sábado, junho 27, 2015

The Man Who Would Be King


Não tendo nada de novo assim muito interessante para ver, nada como começar o dia com clássicos.

Resta apenas dizer:
- que elenco de sonho
- invejo os pelos faciais do verdadeiro Bond
- as mulheres lixam sempre tudo
- e, finalmente, é sempre de respeitar o homem que prefere ser rei no meio de lado nenhum, do que um qualquer no centro do mundo

sábado, junho 20, 2015

Ex Machina


Odiei o filme. Não será politicamente correcto dizê-lo. Temos pena. Pensei em desistir três ou quatro vezes. Arrependo-me de o ter visto até ao fim.

É o bater das mesmas teclas do costume.
- se criarmos inteligência artificial, é para a f0d€r
- o tipo que a criar tem que ser louco, ou enlouquecer no processo
- o tipo que a criar ou o primeiro que entre em contacto, sendo geek, apaixona-se por ela
- as máquinas serão malignas e interesseira, pois claro

Fico mesmo chateado. Era suposto gostar deste filme. Os dois principais são actores geniais. E Garland já fez demasiadas coisas que gosto muito.

domingo, junho 14, 2015

Home

IMDb | Sítio Oficial

Mais um daqueles casos em que não se pode pensar muito na história. No fundo é sobre uma invasão e apropriação extraterrestre da Terra. Com tudo o de mau que isso implica. Mais, é pôr em demasiado risco uma criança, em prol de interesses pessoais.

Mas o personagem de Parsons é adorável. E há boa vontade nos objectivos da raça invasora.

Sem pensar, o veredicto final tem sempre que ser ooooooooooohhhhhhhh.

sábado, junho 13, 2015

Pitch Perfect 2


- What a surprise.
- An overweight girl dangling from the ceiling. Who doesn't dream of that?
- A lot of people.

Ver algo assim é ser confrontado com o mundo de pernas para o ar. Estou longe de ser o tipo de pessoa que aprecia musicais ou mesmo só filmes onde gente bonita canta e dança. Mas esta bodega é mesmo divertida.

A meu favor joga ter sido realizado por Elizabeth Banks, mas mesmo isso é pouco para justificar. Ainda para mais quando:
- vi o filme
- gostei
- fiquei contente quando logo após anunciaram o terceiro

É demasiado estranho.

segunda-feira, maio 25, 2015

Mad Max: Fury Road


Tem mais enredo que esperava. Tirando isso é o absoluto descontrolo que se viu em qualquer um dos trailers.

Bom filme para descontrair, embora seja um pouco stressante o tentar acompanhar de tudo o que se passa. É que há mesmo muita coisa a acontecer ao mesmo tempo e tudo até a velocidades maiores do que as atingidas pelos carros. Algumas cenas iniciais têm mesmo alguns toques de fast forward... como se o filme precisasse de ser ainda mais rápido.

E sim, o guitarrista que acompanha a entourage devia ser personagem recorrente em todos os filmes que se vão fazer. Aliás, à boa maneira Lucas, devia ser acrescentado até a todos os filmes feitos até hoje.

sábado, maio 23, 2015

Search Party


Comédia tola a imitar uma data de outras coisas já existentes. Tem demasiado tempo duma personagem completamente nua, mas infelizmente não é a de Alison Brie.

Welcome to Me


Gostar de determinados actores pode trazer alguns dissabores. Já tive vários. O mesmo acontece com a admiração que tenho por Kristen Wiig.

Acredito mesmo que seja uma moça de talento e uma das grandes actrizes cómicas do nosso tempo. Mas parece-me que a sua necessidade de afirmar-se como actriz, ponto, leva-a a meter-se em projectos sérios, mas não necessariamente bons.

Welcome to Me é demasiado idiota, muito à semelhança da personagem que Wiig interpreta.

quinta-feira, maio 21, 2015

Project Almanac


A eterna questão: que mudarias, se pudesses voltar atrás?

Podemos aldrabar e dizer os clássicos:
- matava o Hitler
- ganhava a lotaria
- não comia aquele queijo estragado

Sendo totalmente honestos, maior parte dos homens dirá sempre «beijava a miúda». Tirando, claro, os bravos da montanha que sempre beijaram a miúda. Não uma especificamente. Não há aí uma marialva qualquer que toda a gente beijou ou deveria ter beijado.

Estou a perder o controlo a este post. Dará para voltar atrás no tempo e reescrever?

(Imaginar aqui barulhos estranhos de máquinas do tempo, talvez até o som que fazia quando se rebobinava uma cassete. Acredito que esse som venha a ser usado no futuro, precisamente como o som de viajar no tempo.)

Que mudarias, se pudesses voltar atrás?
Claro que beijava a miúda.

terça-feira, maio 19, 2015

Another Woman


Entra dentro da categorias dos filmes que menos gosto de Allen. Estará mesmo longe de estar perto dos melhores dele.

Em todo o caso, tem sempre um ou outro pormenor de agrado. Mais que não seja, surpreende-me que mantenha-se actual. É certo que trata dos assuntos de relações e adultérios, que serão sempre intemporais. Mas são vistos com um olhar clínico e profundo, típico do meu realizador judeu preferido.

domingo, maio 03, 2015

Jupiter Ascending


Adormeci.

Estava cansado. Continua a não ser desculpa. A única explicação plausível para os irmãos andaram a fazer filmes tão maus será a mudança de sexo dum deles.

Será isso?

Get Hard

IMDb | Sítio Oficial

A história é a mesma que Big Stan, mas com actores na berra. Vale mais para ver a Alison Brie em trajes menores. Vale bem mais.

sábado, maio 02, 2015

Kingsman: The Secret Service


A juntar duas modas recentes, temos Kingsman. Falo de velhadas a dar porrada e filmes baseados em BD. Desta feita podemos não ter spandex e super poderes, mas temos muito humor e acção, ao bom estilo Mark Millar... um daqueles s@c@n@s com demasiado talento, na altura mais que certa.

Kingsman tem belas cenas de pancadaria e até algumas explosões, pecando única e exclusivamente no caramelo escolhido como novato para a agência. Em todo o caso, em nada afecta o visionamento da película.

Recomendo, caso seja possível, a ver com cangalhada próxima, apreciadora do género. Torna a experiência ainda melhor. Pelo menos no meu caso, a companhia não podia ter sido mais perfeita.

quinta-feira, abril 30, 2015

Avengers: Age of Ultron


É-me difícil falar dum filme que brota em mim tamanha carga emocional. Soa ridículo. Bem sei.

Não consigo esquecer o que o primeiro foi. Não consigo não pensar nas imagens que passei horas a ler. Muitas cenas podem ser absurdas, mas para alguém que as viu primeiro em página, há anos, enquanto miúdo, é como um sonho tornado realidade.

Pior que tudo é não conseguir evitar spoilar, ou abordar a questão original vs. sequela.

Não há nada que não tenha gostado. Há muita coisa que imaginava de forma diferente. Nenhuma destas fez-me qualquer tipo de confusão.

No seu todo, este 2 sente-se muito como um ponto de passagem para algo mais. Tem uma história única, que funciona só por si. Mas o maior é o que está por detrás. É o que nos faz ficar ansiosos pela próxima parte, embora o resultado seja provável continuar o mesmo. É como a BD.

Comparando, sendo mesmo necessário: o humor está lá todo; os personagens mantêm-se iguais; a acção existe em barda, até logo nos minutos iniciais; os pormenores para fãs são demasiados para contar. É mais do mesmo... e ainda bem.

Temo apenas que possa ter sido uma despedida de Whedon. Já o ameaçou. Pode ser estratégia para negociar. Assim espero. Quero que seja só um truque para meter tudo a assemblar.

domingo, abril 26, 2015

Adult Beginners


Mais uma das minhas teimosias, de ver um filme só por apreço aos actores.

Não é nada de especial, embora já o esperasse. Os actores estão bem, dando o desconto da assumida influência do meu já existente apreço por eles.

Apesar de tudo ter corrido mal na vida do personagem principal (esse é o enfoque da história), não consigo não sentir inveja por algumas consequências simples da sua queda e perda de «estatuto».

Unbroken


É certo e sabido que as mulheres mandam nos homens. Também é conhecido que Jolie já esteve nos topos de tudo, no que concerne às mulheres. Considerando ambas as premissas, é normal termos Jolie a realizar um filme onde uma data de homens são torturados. Eles saltam, suam, não comem, sangram, trabalham... não a mando dos japoneses, mas a mando dela.

Piadas à parte, há demasiado momentos à «paixão de cristo» onde o único que está a acontecer é um tipo levar um murro de todos os outros prisioneiros. Isto é figurativo, mas também literal.

Trash


Filme no Brasil, com produção britânica e actores americanos. Estranho.

Mas a história é engraçada e bem trabalhada, por muito que me irritem um pouco os miúdos protagonistas.

sábado, abril 25, 2015

The Expendables 3


Esta terceira iteração dum franchise, pelo menos, épico (à escala anos 90, atenção), tenta tudo por tudo manter a coisa viva.

Acaba por tornar-se um filme de família e amigos, o que é estranho, tendo em conta todos os tiros.

Uma nova geração surge, primeiro para substituir os mais velhos, mas depois para integrar um grupo maior. Tudo muito fofinho e idílico.

Já as capacidade de decisão de Stallone é que deixam algo a desejar. A ideia de levar apenas os miúdos para um grande confronto, procurando «proteger» os amiguinhos, acabando por pôr em risco os primeiros... Eeepá, essa parte foi só estúpida.

Last Knights


Honra entre guerreiros. Um braço direito de lorde tenta vingar a morte do seu senhor. Abdica de tudo, num plano elaborado, apenas para os mais pacientes.

A parte das batalhas está bastante boa. A seriedade de Owen também. O enredo está bem trabalhado, embora falhe num momento ou outro. Óptimo vilão, daqueles que dá gosto odiar.

Desengane-se quem ache que vai ver muito de Freeman.

The Young and Prodigious T.S. Spivet


É melancolicamente triste e bonito.

...

Não basta isto? É preciso mais? Raios.

Um miúdo génio, com um pai cowboy e uma mãe cientista, fixada em insectos e afins. Lida com as tolices adolescentes da irmã, com a simplicidade do mundo à sua volta, com a sua precocidade intelectual e com a morte do irmão. Inventa uma máquina de movimento perpétuo e aldraba uma candidatura para ganhar um grande prémio.

Creio que assim bastará.

quarta-feira, abril 22, 2015

Seventh Son


Começa a ser oficial. Não queria acreditar, mas começa a ser. Não há forma de ver um novo universo de fantasia, em filme, decente.

Este tinha algum potencial. O elenco é quase todo ele bom. Mas não conseguem fazer nada apelativo. A história é apressada. Ainda o aprendiz está a aprender a andar e volta e meia já sabe fazer mortais. É absurdo. Não dá para ver personagens a crescer. Não dá para ver magnitude de cenários, relações ou mesmo cenas. É tudo muito fraco.

sábado, abril 18, 2015

The Last Time You Had Fun


Ver este filme foi capricho. Esperava pouco dele, mas acho piada a maior parte do elenco. Queria ver por eles.

Com expectativas baixas não compromete. Chega mesmo a ter um ou outro momento inteligente e/ou divertido. Nada que não esteja no trailer, mas vá. Ao menos isso.

The Wedding Ringer


Ainda não sei que dizer. Mesmo passado algum tempo depois de ter visto. O filme é uma tolice pura, desprovida de qualquer nexo. Mas os momentos dos rapazes são bastante divertidos, à laia Hangover, com homens crescidos a serem crianças.

Parvo parvo é a parte do Josh Gad sacar não só a Cuoco hifenizada, como ainda a Nicky Whelan. Haja tolerância.

Hot Tub Time Machine 2


E por falar em sequelas a roçar o absurdo, temos em HTTM2 o exemplo perfeito disso mesmo. Os criadores bem tentam capitalizar o sucesso do original, mas basta não terem conseguido garantir o elenco principal todo para ser um esforço em vão.

Não que seja desprovido de alguns momentos engraçados. Estes tipos conseguirão sempre arranjar maneira de me fazer rir. Mas já não será a mesma coisa. Não se lembrem de fazer um terceiro, por favor.

Taken 3


...temos logo de seguida o velho durão original, que meteu filmes de velhos durões na moda.

Por vezes é constrangedor ver Liam a mexer-se mais devagar que qualquer outra pessoa no filme. Felizmente é tudo bem disfarçado. É preciso andar à procura destes detalhes. Mais que não seja, a filha querida rouba a atenção. Não por ser quem é, ou por meter-se em apuros outra vez. Desta feita não é nada com ela. O espectador acaba por distrair-se com a actriz que claramente não tem idade para andar na faculdade, ou sequer para ser apaparicada como é pelo pai(avô?).

Esperemos que seja a última sequela destes personagens. A próxima roçará demasiado o absurdo.

The November Man


Impressionante como dei tanto a volta com Pierce. Achava-lhe zero piada. Incomodou-me ter sido escolhido como Bond. Aprendi a gostar do cavalheiro logo na sua segunda interpretação do famoso espião. Ajudou logo após ter feito o divertidíssimo Matador. Hoje em dia vejo os seus filmes com gosto. Especialmente estes em que é um velho agente secreto durão, a dar bailes aos seus traiçoeiros empregadores. E por falar em velhos durões...

domingo, abril 05, 2015

Batman vs. Robin


Por estar demasiado dentro das histórias e do universo criado na BD, não tenho a certeza destes filmes serem acessíveis a todos.

Os filmes são reproduções de «arcos» de história mais populares. Mas falta-lhes muito do enquadramento. Em BvR, o nosso morcego humano preferido já adoptou o filho(?) dum dos seus inimigos. Treina-o para ser melhor do que é. Mais bonzinho, vá. A missão nem sempre é fácil, dada a natureza rebelde do rapaz.

Mas será introdução suficiente para um não-leitor? O enredo fará sentido? Tenho as minhas dúvidas.

segunda-feira, março 30, 2015

Song of the Sea


Vou... errr... Vou tentar falar sobre... (Só um segundo.) sniff sniff Tento então falar sobre o filme. (Só mais um pouco enquanto limpo uma última lágrima.)

O filme é horrivelmente doce e carinhoso. Vinha pronto para desancar, achar absurdo que o Lego não estivesse nos Óscares, em detrimento deste. Por nenhum motivo em especial. Nem sou o maior fã do Lego. Ia seguir a carneirada. Só porque sim. Mas não dá. O filme é giro e dá aquele alento de ainda talvez ser possível criar histórias originais divertidas... Se bem que o mais provável é isto ser baseado numas quaisquer fábulas irlandesas.

domingo, março 29, 2015

Focus


Tem como vantagem o enred...

Que raios estou praqui a dizer?! Tem a Margot Robbie. Não é razão suficiente? Não interessa qualquer possível ódio de estimação ao Will Smith (que não tenho, de todo). Maaaaaaaargooooooot Roooooobbieeeeeee.

E maior parte do filme não sabemos qual é o esquema. Ou se existe sequer. Foi um extra fixe.

domingo, março 22, 2015

Wild


Tive uma réstia de esperança que isto não fosse um Into the Wild, versão feminina. Escapará por pouco à comparação. Por muito pouco, mesmo. Mas para uma coisa baseada num livro biográfico, até que não é mau de se ver. Já tive que gramar com coisas piores. E que não tinham vislumbres dos seios de Witherspoon.

Continuo com um fraquinho por esta mulher, saiba-se lá porquê.

E olha, enquanto esta moça se decide a atravessar um país-quase continente a pé, já eu vou ali ao Minipreço comprar umas cenas. Também a pé, entenda-se.

domingo, março 15, 2015

Tusk


É triste ver esta evolução de alguém que se chegou a admirar. Tusk é péssimo. Sai duma ideia/história parva, discutida num podcast idiota. Depois, graças ao estatuto que tem, apesar de tudo, lá consegue realizar a coisa. Não valeu a pena. Se é para isto mais vale não fazer nada, good sir.