sábado, novembro 30, 2013

Alan Partridge: Alpha Papa

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E a escolha recaiu sobre mais uma interpretação do Steve Coogan deste personagem. Creio que cá não é tão popular. Eu mesmo só me apercebi há pouco tempo que Coogan, para todos os efeitos, tornou-se famoso com este personagem irritante. Assumi que o teria enterrado. Pelos vistos não.
 
Até me ri um par de vezes. Mais que não seja porque gosto do Coogan. Só que não consigo achar piada ao personagem. Nunca consegui. Mesmo antes do filme. Em tempos vi um par de sketches e pareceu-me só parvo. Parece que a popularidade no Reino Unido até a um filme levou. Não percebo. 

Mas serviu também o seu propósito... mais ou menos. Já não terei pesadelos sobre casas assombradas. Terei sim sobre o rabo de Coogan, que aqui surge desnudado.

The Conjuring

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- It's gonna be great.

Não. Não, não vai, querida.

Com que então foi este um dos filmes do verão? Não tanto pela qualidade, se bem que a tem. Mais porque foi uma produção de orçamento «pequeno» (comparado com os restante blockbusters), a fazer bastante dinheiro. E lá está, tem mérito. O filme é assustador, está bem feito, tem bons apontamentos a cenas clássicas de terror. Eu tive medo. Não se pode pedir mais nada.

O filme acabou por ter uma pequena coisa que irritou-me, que não vou referir. Mas no seu global divertiu-me bastante. Tanto que a seguir tenho que ver uma comédia estúpida, só para não ter pesadelos.

domingo, novembro 17, 2013

Behind The Candelabra

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Este filme é gay.

Percy Jackson: Sea of Monsters

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Mais uma daquelas coisas que só eu é que reparei, de certeza: a sequela deste universo baseado na mitologia grega foi realizado pelo deus do trovão da mitologia nórdica. Uau!

Sempre conseguiram continuar com isto. Peculiar.. O primeiro não se pagou. Este vai pelo mesmo caminho. E desde quando é que um filme deste género só tem hora e meia? Faltou orçamento, certo? Nota-se no ritmo e desenrolar do filme.

Em termos de qualidade, a sequela custou menos a ver. Fez pouco sentido. Os actores continuam maus. Só que deu para estar entretido. Acaba por ser um «filme de domingo à tarde» competente.

Não mais que isso. Também não entremos em loucuras.

sábado, novembro 16, 2013

All Is Bright

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- You don't want me to be a thief? I will stop being a thief.
- What would be left of you?


Pensava que ia ver um filme com o Paul Rudd e o Emile Hirsch. Vi um filme com o Paul Rudd e o Paul Giamatti. Foi estranho. Estava a mais de meio quando apercebi-me que via o filme errado.

E a Sally Hawkins é uma actriz do caraças. Fui eu que descobri agora. Não acredito que alguém no mundo já tivesse percebido ou mencionado algo sequer parecido. Eu sou assim. Um caça talentos extraordinário. Uma visão sem par.

O filme tem um final giro.

terça-feira, novembro 12, 2013

The Fitzgerald Family Christmas

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Confuso nos primeiros minutos. Não pela história. Mais porque Burns usa sempre os mesmos actores. Acabam por ser os mesmo irmãos e irmãs. Alguns deles foram interesses amorosos e neste foram irmãs. Às tantas pensei que fosse uma sequela e já não me lembrava dos pormenores. Pensei em interromper para dar uma vista de olhos rápida ao outro filme. Não. É um original. E engraçado. Não incrível, mas engraçado. É toda uma família grande com problemas para cada um dos irmãos, com o drama central de terem um pai que é um traste. Abandonou a família. O mais velho teve que ser pai de quase todos. Os do meio tomaram conta dos mais novos. Os mais novos não tiveram uma figura paternal de jeito. Agora é Natal. A mãe celebra o 70.º aniversário. E apesar de alguns não terem paciência para aturar outros, são uma família, que se ama e apoia nos momentos complicados, por muito que não estejam presentes nos bons.

É um filme à Burns, o que agrada-me sempre.

domingo, novembro 10, 2013

Lovelace

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...ver outra biografia feita à pressa.

A grande diferença é que esta teve realmente momentos marcantes para mim. Não necessariamente por este versão da realidade. Mais pelo filme original em si. Acho que foi uma longa metragem que marcou muita gente.

Claro que, acima de tudo, marcou a vida da Linda (preencher último nome como melhor entenderem). Foi mais uma miúda tonta que deixou-se deslumbrar por um idiota. Há é uma imagem que não passou bem no filme. A própria Linda criticou e mandou vir não só com o ex-marido. Cheguei a ler críticas à indústria pornográfica. Há um sinal claro do abuso por parte destes senhores: Deep Throat terá sido dos filmes pornográficos mais lucrativos de sempre. E a mulher, a grande estrela, quem faz o filme o que é, recebeu uma ninharia. De resto, até passa a imagem que foram bastante queridos e fofinhos com ela.

Ah, os anos 70, quando a pornografia era considerada uma forma de arte...

jOBS

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A importância deste relato é tremenda. Só aqui podemos ver imagens poderosas sobre a vida de alguém que marcou o mundo. Sei que nunca serei o mesmo depois de momentos como:
- Ashton Kutcher a fazer a barba;
- Ashton Kutcher a chorar;
- Josh Gad a chorar e Ashton Kutcher quase a chorar;
- Dermot Mulroney quase a chorar quando Ashton Kutcher já tinha quase chorado numa cena semelhante;
- A outra que não teve nome a chorar muito;
- O Lukas Haas que teve motivos para chorar... mas aguentou-se;
- Ashton Kutcher a ter que assinar um papel;
- Ashton Kutcher quase a chorar muitas outras vezes;
- Ashton Kutcher a fazer corredores, com ou sem pessoas à volta, naquele andar trongo que conseguiu imitar bem (pelos vistos) do Steve Jobs;
- Reuniões decisivas com discursos emblemáticos e votações de braço no ar;
- Ashton Kutcher descalço;
- Ou ainda... a evolução do cabelo de Josh Gad.

É inspirador. Dá vontade de...

terça-feira, novembro 05, 2013

The To Do List

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Well, let's get to work, vagina.

Para quê dizer mais alguma coisa? Só vou estragar. Aubrey Plaza mete a vagina a trabalhar. Nem mais. Até ali a dita não tinha feito nada. Já não era sem tempo. E verdade seja dita, a moça cumpre os seus objectivos, sejam listas tontas, seja tarefas específicas. Tem é que ir preparada para a universidade. Parece-me importante. Havendo algo mais a referir, só que começo a ganhar uma paixoneta pela Alia Shawcat, agora que deixa de ser tão miúda. E a Connie Britton continua lá... isto no outro lado do prisma, claro está.

segunda-feira, novembro 04, 2013

Thor: The Dark World

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Foi curioso que antes do filme deram o trailer do Hobbit, parte 2. Deu para fazer comparações. Nada a ver com história e essas coisas. Nada disso. Comparação de elfos.

No universo do Senhor da Anilha os elfos são bonzinhos... no geral. Aqui no universo deus nórdico os elfos são maus. Contudo, há pontos muito em comum. Claro que têm todos aquele ar «élfico». Acima de tudo, todos têm um cabelo incrível, sempre bem penteado. Então se formos ao contraste de cabelos entre elfos (maus) e asgardianos (bons) notamos uma diferença enorme. É que os maus têm um penteado extraordinário, com tranças dentro de tranças, dentro de tranças. Uma cena de sonho. Mesmo depois de andarem à porrada e mesmo se forem derrotados. Já os asgardianos basta apanharem um bocadinho de vento e lá se vai o penteado todo. Ainda têm umas tranças aqui e ali, mas já ameaça ser quase aquela coisa meio rasta, toda cheia de pontas soltas. E sujos, sempre. Muito sujos. Tirando o Loki. O deus do logro tem o seu cabelo muito bem mantido. Mesmo numas situações de vento excessivo, nunca desmancha nem atrapalha. Faz algum sentido, ou não fosse um rapazolas meio arraçado.

Nota para quem for ao cinema ver: ficar até ao fim. Fim, fim. Não é o fim logo após o fim, antes do genérico final. É até as luzes da tela e sala acenderem, fim.

domingo, novembro 03, 2013

Planes

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Qual é a cena do melhor corredor de seja o que for ser sempre um idiota? Acontece em todos os filmes de animação de corridas. Seja carros, aviões, barcos ou o raio. Há sempre um gajo que ganha tudo e é um palerma salafrário. O público idolatra-o, mas apenas porque não o conhece. E vamos ainda mais à frente com esta questão: sendo que o herói vai passar a ser o novo campeão, a ganhar tudo, será que também vai tornar-se um idiota? Ou só ficam ainda mais idiotas aqueles que começam por ser idiotas? Sê-lo não será condição para o ser campeão, senão o herói não conseguia.

Há aqui uma possibilidade de torcermos por um herói que tornar-se-á o vilão que odiamos originalmente. Não é assustador?

Já o filme não é nada de especial. Não era assim grande fã do universo criado. Acho que, acima de tudo, porque é para miúdos. Não critico. Não será é para mim.

Turbo

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Esperava uns caracóis saídos da casca, por assim dizer. Não esperava um caracol todo speedado com nox. É esta a mensagem que queremos passar aos miúdos, que se mandarem um mergulho em nox, o raio do líquido altera completamente o ADN ao ponto de poder entrar numa corrida de carros... sem o carro?

A piada é parva, mas chama a atenção para o grande problema do filme: a história. O caracol salta de fantasias para a realidade de entrar no Indy 500. Sem carro. Sem preparação. Só com nox a alimentar-lhe o organismo. E não é como se conseguisse falar. Os humanos percebem-nos... porque é fácil perceber um caracol, claro. Sei o ridículo que soa estar a questionar uma premissa de filme animado, mas é exagero. Até entendia uma data de caracóis a fazerem corridas como deve ser. Entrar numa corrida de carros, com humanos, é parvo.

E há ainda dois pontos importantes a reter:
- Ficar em segundo na primeira corrida profissional realizada, com adversários de outra espécie muito superior, com mais meios e experiência, não era suficiente. Ou ganhavam ou então não havia mérito nenhum.
- Os campeões de qualquer modalidade de corridas são sempre uns idiotas.

Já desenvolvo mais o segundo ponto.

sábado, novembro 02, 2013

The Lifeguard

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A possibilidade de ver Kristen Bell de fato de banho traz-nos a história duma moça a roçar os trinta anos, a ter uma crise de meia idade.

Bell era uma nerd no secundário. Sempre foi melhor aluna. Foi virgem durante demasiado tempo. Tinha amigos que faziam tontices, mas era a mais certinha de todos. Vivia resguardada numa terriola no meio do campo. E, como tal, estava entediada de morte. Cortamos para quando o filme começa: Bell está frustrada no trabalho e na grande cidade de Nova Iorque. Muito porque o namorado (e patrão) é também noivo de outra. Atrofia e volta para casa, para onde se sentiu segura pela última vez. E será possível criticar? Não, claro que não. Porque todos nós já sentimos essa vontade de voltar atrás e dar cartas novamente. O espectador consegue identificar-se com a personagem de Bell porque é uma coisa mesmo muito comum. A única pequenita diferença é que se eu voltasse para a terrinha para ter uma crise de terço de idade e me enrolasse com uma miúda de 16 anos... bem, digamos que não teria oportunidade de sair da cidade de forma calma e descontraída.

Voltando à única parte que interessa aos homens: bastante fato de banho; acima de tudo fato de banho com calções de ganga rasgados (muito bom); há sexo mas vê-se mais homem; algum rabo e, finalmente, bom sideboob.

terça-feira, outubro 29, 2013

Gravity

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Eeeeeeepá, que cosa mai linda.

Muitos poderão considerar este filme das mais pura das ficções. Apesar de considerar o filme ficção científica, devo dizer que não concordo. Sim, a Sandra será a pessoa com mais cagufa de sempre. Dentro e fora da Terra. Em todo o caso, se há pessoa que conseguiria fazer o que ela fez, é a Sandrita. Porquê? Porque a ideia que tenho é que a mulher é teimosa. É teimosa que dói. Mesmo sem a conhecer pessoalmente ou mesmo não tendo sequer um grau de separação menor que seis, sei que será teimosa. Só assim se justifica como é que alguém começa a sua carreira com o Demolition Man e mesmo assim continua. Mesmo depois de fazer o Speed 2! E consegue fazer uma carreira até algo decente, diga-se de passagem. A mulher é teimosa, e fora a Sigourney Weaver, não acredito que existam outros que consigam sobreviver às agruras do espaço.

E o filme está a modos que bonito.

sábado, outubro 26, 2013

Grown Ups 2

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Isto é estúpido.

quarta-feira, outubro 23, 2013

The Mortal Instruments: City of Bones

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Neste filme residia alguma esperança que fosse possível criar outro franchise de sucesso, dentro deste género. Afinal...

...a Harry Potter descobre que não é comum mortal quando raptam-lhe a mãe, que afinal era detentora/ladra do Santo Graal. Acaba por aliar-se a um grupo de personagens do Underworld, aqui denominados de «caçadores de sombras», mas mais modelitos. Por «sombras» entenda-se tudo o que for demoníaco, desde vampiros a professores de matemática. Para combater estes monstros, os MIB têm armas escondidas em qualquer sítio religioso, seja uma igreja ou uma mesquita. (Claro que para o efeito apenas vão a uma igreja, mas dá para perceber a lógica.) A mãe era uma caçadora e isso implica que a Harry Potter também é, ou não tivesse o sangue pejado de midi-clorians, tornado-a talvez a mais poderosa dos caçadores. Dum grupo antigo de caçadores, do qual a mãe e um lobisomem faziam parte, o Voldemort era o melhor dos caçadores de sombras, até que decide passar para o lado negro. Tornando-se Darth Vader e querendo usar o Santo Graal para o mal, lá arranja maneira de invadir o Instituto/Santuário/Hospital/Tudo e Mais um Par de Botas, onde reside em permanência o Obi-Wan/Galdalf/Dumbledore, que no fundo é um ermita e agorafóbico(!) e que torna-se um Snape eventualmente. Ora bom, ora mau. À custa dum pentagrama mal parido, o mau da fita chama uma data de demónios com um raio de luz vermelha até ao céu. Não vieram os Ghostbusters, mas nada como uma modelito com um lança-chamas para resolver parte da questão. Um reles mortal apaixonado pela Harry Potter anda lá pelo meio, ameaçando ser um vilão, mas afinal só sendo o gajo desinteressante apaixonado pela Potter. Amor esse não retribuído, ou não tivesse ela apenas olhos para o Luke Skywalker, palhacito modelito loirinho, que não sabe representar (choque), passando quase todo o tempo de braços cruzados, tirando os momentos em que luta (mal). Só é pena que estes dois sejam irmãos and yes, Voldemort/Darth Vader is their father. And yes, brotherly saliva is swapped... in the rain, com direito a música aos «tons» de Glee.

O texto acima poderá ser algo confuso. Melhor o incauto leitor retirar deste post uma palavra apenas: #original.

PS - Dentro da pandilha dos caçadores de sombras não se aceitam homossexuais. Temos pena.

terça-feira, outubro 15, 2013

The Way Way Back

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Quero trabalhar num parque aquático.

Parecendo que não, é dizer bastante. Não são muitos filmes que me fazem querer trabalhar. Seja onde for.

domingo, outubro 13, 2013

The Heat

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Um buddy cop movie com a Melissa McCarthy e a Sandra Bullock... Ok, a boa notícia é que sempre continuam a fazer buddie cop movies. Pensava ser um género em vias de extinção.

Agora mais a sério, o filme é engraçado. Funciona apenas porque McCarthy tem alguma piada a praguejar que nem uma desvairada, apontando armas e piretes a maior parte dos outros personagens. E mesmo Bullock acaba por também ter alguma piada quando começa a fazer o mesmo, mais para o final. A história não está muito má. Confesso que o revelar do vilão surpreendeu-me. Tudo o resto é para encher. E se houver alguma resistência a qualquer uma das actrizes, então não vale mesmo a pena ver.

sábado, outubro 12, 2013

Ass Backwards

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Ver mijo a escorrer pela rua abaixo, num filme com duas óptimas actrizes cómicas (com os respectivos rabos ao léu), poderia ser um tremendo início de filme.

Não o é.

Mais uma prova que não se pode confiar apenas nos nomes, por muito que se goste deles. E, acima de tudo, não se pode confiar em filmes feitos com base em projectos kickstarter, que depois acabam por ser só cópias do Romy and Michele's High School Reunion. Se é que se pode confiar em alguma coisa começada em kickstarters e afins.

domingo, outubro 06, 2013

The Internship

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The Internship traz-nos uma abordagem diferente sobre a posição de duas pessoas mais maduras no ambiente digital em que vivemos hoje em dia. Não, não traz nada. Isto é treta.

Em The Internship vemos um Vaughn e um Owen como nunca vimos antes. Não, eles fazem os mesmos papéis que já vimos, vezes e vezes sem conta.

Mas a química entre os dois é nova. Nada disso. Basta ver o Wedding Crashers.

Tem relações humanas inovadoras? Nah. Nerds e mulheres atraentes. Mais do mesmo.
 
Apresenta-nos a empresa Google, criadora de ferramentas que usamos todos os dias, noutro prisma. Que parvoíce. Se há empresa pública é a Google. E fazem questão de mostrar-se todo o santo dia.

The Internship não apresenta nada de novo. É divertido. Tem personagens engraçados e um ou outro momento que faz o espectador não distante e frio rir. A cena do Yo Yo na casa-de-banho é demais, por exemplo. Ainda agora que penso nisso, estou a rir-me um pouco.

domingo, setembro 29, 2013

White House Down

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Sou muitas vezes acusado (justamente, entenda-se) de ser muito negativo. De passar a vida a queixar-me e a dizer mal. Tentarei emendar um pouco a mão com este filme.

White House Down é espectacular... de tão mau que é.

É... Faltam-me as palavras. Nada funciona. Pouco faz sentido. No entanto, tudo conjuga-se num perfeito mau filme. A interacção entre Tatum e Foxx (o presidente!) é ridícula. Toda a reacção à crise, tanto interna como exterior à Casa Branca é para lá de amadora. Nada dos planos tem algum jeito. Nem dos maus da fita, nem dos bons. O momento da bandeira é «épico».

Tudo maravilhoso e muito entretido. Que óptimo filme para um dia de chuva.

Stuck in Love

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I remember that it hurt. Looking at her hurt.

Depois das idiotices do costume vistas à chuva, sabe bem chegar a casa e ver algo inteligente.

Nada mais necessita ser dito.

sábado, setembro 28, 2013

The Kings Of Summer

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E o filme do Verão é... um filme nada de Verão, por muito que se passe no período.

Juntar uma data de gente talentosa da TV parece ser modus operandi para determinados filmes de «baixo» orçamento, hoje em dia. Encontramos aqui o meu casal preferido num registo deles, mas mais sério... se é que isso faz sentido. (Agora apetece-me dar-lhes um daqueles nomes estúpidos à Hollywood. Offerlaly? Mullerman?) Temos ainda o miúdo ruivo do Big C, mais um rapaz muito estranho do Middle. Este mais secundário lá. Aqui também. O papel dele, o Biaggio, começou por ser particularmente estranho (já é padrão nas suas representações), mas deslumbrou e encantou. Biaggio é grande personagem. Mais estranho ainda é ter um nome italiano e falar espanhol em família. Mas vá, não se pode ter tudo. Para arrematar a coisa em grande, a belíssima Alison Brie aparece a espaços.

Kings of Summer será um dos poucos filmes por aí sobre adolescentes, que não culmina com um deles a levar um tiro acidentalmente. Nem houve sequer sensação de impending doom, apesar de ter que haver um ponto de viragem. Afinal sempre é possível. A juntar à imprevisibilidade da temática, o realizador sacou uma data de imagens bonitas, sendo que terá usado e abusado das cenas em câmara lenta. Foi mais ao início, mas parecia que tinha descoberto o botão na câmara que provoca o efeito, dias antes das filmagens.

Soube bem ver este filme no final duma semana daquelas.

Ah, e agora que penso no assunto, ainda apareceu um gajo do Daily Show.

Para não haver confusões, isto não é uma comédia tonta, atenção.

quarta-feira, setembro 25, 2013

Kick-Ass 2

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Uma sequela é uma sequela é uma sequela. A repetição de três até faz mais sentido a partir do momento que os actores principais têm todos três nomes. E não, Jim Carrey não é um actor principal. A sua participação no filme é a que aparece no trailer. É mais ou menos o mesmo tempo em cena. Percebo agora porque recusou-se a promover o filme. Daria mais trabalho do que tinha assinado para fazer.

Kick-Ass 2 mais deste universo. É a continuação dele. Lamento. Adoro Millar e o seu trabalho, mas trocar de enredo, de cinco em cinco minutos, de «agora quero ser um superherói» para «afinal é melhor não ser superherói porque...»:
A. É perigoso.
B. Levei na tromba.
C. O meu pai pediu.
D. O meu pai pediu o contrário.
E. Morrem pessoas.
F. Fazer isto sozinho é difícil.
G. Não quero morrer.

It gets old, people.
Mas, lá está, o universo é giro. E eu não tenho mais nada que fazer, em boa verdade. Venham de lá mais. Eu como tudo.

terça-feira, setembro 24, 2013

Peeples

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Sou fã absoluto do Craig Robinson. Adoro o homem. Mais mérito dou-lhe pois soube subir com trabalho, com esforço. Esteve desde o início no Office e foi conquistando cada vez mais tempo de antena com talento e dedicação. Fico contente que com Peebles, mais um passo se dá em direcção a um mundo melhor. Craig Robinson, contra tudo e contra todos, não só é protagonista dum filme, como ainda por cima é namorado da Kerry Washington. Kudos, my black fat friend. És um orgulho para todos nós.

Do filme ficam uma data de mentiras numa família vulgo «perfeita», ao invés do imperfeito Robinson, que de mentiras só tem as dos outros. Fica ainda a minha inveja para com uma família muito disfuncional, mas ainda assim fascinante. Entre a irmã lésbica, o miúdo que rouba, a mãe bêbada/drogada e o pai nudista... Lá está, acho que nunca conhecerei uma família tão interessante.

Tenho muita pena.

domingo, setembro 15, 2013

The World's End

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Hollywood tem destas coisas: fazer dois filmes ao mesmo tempo com a mesma temática. Neste caso, falamos do filme anterior e este, com o tema central de fim do mundo. Enquanto o anterior era sobre um grupo de amigos totós, que ainda por cima são famosos, World's End é sobre um grupo de amigos que só são conhecidos na terriola onde nasceram e cresceram. Com o passar do tempo cada um foi por seu caminho, mais ou menos. O líder da pandilha decide reunir toda a gente, convencendo-os a atacar um velho desafio: fazer o percurso dos doze bares da cidade. Neste processo dão-se calamidades... mais ou menos.

À boa maneira dos outros filmes da «trilogia Corneto», o filme tende a enganar-nos. Dão sempre o ar que são uma coisa, acabando por ser outra. Sim, o mundo acaba por acabar, mas não como nos é vendida a conversa. E essa parte é sempre fixe. No entanto, este não deixa de ser o mais fraco dos três, por muito que seja divertido ver um grupo de gajos com alguma idade, a correr por uma terriola, procurando atingir um objectivo que pouco sentido faz, a certa altura. Quer dizer, quão importante é continuar a beber em bares quando tudo à volta deixa de fazer sentido e as suas próprias vidas estão em risco?

Muito. Para alguns destes cavalheiros é muito importante.

This is the End

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As pessoas têm aquela mania de conhecer actores e actrizes famosos. «Como serão na vida real?» «Será que são fixe ou idiotas?» Pois aqui está uma oportunidade perfeita para conhecer alguns, sem ter que estar à espera da sorte dum encontro casual. Na cena inicial da festa (cena essa que gostaria que tivesse sido bem mais longa), muitos actores e actrizes conhecidos da comédia (e até da música) passeiam e dão-se a conhecer em casa de James Franco. Gostei especialmente de ver a verdadeira faceta do Michael Cera. Há uns que até são mais ou menos simpáticos, mas maior parte são uns idiotas egoístas de primeira. É por essas e por outras que não quero conhecer ninguém famoso. Importante é conhecer e apreciar o trabalho. Esta gente pensa que é melhor...

O quê? Isto não é um documentário? Los Angeles não foi finalmente engolida por um buraco de lava?

Hum... Que desilusão.

This is the End é mais um dos devaneios broados de Rogen e doutro gajo qualquer que será namorado dele, ou não fossem os dois canadianos. Este será um dos devaneios melhores, muito por causa de dois ou três momentos específicos. Um deles envolve um pénis gigante e não, não é nenhum dos dois diferentes pénises gigantes que aparecem primeiro.

PS - O Danny McBride nunca me enganou! O gajo é um sacana... se bem que continua a ser muito engraçado. O Jonah Hill também não engana ninguém... sendo menos engraçado que McBride.

The Croods

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The Croods apanhou-me assim um pouco de surpresa. Não agora. Há mais tempo.

Teve o seu sucesso e não percebi porquê. Pelo póster e pelas imagens, não lhe reconheci interesse suficiente para ser um sucesso. O elenco é bom, sim, mas porque são actores conhecidos e/ou na ribalta, não pelo seu talento para fazer vozes.

Acabei por gostar do filme. É divertido. Tem uma data de lições de moral que servem tanto para miúdos, como graúdos. Foi bom ver alguns desses actores «interpretarem» personagens tão peculiares. E é positivo ter um filme em que o Ryan Reynolds entra, que não é um completo flop.

Como momento recorrente cómico, o Belt é espectacular. Foi paixão ao primeiro milissegundo.

Monsters University

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Não só foi a vantagem da animação pela manhã, foi começar o dia com o Billy Crystal. É verdade, o rapaz já não é o que era. Não deixa de ser aquele amigo com quem se partilhou muito.

Monsters University não é tão bom como o primeiro. Apenas e só porque o universo é conhecido. Foi-nos apresentado e poucas surpresas trará uma prequela. Ainda para mais quando o Inc. altera por completo este universo. Passei o filme todo a pensar como o medo ia provar ser menos eficaz que o riso. Não faz de MU mau. Longe disso. Tem uma data de pormenores que explicam algumas coisas no Inc. É curioso ver algumas interacções, como começaram. Acabou foi por ser estranho ouvir o Mal como mau da fita... se bem que não é a primeira vez que o vejo nesse papel.

Mas a animação não fica por aqui!

quinta-feira, setembro 12, 2013

After Earth

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Hoje mesmo, durante a tarde, fiquei muito contente de viver numa época com tecnologia assim tão avançada. Posso ver vídeos no telemóvel. Ando no bolso com um aparelho pequeno cheio de música. Chego a casa e vejo um filme sem ter que me chatear muito. Depois temos ainda a Internet. Este acesso tremendo a informação. A constante partilha da mesma. Poder dar opiniões sobre tudo. É brutal.
 
Só que depois vem o lado mau.

4.8 no IMDb? A sério? Porquê este ódio visceral ao Shyamalan, o Will Smith e ao filho?
O miúdo é bom actor? Não.
O Will sem emoções é bonito de se ver? Não.
O filme é incrível? Hoje em dia não. Chegámos a um ponto onde andam a fazer-se coisas brutais, baseado em material que é bom há décadas. Existe um nível de efeitos que permite contar uma data de histórias impossíveis de contar até agora. Logo, tudo o resto é um nojo? Sim, aos olhos dos nerds da Internet, sim. Há uns anos atrás andaria tudo doido com um filme como o After Earth. Hoje em dia criou-se esta campanha contra este e aquele e pronto, deixou-se de conseguir pensar sozinho. Agora pensamos todos em conjunto, só porque estamos ligados pela Internet.

Não digo para irem a correr ver isto. Nada disso. Mas se o apanharem num domingo à tarde, daqueles em que há pouco para fazer, mas mesmo que haja não apetece... isto é óptimo.

4.8? Mas anda tudo doido?