para além da Katherine Heigl -, é poder fazer aquilo que estes gajos fazem. Filmes com os amigos. Poder, de vez em quando, juntar a rapaziada e trabalhar num projecto curtido praí durante uns três a seis meses. Sei que nem tudo é brincadeira. Há-de haver momentos em que há chatices e as coisas não correm bem e há stresses, mas mesmo assim!...
Há aqui gajos que já se conhecem e trabalham juntos há uns bons anos. E com o passar do tempo vão acrescentando pessoal.

Ora vejamos, o Seth Rogen, o Jason Segel e o Martin Starr já trabalham juntos desde o Freaks and Geeks (1999). No Undeclared (2001) juntou-se o Jay Baruchel. O Jonah Hill começa a aparecer demasiado e já anda nestes filmes desde o 40 Year Old Virgin (2005) (Deu na SIC há pouco tempo e se não viram, deviam ter visto, porque é hilariante! Não o vi todo, senão teria que falar dele aqui.) num papel minúsculo. Porra, tirando o Seth, eles dão todos os próprios nomes aos personagens, neste filme!
O Paul Rudd veio num arrasto dos filmes do Will Ferrell. E mesmo a Leslie Mann também tem aparecido com regularidade nos projectos da pandilha (esta última vim depois a saber que é esposa do realizador).
O Steve Carrell apareceu aqui, só naquela!!
Suponho que o verdadeiro culpado seja Judd Apatow, já que foi escritor, produtor executivo e realizador de alguns episódios de Freaks and Geeks.
Para séries, os cavalheiros não têm muito jeito, visto que ambas foram cedo canceladas. Já filmes...

Resumindo, há demasiados motivos para odiar estes gajos, mas é principalmente porque os invejo de morte. E irrita-me não ter amigos com talento que me levem por arrasto com eles.

Cambada de incompetentes!....

PS - O papel desta moça é absolutamente brilhante!

segunda-feira, novembro 19, 2007

The Battle of Shaker Heights

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Adoro gajos que têm a mania. Gajos que mandam bocas a torto e a direito. Gajos que mesmo nas situações mais complicadas tendem a mandar a boca que, apesar de ser hilariante e meter toda a gente a rir, só os mete em mais sarilhos. O Shia faz isso bem. Dou mérito ao gajo e vejo-lhe talento. Aqui ainda nem tanto. Quando tentou fazer a cena de adolescente nervoso por estar ao pé da popozuda da Amy Smart... o cavalheiro falhou miseravelmente aí.

Houve uma coisa que me irritou no personagem dele, no entanto.
O rapazito era muito esperto. Criado por uma mãe meio hippie, artista e um pai ex-drogado... O rapaz não saiu nada mal, digamos assim. O meu problema com a personagem de Shia passa pela relação com o pai.
O cavalheiro tinha sido um habitué dos mundo dos narco-tráfegos mas estava limpo há uns anos. Só que Shia fazia tudo para antagonizar a vida ao pai, quase deliberadamente fazendo-o voltar ao vício.
Compreendo a parte irracional da coisa mas não deixa de fazer-me confusão.

Para além disso há a «relação» com Amy. Não percebo a ligação que supostamente ambos criam.
A moça até tem direito a aparecer no cartaz do filme e nem sequer lhe dou assim tanta relevância ao papel. Aparece pouquíssimo tempo embora, em defesa dela, o filme já é bastante curto só por si.

Como última nota, já não tenho idade para cair nestas armadilhas hollywoodescas mas o que é certo é que continuo a ficar todo contente quando o herói da história fica com a morena patinho-feio em vez de com a loira estrela da companhia.

sexta-feira, novembro 16, 2007

Breaking and Entering

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Consegui ver a Juliette Binoche despida em dois meios diferentes, no mesmo dia.
É o suficiente para tornar qualquer dia reles, num dia... agradável!
Não num bom dia. Para isso teríamos que atravessar certas barreiras dimensionais.

Este filme surpreende por vários motivos.
Mais que não seja, arranjaram uma francesa (Binoche) para fazer de bósnia.
Arranjaram uma americana para fazer de sueca.
E arranjaram outra americana para fazer de prostituta de leste.

Numa coisa não surpreendeu.
Jude Law is a f#$%ing c&#$!!
Não há volta a dar-lhe.

quinta-feira, novembro 15, 2007

The United States of Leland

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Irrita-me ter visto este filme hoje.

O filme não é nada mau. Pesado, mas não muito.
O elenco é muito bom, se bem que há aqui uns quantos actores e actrizes que nesta altura ainda não eram sequer muito conhecidos. Acho que o Chris Klein tem talento e há alguma coisa no Ryan Gosling. Se juntarmos a isto Michelle Williams, Martin Donovan e os incontornáveis Don Cheadle e Kevin Spacey, dá para perceber que não é um projecto qualquer.

Só que não era aquilo que queria ver. No meio dum dia reles, não era aquilo que precisava.

Daí que me tenha irritado ver isto hoje.

quarta-feira, novembro 14, 2007

A Guide to Recognizing Your Saints

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Se este não fosse o nonagésimo filme sobre como foi crescer em Nova Yorque (ou num dos seus famosos bairros), no meio duma data de delinquentes que nunca iriam muito longe, com vinganças entre mini-gangs e relações maradas/sexuais com miúdas debochadas...
Se não fosse tudo isso, este filme até teria causado uma boa impressão.
Quer dizer, sejamos bondosos, o filme causou boa impressão, não teve foi grande impacto.


Pequenas notas
- Estranho ver Chazz Palminteri tão pouco autoritário, tão pouco marcante, tão fraco. Bem representado, entenda-se. O Chazz é que não faz o papel de mafioso do costume.
- Quão frustante será encontrar uma ex-namorada anos depois, com quem não se conseguiu ter nada, porque eram demasiado novos, e deparar-se com a Rosario Dawson? Deve doer, não?
- Ainda em relação à Rosario, curioso ver como aqui interpreta a versão crescida do seu personagem do Kids, sendo que tiveram que arranjar uma miúda para fazer esse mesmo papel.
- O Shia LaBeouf está a suplantar-se demasiado, demasiado cedo.

terça-feira, novembro 13, 2007

10 Items or Less

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Se tivesse um Top 5 - não tenho porque não consigo restringir tanta beleza em tão curta lista - Paz Vega certamente entraria na concorrência para um dos lugares. A mulher tem qualquer coisa... tem qualquer coisa de mulher! Não o consigo explicar melhor. Isso e não acho, nem pouco mais ou menos, que a Penélope tenha alguma coisa que a faça ganhar este pequeno duelo latino. A Paz tem a limitação de não dominar inteiramente o inglês mas não me parece que seja por aí. A Penélope também ao início!....

Morgan Freeman é um actor de Hollywood com relativa fama. Não trabalha há 4 anos e decide analisar um trabalho num pequeno filme independente. Desloca-se a um mini-mercado num bairro latino para estudar o papel de gerente de mercado. Lá, conhece Paz que, por força do destino - para além daquela inépcia que se espera duma estrela de Hollywood -, acaba por ter que tomar conta de Morgan.
Ajudam-se mutuamente e até é giro.

Última nota: Que moral é que este gajo tem para - ainda imberbe neste negócio, como é - andar a fazer cenas com O Morgan Freeman. E, não só isso, como ainda virar-se para o gajo e fazer analogias com blowjobs?!?! Que raio de conversa é esta?!

segunda-feira, novembro 12, 2007

Duane Hopwood

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No meio de tanto cómico, este é o filme mais deprimentemente chato que alguma vez vi.

sexta-feira, novembro 09, 2007

Are We Done Yet?

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O nosso herói compra uma casa. A casa é perfeita à primeira vista mas depois vai-se a ver e está a cair aos bocados. A casa precisa de arranjos e aí entra o personagem irritante que até vendeu a casa. O gajo cai, encontrando problema atrás de problema, até que quase que nem as paredes sobram. O nosso herói, que é um sovina do pior, passa-se e quase perda a família. Quer vender a casa mas aprende o valor e o custo de ter um verdadeiro lar.

Fiquei cheio de vontade de ver cenas do Earvin Johnson. Ele aparece durante segundos no filme mas fiquei cheio de vontade de voltar a vê-lo jogar.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Georgia Rule

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A minha questão aqui é:

se Lindsay Lohan faz de miúda irritante, mimada e rebelde, que se mete em drogas e debaixo de maior parte dos rapazes, que desafia a mãe e que só cede sob o punho de ferro da avó, que assedia tanto o novo como o velho, que destrói carros por capricho e que adora causar choque, que é irreverente e debochada, que corrompe os mais puros, que vem de LA e tem um bronze falso extremamente foleiro, que necessitará de tratamentos de desintoxicação, que provavelmente tem uma doença venérea com o seu nome, que faz imberbes moçoilos entrarem na puberdade, que faz pessoas rezarem por ela...

...será que pode dizer-se que esteve a representar um papel, neste filme?

quarta-feira, novembro 07, 2007

Blades of Glory

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Por muito hilariante que seja ver o Will Ferrell a segurar o Jon Heder, por cima da cabeça, pelo... será escroto o melhor termo? Ou baixo ventre será mais politicamente correcto?
Ou por muito ridiculamente engraçado que seja ver o Will Ferrell a agarrar sucessivamente os seios à Jenna Fischer... bem, o rapaz fartou-se de meter as mãos em sítios, neste filme!
Ou ainda por quão estupidamente jocoso tenha sido a perseguição em patins, NÃO no gelo, do Will Arnett ao Will Ferrell (perseguição de Wills, que giro).

Por muito giras que sejam todas estas coisas, estes filmes acabam sempre por ser muito mais engraçados com companhia.
Com a companhia certa, claro está. Não com alguém que passe o filme todo a dizer: Que coisa tão estúpida! Estes gajos são uns idiotas que não têm mais nada que fazer.
Não, aí não tem mesmo piada nenhuma.

terça-feira, novembro 06, 2007

Everything's Gone Green

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Quem é que disse ao Paulo Costanzo que podia fazer filmes onde é o personagem principal?
E, acima de tudo, que raio de nome é Paulo Costanzo?!

Cantstandia!

Filme canadiano simpático.
Tem demasiado aquele toque, típico do país, de que nada é verdadeiramente alarmante.
Numa primeira instância, ficamos com a ideia que são americanos. Só que depois é tudo demasiado calmo. Não há aquele histerismo inerente, a que um gajo está habituado.
Um puto bebe uma cerveja => Oh, meu dEUS!! O nosso filho é um alcoólatra!!!!!
Um puto fuma um cigarro => Oh, meu dEUS!! O nosso filho é um drogado!!!!!
Um puto dá indicações a uma moça de mini-saia => Oh, meu dEUS!! O nosso filho é um proxeneta!!!!
Um pombo jaz morto na rua => Oh meu dEUS!! O nosso filho terá que usar todas as suas meretrizes para fazer explodir o meteorito que vem contra a terra!!!!
Esse tipo de coisas.

O Paulo não quer crescer. Mais que não seja, não quer tornar-se num yuppie como todos os seus amigos. Todos enriquecem, têm filhos e desaparecem do seu pequeno universo. Paulo bem tenta evitá-lo, mas a sedução do dinheiro persegue-o.
Ao arranjar um trabalho na atribuição dos prémios da lotaria, Paulo é abordado por alguém da máfia japonesa para ceder a informação dos vencedores. Assim, comprando os bilhetes, a Máfia consegue fazer um pouco de lavagem de dinheiro.
Antes que a alma de Paulo se perca, uma jovem asiática poderá ser a sua última esperança.

A coisa não é assim tão interessante. É giro, mas não deixa de ser canadiano.

segunda-feira, novembro 05, 2007

I Want Candy

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Primeiro o Girl Next Door, agora este I Want Candy.
Em ambos, o ponto comum de putos que, por um motivo ou outro, acabam por fazer um filme pornográfico. Para mais, tentam fazer um filme que revolucione a saturada e estereotipada indústria de filmes adultos.

Meus amigos, isso é impossível! Tal já foi feito.
Filmes pornográficos de qualidade existiram nas décadas de 60 e 70.
Os filmes tinham história e procuravam contá-la, não era só para o efeito imediato de...
As pessoas iam ao cinema ver um filme pornográfico. E não havia nada daquelas sessões contínuas. Era uma sessão para um filme.
Naquela altura, os meios eram mais limitados. Qualidade de imagem e som a anos luz do que existe hoje (embora as bandas sonoras fossem melhores). E a representação... bem, a representação é sempre a mesma, mas isso passa principalmente pelo facto de que a qualidade dos filmes, como um todo, piorou.
Se não tem havido esta massificação da indústria (e atenção que aqui confesso que estou algo dividido, porque apesar de tudo, variety is the spice of life) provavelmente hoje em dia teríamos muitos actores de Hollywood a fazer um filme adulto de tempos a tempos.
Vejam este fenómeno que existe com as sex tapes. A Paris tornou-se MUITO MAIS famosa à custa disso. Há actores e actrizes que há muito já saíram da ribalta e agora estão a voltar, lançando sex tapes para meios controlados.
O público gostaria e pagaria para ver as suas estrelas preferidas gettin' it on. Sempre que aparece uma notícia que actor/actriz X vai fazer um filme onde mostra determinada parte do corpo ou faz isto ou aquilo, esse filme é imediatamente sucesso de bilheteira!

Outro ponto a favor da minha teoria é esta onda de filmes com cenas de sexo explícito. Shortbus, 9 Songs, Ken Park, Intimacy... Porque o sexo faz parte da vida. Não pode haver uma história de amor sem ter a parte do encontro lascivo. No final feliz, a seguir ao casamento, o casal depois de todas as tropelias, de quase não terem ficado juntos por causa do mau da fita, ou por causa de uma intempérie, ou do acaso, na lua-de-mel vão estar a noite toda a dar beijinhos e a segurar a mão um do outro?

Vocês - todos os três - sabem que tenho razão.

Em relação ao filme em si, é todo cheio de malandrices e os personagens principais, ou mais que não seja os dois casalinhos que se formam, ficam juntos no fim (respectivamente, entenda-se) e - vou ser um louco e partir deste pressuposto - em princípio, fazem amor.
Mais que não seja, este filme tem a Carmen Electra (inserir som da minha pessoa num elevado estado de salivação) e a Michelle Ryan que apareceu nos dois melhores filmes que vi nos últimos tempos (Cashback e este), mesmo que seja em papéis mínimos. A mal ou a bem, à custa desses papéis mínimos, vim a descobrir que a moçoila é a nova Bionic Woman.
E esta, hein?

domingo, outubro 28, 2007

Intervalo 03 - Felicitações

Sou o primeiro a admitir que alguns intervalos não são bem vindos. Quando estamos num momento emocionante, a meio dum potencial grande filme, uma pausa não será das melhores coisas a fazer. Quando aparece na tela, em formato de letras que já não viamos há uns anos, com uma musiquinha bandeirosa, a palavra «Intervalo» apetece-nos mais atirar a cadeira a alguém do que sair para desentorpecer as pernas.
Contudo, há uma vantagem. Podemos vir cá para fora, giddy as schoolgirls comentar com a companhia: «Tá a ser tão fixe!! Curtiste a cena de quando o gajo saltou de mota por cima da velha para aterrar numa cama cheia de modelos?!!? hihihi»

Seguindo mais ou menos esta linha de raciocínio, lembro o meu ridiculamente pequeno público que este meu passatempo (o blogue em si, não o facto de ver filmes) fez este mês um ano!! Pois é! Um ano a dizer coisas ridículas sobre filmes que ninguém sabe da existência, quanto mais terem paciência para ver. O ano passado estava com demasiado tempo livre, hoje em dia nem por isso. Aliás, as coisas a ver começam a empilhar-se duma forma absurda, mas continuo com tempo e paciência para fazer isto.
Acreditem que surpreende-me.

Aproveitando este pico de audiências - por incrível que pareça, até tenho tido algumas visitas semanais, isto segundo os relatórios - vamos, obviamente, fazer uma pequena pausa! Um intervalo, se quiserem.







Será um intervalo curto, só mesmo para desentorpecer as pernas.

sexta-feira, outubro 26, 2007

Lovewrecked

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Vários pontos surrealistas:
  • Final de secundário. Amanda Bynes vai estudar para ser médica. O melhor amigo não sei o que vai estudar. Ambos conseguem um estágio através da escola para irem trabalhar para um resort nas Caraíbas, durante o Verão.
  • Alguém realmente ir para uma festa num barco em que a temática é «piratas».
  • Amanda a apanhar peixes com as mãos.
  • Alguém achar piada a este filme.
  • «Naufragar» no outro lado da ilha dum resort.
  • Existir um ponto que seja, de praia que esteja deserta, numa ilha destas.
  • O Carlton ainda estar vivo e pedirem-lhe para fazer um sotaque latino!

quinta-feira, outubro 25, 2007

Big Nothing

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Há uma linha muito ténue entre o engraçado e o estúpido.
Em boa verdade, a coisa não é tão linear quanto isso. O Dumb & Dumber, por exemplo, era explicitamente estúpido e talvez por isso seja engraçado.

Este Big Nothing tenta ser inteligentemente estúpido, tentando ser engraçado.

Basicamente, é complicado continuar a meter coisas a correr mal sem que às tantas um gajo não comece a pensar: «Então mas qual é o objectivo, afinal?».
Tudo bem, é uma história sobre maus-da-fita burros. Corre tudo mal e começam a haver demasiadas pontas soltas, seja.
Então e agora?

Daqui, safa-se o Simon Pegg mas só para quem já é fã; e safa-se a banda sonora.
A miúda também tem jeitinho, vá lá.

quarta-feira, outubro 24, 2007

Cashback

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Como eu gosto de ser surpreendido.

Este filme apresentou uma das melhores frases dos últimos tempos:
«Sharon had seen the wrong second in a two second story.»

Claro que tem mais piada com um contexto.
Terão que confiar em mim.

É um projecto um pouco imaturo. Poderei estar enganado - ainda terei que verificar isto no IMDB - mas parece-me um primeiro projecto de um jovem realizador. O cavalheiro aprendeu umas quantas técnicas que queria experimentar e usou e abusou delas. Em especial o truque que se aprendeu no Matrix, de ter a imagem parada e andar a brincar à volta dela... já soube o nome disso... Bullet time! Lembrei-me.

Para mais, a história!
Estamos a falar dum mau break-up, o primeiro a sério. A maneira como o rapazito lidou com isso e os momentos vitais que o levaram àquele ponto. Até certa altura, era uma espécie de High Fidelity sob o efeito de Xanax.
Como apresentou alguns pormerores com valor, dá para esquecer esta falta de originalidade.

Mais que não seja, tem um detalhe b-r-u-t-a-l!
Foi a primeira vez que vi num filme, num momento de discussão entre namorados, a cena típica da moça atirar coisas ao moço. Só que desta vez ela ACERTOU!!!!! Em câmara lenta vemos uma caneca a sair-lhe da mão e a acertar em cheio na tromba dele.

Gostei.

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UPDATE: E neste dia nasceu o D. Era suposto ser um D, mas acabou por ser um D diferente. Não faz mal. Cavalheiro D, quando tiveres idade, vê este filme, do qual falei no teu primeiro dia de anos. A ver se filmes ainda é uma coisa que se vê condignamente e a ver se este meu passatempo ainda por aqui anda, na altura.
A tua mãe talvez não aprecie que te metas a ver coisas destas, talvez não seja intelectual o suficiente para ela (:p) mas olha, fala comigo que conto-te de algumas coisas que a tua mãe já me obrigou a ver!
Grande D, bons filmes, meu caro. Quantos muitos!

terça-feira, outubro 23, 2007

High Art

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É um bom filme... para ver enquanto uma pessoa lê o jornal ou faz a contabilidade ou corta as unhas dos pés.
É excelente para se se estiver sem sono!!!

...

Nunca pensei vir a dizer isto dum filme com lésbicas.

segunda-feira, outubro 22, 2007

The Good German

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Existe um certo revivalismo reinante entre os realizadores, hoje em dia.
Primeiro, houve uma necessidade clara de afirmarem-se no mercado, trazendo novos trejeitos às lides. Depois disso, ao já estarem estabelecidos e ganharem autonomia para realizar os projectos que lhes interessam, aí começam a fazer as coisas com que sonhavam quando eram putos.

Tivemos há pouco tempo o Sunshine do Boyle, com um toque de filme de suspense/ficção científica dos anos 70.
E agora este German, claramente um policial dos anos 50. Aquela cena final é escandalosamente tirada do Casablanca, por exemplo!

Não é ainda uma tendência , mas é um começo.

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E falando de revivalismos, este fica dedicado à minha amiga S., que faz anos hoje e será mamã dentro em breve. O revivalismo acontece sempre que nos vemos, a falar de outros tempos, outras histórias e outras viagens a outros continentes.
Uma grande beijoca de parabéns, fofa.

sexta-feira, outubro 19, 2007

Bridge to Terabithia

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Que filme de fantasia tão deprimente!

Jess e Leslie refugiam-se no mato ao pé de casa. Lá, criam o reino de Terabithia, onde são donos e senhores e lutam contra trolls, bichos e mestres nefastos que os tentam destronar.
Tudo parecia ser perfeito até Jess decidir ceder às tentações da professora de música.

Não, a coisa não é assim tão sórdida.
Tem, contudo, um momento muito pesado que apanha de surpresa o espectador incauto.

Fui apanhado de surpresa e não sei se gostei.

quinta-feira, outubro 18, 2007

Nine Lives

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Nove vidas. Nove mulheres. Nove instâncias.

É um projecto daqueles que aprecio.
Há algo no plano corrido extremamente longo que me fascina.
Suponho que seja o pânico de alguma coisa correr mal.
Vejo-me lá atrás. Um mero figurante. O meu único objectivo é preencher o espaço. De repente vem um espirro e uma cena que já durava à largos minutos é completamente arruinada. Todos os olhos voltam-se para mim. Olhares de fúria. Olhares de frustação. O arrependimento da escolha.

Claro que se compararmos isto a teatro, isto não é nada, mas pressão seria sempre imensa.
Não seria capaz, confesso.

Suponho que faça sentido explicar um pouco a história do filme.
Nine Lives apresenta 9 momentos na vida de 9 mulheres. Não são necessariamente histórias com princípio, meio e fim. Maior parte delas nem «acabam», sendo frustante não saber o final. Algumas mulheres são principais num momento e secundárias noutro. Há personagens que têm ligação mas também podiam não ter.
A piada da coisa aqui é que todas as 9 cenas são filmadas com um só take (9 takes, entenda-se). Não há cortes e a câmara segue os actores. Aquilo que ao início chamei de «plano corrido extremamente longo».
Não imagino que seja o nome técnico. Também não me faz confusão que o não seja.
Acho-lhe piada, só isso.

quarta-feira, outubro 17, 2007

The Hoax

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O Richard Gere é-um-PÃO-pá!!

Foi um pequeno revivalismo da minha parte, não liguem.

É estranho a forma como o Gere perde um bocado a mística sem o cabelo grisalho. Perde um pouco a presença. Contudo, tal é compensado com o papel que cabe a Gere.
Gere é um excelente mentiroso.
Alfred Molina é um excelente péssimo mentiroso.

O filme tem piada e é complementado com um elenco sólido. Marcia Gay Harden, Hope Davis, Stanley Tucci...
Para quem acha piada a gente extravagante e às extravagâncias das pessoas que lidam com gente extravagante, o filme esta bastante engraçado.

terça-feira, outubro 16, 2007

Apt Pupil

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Há putos com cada pancada!!

A panca do Brad Renfro é a segunda guerra mundial. Mais concretamente, as atrocidades cometidas pelos nazis. Depois de estudar o período na escola, Brad (O gajo é igual ao Ethan Hawke. No poster deste filme então, é incrível!) decide que quer saber mais do que a versão contida dada escolarmente e decide ir à biblioteca investigar mais. No regresso a casa, no autocarro, reconhece Ian McKellen como sendo um ex-militar nazi procurado pelo governo israelita. Entre outros, provavelmente. Como só uma pessoa doentia poderia fazer, Brad chantageia Ian para que este conte todos os pormenores sórdidos de todas as atrocidades cometidas no campo de concentração onde estava.

A partir daí, laços são criados.
Sim, é nojento.

Moral da história deste filme: o crime compensa e não é pouco.

Curiosidade: que este tenha sido o trabalho de Bryan Singer a seguir ao Usual Suspects!

segunda-feira, outubro 15, 2007

Serenity

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Estive a ver o filme outra vez, porque estive a ver a série outra vez e, para não variar, fiquei novamente desconsolado com o triste estado do nosso planeta, já que só aqui uma série destas poderia ser cancelada!

Junto a minha «voz virtual» a todas as outras:
BRING BACK FIREFLY/SERENITY!!!!!!

sexta-feira, outubro 12, 2007

The Bourne Ultimatum

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Ocorre um fenómeno estranho em relação à Julia Stiles, nestes filmes. A miúda fica incrivelmente gira! A minha teoria é que é o penteado. Essa teoria verificou-se quando no final a moça teve que cortar e pintar o cabelo.

É um bom filme de acção. Cenas porreiras de perseguições. Cenas engraçadas de porrada (não tantas como seria de esperar!). Algumas teorias da conspiração que fazem um bom enredo. E ainda o vilão que toda a gente gosta de odiar: o governo americano.

Há, no entanto, alguns pormenores que fazem confusão, ali pelo meio.
A Julia Stiles, que volta a aparecer de forma forçada, por exemplo. Para mais, tentam dar-lhe uma ligação maior ao Bourne sem necessidade nenhuma. Há alguns personagens que mudam demasiado facilmente as suas fidelidades. Um assassino que foge demasiado à sua natureza. E ainda uma entrada num edifício governamental que...
Aprecio e admiro as qualidades que Jason Bourne tem evidenciado ao longo destes filmes, mas parece-me que aquela entrada foi um pouco além das suas capacidades.

Não deixa de ser um bom filme pipoca.

quinta-feira, outubro 11, 2007

Spider-Man 3

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Não há nada de bom aqui.

O casting é horrível, tendo o seu ponto mais alto no personagem principal. Dizer que Tobey é atroz como Peter Parker será ser simpático.
Os diálogos... a história... as cenas que colam a acção!!...
Com tantos bons escritores que há na banda desenhada, como é possível fazer um filme sobre o Spider-Man onde o vilão é que manda as bocas?!?! Desde quando é que o Eddie Brock tem a mania que é engraçado!?!?!??!?
Podem dizer-me que os efeitos estão bons. Epá, se é para ver animação deste calibre, não me levem a mal, mas prefiro ver desenhos animados.

Nada!
Não se aproveita nada!

quarta-feira, outubro 10, 2007

Sunshine

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Estes gajos de Hollywood!...

Uma coisa já deu para perceber. Se algum dia houver um qualquer cataclismo... Se às tantas houver um incidente natural que ameace a população na Terra, a maneira de salvar o mundo - isto pelo menos aos olhos dos escritores cinematográficos - é uma grande explosão.

-Meteoritos gigantes vão atingir a terra?
Umas bombinhas bem colocadas tratam disso.
-A lava ou magma ou que raio é aquilo no centro da terra parou?
Fazemos uma sequência de bombas nucleares que, em princípio, devem voltar a meter aquilo a mexer.
-O sol está a morrer?
Bora lá construir a maior bomba de sempre com TODOS os minerais existentes na terra e acordar o sacana!

ÚLTIMA NOTA: O Chris Evans é, sem dúvida, o all-american hero!

terça-feira, outubro 09, 2007

Evan Almighty

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É preciso gostar deste tipo de filmes
É preciso ter gostado do primeiro
É preciso gostar do Steve Carell
É preciso não odiar a religião
É preciso ter alguma paciência e tolerância para algumas americanices
É preciso deixar passar alguns pormenores pouco credíveis
É preciso ter visto outros filmes dentro do género
É preciso ter uma mente aberta

E mesmo assim este filme não é nada de especial.