quinta-feira, dezembro 25, 2025

Happiest Season


Não estava na lista de «filmes de Natal» a ver este ano. Nem me lembrava que este filme existia, em boa verdade. E já o vimos! Aparentemente a minha senhora é fã. Desconhecia. Anda a recomendá-lo a toda a gente, mas já não tinha presente os detalhes. Queria rever. Tudo bem. Não vou estar a impôr o que vemos.

Eu não acho piada a este filme, mas mesmo assim senti um lágrima a formar-se nos momentos finais. Isto para dizer que eu não gostar do filme tem, única e exclusivamente, a ver com não perceber o fascínio da personagem de Stewart pela namorada que, até aos últimos dez minutos de filme, é uma autêntica c@br@.

Teria feito mais sentido Stewart ter largado a namorada e ter-se enrolado com Plaza, do que o final feliz e fofinho com que somos presenteados.

E agora vou perguntar à minha senhora se ainda gosta deste filme, depois deste revisionamento.

quarta-feira, dezembro 24, 2025

Dear Santa


Em véspera de Natal tinha de ver um verdadeiro «filme de Natal». Isto consoante a minha interpretação do género, claro.

Dear Santa tem fantasia, momentos doces e a base é a família. Também tem o dIABO, mas não se pode ter tudo, ?

Feliz Natal!

segunda-feira, dezembro 22, 2025

Oy to the World


Podem dizer o que quiserem, mas a Hallmark sabe muito dos costumes judaicos.

Estou a gozar. Foram uma data de clichês, escritos por alguém que não sabe mais. Também não era preciso. A parte Episcopal também não tinha nada a ver com nada. Não é o que interessa. O importante é que os miúdos eram amigos na escola. Depois inimigos. E, como toda a gente sabe, isso é sinal de que estão destinados a acabarem juntos. Mesmo que a religião judaica não seja assim tão permissiva em relação a isso.

Raios, lá estou eu preocupado com detalhes. Este Oy tinha muito para ser péssimo. Não sendo bom, não é assim tão mau. A Hallmark realmente tem mais escola e recursos que os outros. Isso sim.

domingo, dezembro 21, 2025

Four Christmases And A Wedding


Fui ao engano com o nome. Não é que estivesse à espera de ao algo ao mesmo nível. Epá, mas se vão usar este nome, que seja porque tinham um truque de narrativa qualquer.

Não. A história passa-se ao longo de quatro anos. Não muda nada. Cenários todos iguais. Mesmos penteados para toda a gente. Há uma miúda pré-adolescente que nunca chega efectivamente à puberdade. Coitada.

Foi só mauzito. Não conseguiu dar a volta. Pena.

sábado, dezembro 20, 2025

Oh. What. Fun.


A Michelle Pfeiffer será uma das mulheres mais bonitas de sempre, não? E não é só isso. Quer dizer. Basta ver o papel dela como Catwoman, ou no Baker Boys. A mulher tem presença e estilo. E muito disso traz ela para este filme.

OWF não tem mais nada. O resto do elenco não contribui grande coisa, se bem que nenhuma das personagens está particularmente bem desenvolvida. É Pfeiffer «mais dez».

Pena. Porque a premissa é bastante boa. Há demasiados filmes sobre homens no Natal, e não há quase nenhum sobre as mulheres incríveis que fazem o Natal especial para toda a família. Mães conseguem ser pessoas extraordinárias, mas não deveriam ter essa responsabilidade toda. O trabalho tem de ser distribuído, para que todos possam usufruir deste período maravilhoso de tempo no sofá e de comer demasiado.

Os meus pais nisso faziam um trabalho notável, e muito pude eu usufruir. Não fazia quase nada no Natal. E hoje em dia nem sei por onde começar para dar o mesmo aos meus. Coitados. Não vão ter o mesmo tratamento. Mas a ver se conseguimos ter uma coisa nossa.

Um brinde às mães e aos pais, que tudo fazem pelos seus filhos. Também convém dar responsabilidade aos miúdos, quando são mais velhos. Mas no início, quando são pequenos é dar-lhes tudo o que for possível.

quinta-feira, dezembro 11, 2025

Jingle Bell Heist


Estava mais numa de ver filmes de Natal ao nível dos recentes. A minha senhora, influenciada pela sua família e tudo o que é novo na Netflix, quis ver este. Não que eu não quisesse ver. Estava na lista. Mas Jingle Bell Heist tenta ser um «bom» filme de Natal. Não consegue atingir o objectivo na perfeição, mas esforça-se. Tem mais condições para o ser, pelo menos.

De resto, é um heist que passamos o filme todo a não conseguir acreditar que vá funcionar, apesar de sabermos com certeza que acabará bem. É tudo muito simples e previsível, até ao final que é algo surpreendente. Ao contrário de muito filme que por aí anda que gasta todos os seus cartuchos ao início, este reservou as partes mais inteligentes da história para o final. Tem isso a seu favor.

segunda-feira, dezembro 08, 2025

My Secret Santa


Um filho dum magnata hoteleiro, rebelde por natureza, bon vivant, que nunca trabalhou na vida, mete-se em apuros, aos 40 e tal anos. O paizinho safa-o uma última vez. A partir de agora não haverá mais benesses. Apenas e só um emprego como director dum mega hotel, posição para a qual o filho não tem quaisquer competências. É uma medida severa, por muito que pejada de nepotismo. O filho aceita a posição, com sentido de missão. A partir daí não volta a fazer nada do que supostamente fazia antes. Naaaaaaaaada!

Mas o filme não é sobre ele. Não, esta personagem super pouco credível e mal construída é apenas e só o love interest. Giro como finalmente as posições trocaram. Ela está a fazer os possíveis para manter a cabeça à tona. Todos os seus esforços são para dar tudo à sua filha. Antes do Natal, por azar, perde o emprego. E logo agora que a filha precisa de dinheiro para uma escola XPTO de ski. Não há empregos disponíveis. Nada, excepto Pai Natal no mega hotel. Com a ajuda do irmão e cunhado, que fazem próteses e fatos de cosplay (e mais nada na vida), será que a nossa heroína conseguirá enganar toda a gente e manter uma posição tão fulcral para o negócio, neste período específico do ano? Porque se for apanhada na mentira...

Qual é mesmo o problema? Não, a sério. Qual é o problema duma mulher fazer de Pai Natal?

quinta-feira, dezembro 04, 2025

A Merry Little X-Mas


Há duas personagens britânicas e não consigo deixar de achar isso estranho. E a melhor parte do filme são dois personagens secundários. OS principais têm menos interesse.

Quem procurar alguns clichês e um desenrolar de enredo por demais previsível, encontrará tudo isso e mais neste filme. E espero que o façam. Porque Silverstone continua adorável, com o seu trejeito de boca AVC.

Raios! A sério que estava a tentar não ser muito negativo. Há cenas giras no filme. A sério. Não será o melhor, mas também estará longe de ser o pior filme de Natal deste ano.

terça-feira, dezembro 02, 2025

Write Before Christmas


Começou a temporada!

Não a de Natal. Essa ainda não a estou a sentir. Ontem passei nos mercados de Natal e ainda nem sequer abriram. Não não. Falo da temporada dos filmes de Natal, esse guilty pleasure mais tentador que chocolate.

E que belo início. Temos o rei dos filmes de Natal, desta feita efectivamente a patinar. O homem sempre sabe. A Lolita Davidovich que, para mim, foi como dum presente de Natal se tratasse. E uma premissa de génio, que não está ao alcance de qualquer criador.

A Hallmark fez este filme, que tem por base o espoletar duma data de enredos com o simples envio de... cartões de Natal da Hallmark!

Uau!

Inspirador.

quarta-feira, novembro 26, 2025

All of You


Claro que o Brett Goldstein tinha de escrever um filme onde mostra, para toda a gente ver, que não tem um rabo peludo.

Tenho vários problemas com esta história. A começar pelo facto de que passa-se no mesmo universo de Soulmates, ou não fosse também escrito pelo tipo que escreveu a série. Pelo menos o filme é baseado num dos episódios, ou algo do género. Li algo na diagonal. Não aprofundei o assunto. Não merece assim tanto.

O principal problema é chamar a isto um romance. Porque é só a história duns miúdos que não quiseram estragar uma amizade, com medo de algo mais que pudesse ser. Porque não estavam - nem estão, em boa verdade - preparados para algo sério. Porque queriam era a palhaçada e as noitadas. Quando deram por ela, foi tarde demais. Ou então não. Talvez tenham o que queriam. A sensação dum romance trágico, o mais interessante de todos os «romances».

Mas o pior problema de todos os problemas foi mesmo ver o rabo do Goldstein. Era escusado. Por muito que confirme efectivamente que não é peludo.

domingo, novembro 16, 2025

The Life of Chuck


I contain multitudes.

Bem, eu talvez não. Sou um rapaz algo básico. Mas o Chuck sim, o Chuck contém multitudes. E este filme contém um chorrilho de gente disposta a fazer papéis pequenos, só para aparecer aqui. Talvez para trabalhar com este realizador. Não sei.

Aparece a Sloan, pelo amor da santa. A fazer de avó, casada com o Luke Skywalker!

A única vantagem de não ver muitos filmes é que dá para juntar uns quantos bons. Se tivesse tempo agora, se calhar conseguiria fazer uma bela sequência. Não tenho. Haverá dias como hoje, em que os miúdos estavam cansados, foram dormir cedo, e nós não tivemos paciência para tratar das habituais tarefas de adultos. Tivemos tempo e energia para ver um filme de quase duas horas. Ninguém adormeceu, como que por milagre. E conseguimos ver um belo filme.

Foi um bom dia.

quarta-feira, novembro 12, 2025

The Naked Gun


«Ninguém pediu isto» é algo que costumo dizer ao ser confrontado com estes reboots/sequelas de IPs antigos. Não o digo agora. Porque se alguém disse «ninguém pediu isto», fico contente que Hollywood tenho voltado a não dar ouvidos.

Este Naked Gun foi muito divertido de se ver. Demorou um par de dias. Sinais dos tempos. Ontem os miúdos até adormeceram cedo. Ficámos entusiasmados e decidimos ver um filme. Eu joguei pelo seguro e escolhi algo com menos de 90 minutos. A minha senhora adormeceu passado uma hora. Hoje vimos o resto. E não fosse a falta de tempo, via agora tudo outra vez.

Não acontecerá tão cedo voltar a dizer isto duma sequela deste estilo.

- When my brother called me before he died, he told me some things that I haven't told you.
- Go on.
- He told me he was working on some kind of therapeutic device. Something to calm people down. But he was worried now that someone could use it to do the opposite.
- Calm people up?
- He didn't say.

quarta-feira, outubro 22, 2025

The Bob's Burgers Movie


Doze temporadas é muito. Demorámos demasiado tempo para as ver, mas lá chegámos ao filme. Mesmo o filme demorou uns dias, já que alguém adormeceu na primeira visualização. Vem na lógica do filme dos Simpsons. É um mega episódio, com animação mais avançada e muitos puns. Bem, disso há sempre, neste universo.

Valeu a pena? Sem dúvida.

Soube a filme? Não. É um episódio grande.

E sim, claro que continuarei a ver a série. É gira. Talvez fale mais de tudo isto então. Mas... E se for mesmo como os Simpsons e nunca mais acabar?

sábado, outubro 11, 2025

Maintenance Required


É uma versão do You've Got Mail. É declarado. Há referências ao filme. Mas não se pode, nem se deve considerar algo chocante. A verdade é que YGM é uma versão dum filme dos anos 40.

Não fazia ideia. A minha senhora, grande fã de YGM, é que me disse. Para além de que revelou ter visto o original, entretanto. Continua a gostar mais da primeira versão. O que fez-me pensar que o mesmo poderá acontecer a alguém duma próxima geração, em relação a esta segunda versão. Uma jovem pessoa verá Maintenance filme e adorará. Será o seu filme preferido. Eventualmente descobrirá que há dois outros filmes que deram origem a este. Vai vê-los, mas continuará a preferir Maintenance Required.

Foi o que pensei. Depois cheguei aos créditos finais. Ninguém vai adorar isto.

domingo, setembro 21, 2025

The Last Showgirl


Oh pra mim a acabar um filme à meia noite. Pareço tão crescido.

Vi o filme por causa da Pamela Anderson. Porque é uma referência mundial. Estratosférica. Lamento, mas é verdade. Infelizmente, por demasiados maus motivos. A famigerada sex tape à cabeça. Mas a moça também decidiu usar a sua fama para dar visibilidade à causa da PETA. E total mérito tem de ser-lhe dado. Ela passou por demasiados momentos embaraçosos, mas sempre soube dar a volta por cima e ser igual a si mesma. E fico muito contente que tenha encontrado projectos de qualidade para dar seguimento à sua carreira. E não se está a safar mal, diga-se.

A verdade é que sempre achei que era má actriz. Não era o único, por certo. Mas também é verdade que a moça, acima de tudo, fez Baywatch e mais um par de séries cómicas básicas. Hoje em dia faz Broadway e este papel bem sério, num filme que tem uma ideia romântica gira, mas ao qual claramente faltou orçamento para dar um corpo à história.

Concluindo, também eu era um dos palermas que achava que a moça era só um corpo, mas vi o documentário dela na Netflix e mudei a opinião. Tanto que, lá está. usei do pouco tempo que tenho para ver filmes, para ver Last Showgirl. E não me arrependi de a ver, mesmo que não ache que o filme seja «aquela cena» que andaram a pintar.

segunda-feira, setembro 08, 2025

About Time


Acho que já expliquei isto. Eu vou ver este filme variadíssimas vezes. E não, não vou entrar em detalhes do filme. É um dos preferidos da minha senhora. Talvez O preferido. E eu também gosto muito.

Posso dar os detalhes do porquê de vermos agora. Estamos de férias. A minha sobrinha juntou-se ao grupo. Ajuda com os pirralhas. Acima de tudo faz companhia. Houve uma conversa sobre top 4 de filmes preferidos. Número estranho, bem sei. Não é gralha. E mais estranho é que não tenho um número quatro declarado. Os outros três foram fáceis de encontrar. About Time é mencionado pela minha senhora. A sobrinha nunca viu. Está no Prime. Bastam 2.99€ e temos um belíssimo serão, enquanto os miúdos dormem. Mais o valor das pizas, vá.

About Time não é o meu quarto filme, mas é maravilhoso.

domingo, agosto 24, 2025

Summer of 69


Juro que pensava que o filme se passava na década de 60. Não faz sentido algum, tendo em conta a temática. Mas até ela usar o telemóvel para pagar uma coisa, era credível. Porque não usou o telemóvel até então, entenda-se. Não foi o acto de pagar que quebrou a ilusão.

Anywho...

É uma versão moderna e fofinha do Risky Business. É declarado. O filme do nosso amigo Tom é mencionado e a famosa cena do cássico é referia não uma, mas duas vezes. Já sobre esta versão moderna, o início até foi engraçado. O final é bastante parvo. Não há cena memorável que ficará para a História.

Tendo em conta que não via um filme há um par de semanas - e tenho visto muito poucos nesta parte recente da minha vida -, ver este filme foi uma experiência extraordinária, que em nada se reflete na qualidade do filme em si.

sexta-feira, agosto 08, 2025

Boy Kills World


Afinal ainda deu para ver mais um. Tive de acordar cedo, não tendo dormido muito, e começar logo a trabalhar. Assim pude terminar mais cedo, dando tempo para ver mais um filme de porrada. Não foi uma «semana perfeita», mas quase. (O Venom não conta, que comecei a vê-lo há semanas).

Boy Kills World foi bem fixolas. Uma história meio parva, mas que deu boas cenas de acção. E, tenho de admitir, houve um twist que surpreendeu-me, criando até algum interesse que foi para além do sangue a jorrar.

Teve um bocadinho de história, vá. Não muito, mas alguma coisa de novela.

quinta-feira, agosto 07, 2025

Fight or Flight


A senda de porrada continua. A ideia era ver cinco filmes destes, nesta minha semana de soltura. A vida já não é o que era. O plano não resultou porque há sempre alguma coisa que fazer. Ou então dá jeito dormir cedo, para começar o dia muito mais cedo, para ter tempo para fazer coisas mais tarde.

Uma chatice, isto de ser adulto.

Fight or Flight foi uma alegre surpresa. Sempre gostei de Hartnett e é uma alegria revê-lo. O conceito é simples. Alguém adorou a cena na igreja do Kingsman e decidiu fazer o mesmo num avião. Não convém pensar muito no assunto. É um avião cheio de cobr... Assassinos! E o nosso amigo Josh tem de salvar uma miúda de toda a gente, menos das pessoas que a protegem desde sempre, mas só a partir de meio do filme.

São coisas que acontecem. Não penses muito nisso. Não há tempo e não vale a pena.

quarta-feira, agosto 06, 2025

Ballerina


Quando vi Ana de Armas no mais recente Bond, disse-o na altura, achei que a moça merecia o seu próprio filme de acção. Aliás, na altura até achava que ela faria melhor Bond que o canastrão Craig.

Hollywood viu o mesmo que eu e não perdeu a oportunidade. Ela faz bem este papel. Ao nível do Reeves. Quase tão bem, vá.

Ballerina é mais do mesmo universo John Wick. Muitos tiros e porrada, intercalados com alguma história e diálogo. Não é a segunda parte que interessa. Porque entre a cena com as granadas na loja de armas, e a Ana vs. cidade inteira na neve... Epá, qualquer uma, individualmente, já faria o filme bom. Mas foram duas e ainda houve mais umas bem fixes.

Criatividade abunda nestes filmes. É de louvar. Muito.

segunda-feira, agosto 04, 2025

Novocaine


Nunca pensei ver o filho do Dennis Quaid à porrada com o filho do Jack Nicholson. No entanto, aqui estamos. Vive le nepotism!

Isto enquanto que a actriz que limpou o sebo a um predador, no tempo do arco e da flecha, faz de donzela a precisar de ser salva.

Convence aí o DaMaSCo de 15 anos que isto vai acontecer. Anda. Convence lá! Não consegues, pois não. É natural. Se há ficção a sério é a realidade, não este mundo criado onde um gajo leva porrada o dia todo e, mesmo assim, é o herói no final o dia.

Venom: The Last Dance


Que «parto difícil».

Comecei a ver há um par de semanas. Adormeci no sofá. Quando acordei já os créditos rolavam. Pensava que tinha visto pelo menos dois terços. Recomecei ontem e não me lembrava de nada. Terei visto um terço, afinal. À segunda não o consegui terminar porque tive uma chamada da pátria. Fiquei com 40 minutos ainda por ver, que quase despachei no caminho do trabalho, em velocidade dupla. Vi os últimos 3-4 minutos no sofá em casa.

Ridículo.

Quase tanto como o número de actores britânicos neste filme. Qual foi a lógica? Filmaram muito na Europa e ficou mais barato? Há menos risco do filme queimar carreiras, é verdade. E gostei de ver dois actores do elenco do Ted Lasso, confesso. Mesmo assim, foi estranho.

Como foi todo o filme, aliás. Como é estranha a própria existência desta trilogia, não esquecer. Como é muito o facto de Tom Hardy ter-se dedicado ao projecto. Talvez seja o mais estranho de tudo. E também ele britânico, bem sei.

Foram três filmes. É o que há a dizer. Não sei se ficará muito mais na minha memória, a verdade é essa.

quarta-feira, julho 30, 2025

The Fantastic Four: First Steps


Baby steps.

Como introduzir personagens que já foram introduzidos duas vezes, pelo menos? (Ainda não consegui ver a versão low cost dos anos 90. Com pena.) Pior, ao contrário do Homem-Aranha, os Fantastic Four não chegaram a ter uma versão bem sucedida.

Confesso que, se não morri de amores pelos filmes de Sam Raimi, o meu menino Evans como Human Torch deu-me algumas alegrias, naquela altura. Hey, se há coisa que sempre disse neste blogue é que não sou um gajo esquisito, quando falamos de super-heróis. Ou genericamente.

Mas o público em geral não concorda comigo. Execeto em relação à versão de 2015. Todos concordaremos que é um «desastre automóvel» delicioso, que hei-de ver outra vez quando precisar desse conforto. Não, não há muita gente que tenha apreciado os filmes com Alba et al.

Logo, o ângulo seguro para a Marvel seria fazer uma origin story outra vez, como deve ser. Teriam as pessoas paciência para isso? À terceira seria efectivamente de vez? Tenho dúvidas. Se conseguiram arranjar forma do público comum dar nova hipótese a estes personagens, foi com darem-lhes um elenco popular e uma campanha de marketing razoável.

Virão agora os esquisitos dizer que não é suficiente, que não vemos os personagens crescer. Epá, não sei que livros leram de FF, mas os que li (admito que não serão muito, já que esta «família» fez pouco por mim enquanto leitor) nunca mostraram grande crescimento. No meu entender, os quatro estão estabelecidos desde inicio, sem grande alterações, tirando uma ou outra evolução imposta naturalmente pela sociedade (estou a olhar para ti Invisible Girl). Todos os personagens são hoje, genericamente, o que se tornaram quando o foguetão onde ganharam poderes despenhou-se na Terra.

O que sei é que First Steps foi divertido. Não acrescentou muito, verdade, mas, como diz o título, espero que sejam efectivamente os primeiros passos para algo fant... Não, não o vou dizer.

sábado, julho 12, 2025

Superman


Contrariamente ao que o James Gunn possa achar, o filme não foi punk rock. O que não quer dizer nada, atenção.

Achei brilhante? Não sei se alguma vez acharei um filme da DC brilhante. Demasiados anti corpos de juventude. Sou moço Marvel. Nada a fazer. E não tem a ver com o facto de que os filmes terem mais qualidade, ou notoriedade, ou o universo ter sido melhor criado. É «amor à camisola».

Dito isto, e contrariamente ao sentimento que tive com maior parte dos outros filmes DC, não me importava de ver mais disto.

Terá a ver com o conteúdo ou com a forma de Gunn fazer as coisas? O próximo filme o dirá, talvez.

sexta-feira, junho 27, 2025

A Nice Indian Boy


Um mês depois vejo um filme. É o que dá. Sim, vemos séries cá em casa. Mas, acima de tudo, tenho adormecido antes da mais velha. Não, não estou a exagerar. Não aconteceu muitas vezes, mas aconteceu algumas.

O filme é giro. Tem detalhes que não estava à espera. Houve uma tentativa de desconstruir a célebre narrativa do género. E depois foi uma corrida desenfreada até ao final, a bater em todos os clichês com particular ênfase.

No entanto, teve um momento que tirou-me por completo do filme. Aquele momento que te faz esquecer a história e traz-te de volta à realidade.

Como é que há uma dança no casamento e ninguém tem o telemóvel na mão a filmar?! Nem uma pessoa. Absurdo.

quarta-feira, maio 28, 2025

Transformers One


Não sabia esta parte da História dos Transformers. Ou se calhar sabia e esqueci-me. Se calhar até já falei nisto e não sei. A minha vida vai longa e há muito deixei de ter presente todos os meus pensamentos ridículos. Ou se falei deles ou não. O certo é que, ao saber que o planeta dos Transformers é um primeiro Transformer, chamado Primus, que transformou-se no planeta, a primeira coisa que pensei foi «será que há alguém a viver na zona dos testículos?»

Não interessa se um transformer tem testículos. Essa parte não carece de discussão. Importa mais saber... É uma zona montanhosa? Densa de vegetação? Esta zona não pode cheirar bem, certo?

Transformers One é uma história de origem. Do Optimus e do Megatron. E de mais uma data doutros personagens conhecidos. E sim, o início foi giro - o Bumblebee tinha voz e não se calava <3 -, mas a partir de certo altura foi só mais um filme onde estão a acontecer coisas. Uma data de chavões. Uma porrada de barulhos e explosões. Tiros e voos e... cenas.

Está visto. E revisto.

sábado, maio 24, 2025

Watchmen: Chapter II


Não será desta que fico verdadeiramente esclarecido.

Fui ambicioso. Quis ver três filmes num dia, mas a verdade é que adormeci a ver esta segunda parte. Não que seja má ou enfadonha. Longe disso. Pareceu-me ser uma adaptação bastante fidedigna e interessante. Como a história é, só por si. O problema é meu. Estou velho e o dia foi longo, com uma saída de casa pelo meio. Basta isso.

Lá terei de ver a próxima adaptação, seja ela qual for e quando vier. Será uma peça de teatro? Um musical? Quem sabe.

Watchmen: Chapter I


Vamos continuar na senda de super-heróis.

Sendo que ninguém pediu uma nova versão duma das mais famosas e populares histórias de BD, alguém decidiu fazê-la na mesma. Em duas partes. E eu cá estou para ver.

O curioso é que eu li a BD, vi o raio do filme mais que uma vez, vi a série spin-off, li e vi outras histórias baseadas no mesmo, ouvi sempre gente a falar disto, e não é que nunca sei, no início, quem é que matou o Comedian?

Não sei porquê mas o desenlace, a revelação, nunca me fez sentido. Talvez agora faça. Deixa lá ver se ainda tenho tempo de ver a segunda parte hoje.

Thunderbolts*


Num filme que, por vezes, tentou forçar a piada (não muito, isto não é o show do Drax), tenho de admitir que o final foi muito engraçado. Não falo do último terço. Falo da última cena. Teve piada.

Foi spoiler?

Thunderbolts* vai passar entre as gotas da chuva. O pessoal está cansado de flops da Marvel. Ou os dois últimos Avengers elevaram demasiado a fasquia. Ou há saturação de filmes de super-heróis. Não sei. A verdade é que menos pessoas vão ver este filme do que viram os anteriores. Pelo menos no cinema, que é onde interessa a quem só vê números.

É pena.

Fosse noutra altura. Na primeira ou segunda fase. Se tem saído então... Não faria sentido. Verdade. Esta história é para sair agora. Mas, mais cedo, teria tido outro tipo de público e atenção.

Thunderbolts* não é uma obra prima. Não é dos melhores. Tem vários chavões dos filmes Marvel. Mas é divertido. Tem acção, mas não é só tirinhos. Tem um ensemble simpático, com uma mega estrela (na minha humilde opinião). Vale bem o preço do bilhete, é só o que estou a dizer.

quinta-feira, maio 22, 2025

Snack Shack


Começámos a ver este filme há meses. Vimos meia hora, a minha senhora adormeceu e, quando acordou, decidiu que não era para ela. Tenho andado a ver o filme aos bocados, nas viagens de comboio de e para o trabalho. Quando raios é que tenho eu tempo para ver filmes sozinho?

Snack Shack acabou por ser mais emocional do que imaginava. Por vezes desnecessariamente. O filme tem quase duas horas e não precisava. Há várias cenas a servir pouco propósito, a não ser encher. Mas o filme tem uma data de bom talento envolvido, passa-se num Verão dos anos 90, tem pinta e cervejas, uma bela girl next door e uma piscina pública. Muito do que procuro na vida. E nos filmes que vejo.