sexta-feira, fevereiro 02, 2024

What Happens Later


Eu acho que aeroportos são mágicos, mas a Meg Ryan levou a coisa ao extremo. Quer dizer, o tipo que faz os anúncios fala directamente com eles? Calma, também não é preciso tanto.

Ryan e Duchovny encontram-se, por acaso, num aeroporto onde os seus respectivos voos tiveram de aterrar, por causa duma mega tempestade de neve. Passam lá a noite os dois, sozinhos porque, lá está: mágico! Aproveitam para lavar um pouco de roupa suja.

O que aconteceu mais tarde? Cenas.

sexta-feira, janeiro 26, 2024

Miguel Wants to Fight


Gosto de filmes com títulos que descrevem o filme na totalidade. Quase na totalidade, vá. Resta saber porque quer Miguel lutar. Ou com quem Miguel quer lutar. Ou se chega a lutar.

OK, pode não descrever tudo. Ou quase nada, na verdade. Mas com um título destes sabes ao que vais. É um filme fofinho. É mais que óbvio.

quarta-feira, janeiro 24, 2024

Greatest Days


Ter a Aisling Bea a fazer um musical, e não comédia pura, é como ter batatas e cozê-las, não fritá-las.

A verdade é que vi este filme apenas e só porque tem Aisling Bea. Valeu a pena ver um musical, baseado num musical teatral, baseado em músicas dos Take That?

É giro. É emocional. Tem as suas cenas bonitas. E está muito bem construído. Mas não. Foi horrível? Não. Mas podia ter passado o resto da minha vida sem o ver. Não morria por isso.

terça-feira, janeiro 23, 2024

Next Goal Wins


O fair play, ao contrário do que o outro dizia, não é uma treta. É uma coisa extraordinária. E o fair play deste povo é enorme. Eu já tive vontade de ficar na cama com derrotas de 1-0 do meu clube ou selecção. Esta malta sofreu a maior derrota do futebol internacional, levaram 31 batatas, e mesmo assim expõem-se num documentário e neste filme, realizado pelo tonto do Waititi!

Lá está. Muito fair play. Respect!

quarta-feira, janeiro 17, 2024

Relax, I'm From the Future


Depois duns dias mais complicados, a ideia era voltar ao sofá, comer comida que faz mal, e ver um filme tolo, só para descontrair. O tiro saiu pela culatra, pois fomos obrigados a pensar mais do que inicialmente pretendido. Devia saber. Filmes sobre viagens no tempo têm sempre um qualquer momento que dá um nó no cérebro.

Este filme não é a última Coca-Cola no deserto, mas está bem pensado e tem daqueles detalhes que mete estudantes universitários a falar horas dentro da noite. Dilemas existenciais para quem tem demasiado tempo nas mãos. Com jeitinho poderá tornar-se uma coisa de culto. Claro que para isso é preciso as pessoas certas verem o filme, influenciando as demais a ver também.

Funcionará?

Sei lá! Eu não venho do futuro.

sábado, janeiro 13, 2024

Polite Society


Belíssima mistura de filme Bollywood com uma história clássica de irmã mais nova proteger a mais velha duma relação tóxica, onde o marido quer implantar nela um clone da própria mãe.

Reitero o que disse: história clássica.

quinta-feira, janeiro 11, 2024

If You Were the Last


Até quando? Quando terminará este pensamento? Quando é que vou ver um filme com um elenco curto e não pensar «olha outro "filme COVID"»?

Foi das primeiras coisas que pensei. Dois actores num espaço fechado. Neste caso, numa nave espacial. Mais ninguém. Quer dizer, mais duas gravações doutros dois actores. Mas lá está! Nem um flashback, nem nada. Só eles os dois, umas galinhas e uma cabra. E um esqueleto, vá. Imaginei que tivesse sido mais um projecto nascido duma fase com muitas limitações.

Claro que no final aparece uma data de gente e essa «realidade» deixa de fazer sentido. Se bem pensar em tempos de COVID é que já não faz qualquer sentido.

O filme é bem giro, já agora.

segunda-feira, janeiro 08, 2024

Sick Girl


Nina Dobrev mente e diz que tem cancro. Foi uma forma de chamar a atenção. As amigas cresceram e começavam a distanciar-se bastante. Nada justifica. Foi super errado, atenção. Especialmente porque envolveu família, patronato, doações para o tratamento... Um chorrilho de problemas e falcatruas.

E se bem que é mesmo só uma comédia parva, não deixou de ter alguns momentos engraçados ou até inteligentes. Dobrev vai fazendo o seu caminho. Cá estarei para o acompanhar.

sábado, janeiro 06, 2024

Good Grief


A história passa-se durante o Natal. Até em dois. Ou três, aliás. Não sei em que período foi a última cena. Definitivamente não é um «filme de Natal». Quer dizer, tem família e amor. Perda, sim, que também pode estar presente. Não tem magia ou fantasia. É bastante realista.

Poderá ser um «filme de Natal». Não o vi com essa intenção. Mas pode ser uma nova moda. «Filmes de Natal» algo depressivos e cheios de catarse.

Com um bocadinho de catarse, vá. Demasiada catarse também cansa.

Indiana Jones and the Dial of Destiny


Saio definitivamente do mundo dos «filmes de Natal», se bem que não saio da fantasia. E também não saio dos filmes feitos a mais. Porque da mesma forma que demasiados filmes de Natal são feitos, todos os anos, também fizeram demasiados filmes do Indiana Jones. Dois, para ser preciso.

Pondo os pontos nos i's, vamos já esclarecer uma coisa a 100%: eu diverti-me a ver o filme. Só que eu sou um gajo fácil. Até ver o Ford todo velho aos saltos, a tentar ser mais novo do que é, até isso dá-me gozo ver. Mais os personagens dos outros filmes darem uma perninha. E o chapéu. E o chicote. E a música. Tudo tem a sua piada de ver. Só que...

A trilogia antiga é perfeita. Nem é uma trilogia, em boa verdade. Dá para ver qualquer um deles de forma individual. Era deixar a coisa estar quieta e não inventar. Para quê estragar? Fizeram uns filmes fixes, na altura certa em que tinham de sair. Parem de tentar repetir a coisa. Tentem sim fazer coisas novas. Não se volta onde se foi feliz. Nunca é a mesma coisa. Porque da mesma forma que deu-me gozo ver o velhote, também deu-me alguma pena. Não é suposto sentir esta parte ao ver um filme pipoca.

Curiosamente, esta semana vi um troço duma entrevista antiga ao Lucas. Ele dizia não ser possível fazer filmes como antigamente. Há demasiada interferência do estúdio. Há demasiados focus groups a dar opiniões parvas. O cinema passou a ser um negócio, quando fazer um filme é suposto ser arte. É suposto fazerem coisas que podem acrescentar algo. Ou mesmo só para ser algo divertido. Mas nunca procurando fazer aquilo que se acha que as pessoas querem ver.

Os Indianas antigos foram feitos por miúdos que queriam fazer algo divertido, algo que achavam fixe. Hoje em dia usam fórmulas para obter sucesso. Não vai funcionar. E, pelo meio, estragam um pouco a memória de algo especial.

É pena.

sexta-feira, janeiro 05, 2024

Silent Night


Amanhã é Dia de Reis. Termina assim mais uma época natalícia. Esta foi diferente, sem dúvida. Mais calma que o ano passado. Mais povoada, também. Uma coisa não mudou. Espero mesmo que não mude tão cedo, embora virá o dia em que também isso cansará. Foi altura de ver filmes alusivos à altura do ano. E foi fixe. Já tinha sido o ano passado.

Termino com o filme violento de Natal. O ano passado também houve um. Será mais uma moda do período. Não me importo. Se houver um filme de Natal violento por ano, acho fixe. O problema é que vão estragar tudo e para a próxima não há um, mas quinze destes. Será mais um momento em que o ser humano estraga as suas próprias boas ideias.

Sobre Silent Night, é uma parvoíce. O John Woo finalmente ouviu as críticas e tirou a pior parte dos seus filmes: as falas. Ficou a acção e umas cenas bonitas, embora desprovidas de sentido, em câmara lenta. A imagem de marca do realizador.

Uma coisa me questiono. Se Kinnaman não teve falas o filme todo, foi pago como figurante?

terça-feira, janeiro 02, 2024

This is Christmas


Ao segundo dia do novo ano vejo finalmente um filme de Natal digno desse nome. Atenção que a base da narrativa é a coisa mais aterradora possível, para a minha pessoa.

Um rapaz decide convidar toda a gente do seu comboio diário para uma festa de Natal. Que ele vai organizar. Sozinho. Uma data de estranhos, com quem nunca falou, por muito que os veja todos os dias. Todos juntos num mesmo local. Entretidos pelo rapaz.

Eu nem para os colegas de trabalho, com quem por vezes viajo no comboio, seria capaz de organizar uma festa de Natal. Aliás, nem para amigos ou familiares, quanto mais para estranhos.

Atenção, não é que não ache uma ideia fofinha. Aliás, comecei por dizer que foi um bom filme de Natal. Com família, amizades, gestos bondosos, e até um pouquinho de magia. É só a ideia em si que acho aterradora. Para mim. Porque sou inepto socialmente.

Para além de mandrião.

segunda-feira, janeiro 01, 2024

No Sleep 'Til Christmas


OK. Verdade. Este tem muito pouco de Natal. Quer dizer, como muitos outros tem Natal no nome e durante todo o filme nada de relevante passa-se em relação ao Natal. Mesmo assim. Aqui nem se pode dizer que tudo passou-se no período mágico natalício. Há zero influência.

Mas a premissa pareceu gira. E foi. Os actores têm química - ou não fossem casados na vida real -, algumas piadas tiveram mesmo piada, o resto do elenco está muito bem.

Já vi coisas piores. A pagar mais!

Ghosting: The Spirit of Christmas


Primeiro filme do ano. Se bem que é batota. Começámos ontem, mas alguém adormeceu perto do fim. Hoje foi só aviar os últimos 15 minutos, enquanto a Madame M. dorme uma sesta.

O conceito é engraçado, a brincar com o que «ghosting» quer dizer, hoje em dia, em termos de relações. Um casal tem um óptimo primeiro encontro. O rapaz mostra a sua vontade de ter um segundo encontro, mas a moça não responde. Desaparece. Porque morreu num acidente de carro, a caminho de casa, depois do encontro. No processo, tornou-se um fantasma.

O filme é muito simples, mas funciona, de certa forma. O primeiro encontro pareceu fajuto, porque eles nem tiveram assim tanta química. A meio do filme isso lá faz mais sentido, quando a trama passa a ser outra coisa que não um romance forçado.

domingo, dezembro 31, 2023

The Muppet Christmas Carol


Ainda estamos numa de filmes de Natal, apesar de faltarem apenas pouco mais de três horas para que o ano termine. E por esta área continuaremos, até ao dia dos três outros. Porque todos os dias descubro mais filmes de Natal para ver. Uns melhores que outros.

Tenho apanhado em muito lado a questão de Caine ter feito um papel sério neste filme. E como isso tornou o filme melhor. Ou mais esquisito. Depende das opiniões. Não me tinha apercebido deste detalhe, quando há muito vi o filme (várias vezes). Fiquei curioso e com vontade de rever. É um não assunto. Ele faz um papel sério, normal. Que era suposto o homem fazer? Interpretar um marreta?

Se fossem necessárias mais justificações para este visionamento, a minha senhora não tinha visto este clássico. Uma falha tremenda, de fácil resolução. Foi giro de se ver. Se bem que as músicas... As músicas são sempre difíceis de aguentar. Mesmo cantadas por bonecos adoráveis.

Bom ano!

quarta-feira, dezembro 27, 2023

Dashing Through the Snow


O Ludacris é péssimo actor.

Pensei em dizer outras coisas. Pensei em ser positivo, de alguma forma. Só que não dá. Quem é que aprovou este projecto? E quem é que decidiu que o Ludacris era a melhor opção para contracenar com as escolhas esquisitas do Lil Rel para este papel?

O filme é bastante absurdo. E estes dois, a fazerem o que raio decidiram fazer aqui, são um absurdo só por si.

terça-feira, dezembro 26, 2023

Pride, Prejudice and Mistletoe


Eu sou um gajo cheio de esperança. Não sempre. Mais nesta altura do ano. Não com tudo, claro. Só com algumas coisas. Por muito que mande vir o tempo todo, tenho sempre esperança no Benfica, por exemplo. Menos parvo é que tenho sempre esperança que estes filmes sejam tão maus, que tornam-se bons.

Não aconteceu desta vez. Esteve perto, mas não conseguiu chegar lá. E chegou a irritar um bocadinho, porque iam explicar de onde vem a tradição dos beijinhos debaixo do azevinho, e nem isso conseguiram fazer.

domingo, dezembro 24, 2023

The Man Who Invented Christmas


Foi algo enganador. O filme não é sobre O tipo da Coca-Cola, ou sobre a malta do marketing da Coca-Cola. Não foram estas pessoas que inventaram o Pai Natal e o Natal como o conhecemos?

Piadolas à parte e falando de má comunicação: as imagens do filme, os stills ou pósters ou um outro qualquer, todas essas imagens têm um ar aterrador. Este filme parece ser apenas as cenas com os fantasmas, da história de Natal mais famosa e repetida do planeta. São sempre imagens escuras, soturnas, que parecem ser duma história sobre o Scrooge, e não sobre o tipo simpático que eles dizem que Dickens era.

Fez com que a vontade de ver este filme não fosse muita. Até andava na watchlist desde o Natal passado, em boa verdade. Não faz sentido algum. O filme é bastante fofinho.

sexta-feira, dezembro 22, 2023

Your Christmas or Mine 2


Confesso que vi o trailer e achei parvo. Nem ia ver. Só que temos Prime mais um mês e... Porque não? A verdade é que gostámos do primeiro. Tinha uma premissa engraçada e um elenco que, à partida, tinha tudo para não funcionar e, no final, funcionou.

Não gostei da tentativa de repetir um «gancho» que só deveria ser usado uma vez. Porque seria parvo repetir. E foi. Muito. Não serviu para nada, que não encher o filme. Mas o filme viu-se bem. Para sequela não foi mau. Porque o elenco é, de facto, muito simpático. Tornam o filme engraçado.

quarta-feira, dezembro 20, 2023

The Night Before


Não me lembrava de muito do filme, assim à cabeça. Quando comecei a ver as coisas iam voltando. Não que haja muito espaço para surpresas. O filme é o que é. Mesmo assim.

Quando chegou a cena do jantar em casa da mãe... Epá, já não me lembrava o que era exactamente, mas sabia que havia aqui um momento especial. Fez-me rir então. Fez-me rir agora. Será, porventura, a melhor cena de Rogen, de toda a sua carreira. Hilariante.

De resto... Passaram-se não sei quantos anos, e o star power presente neste filme continua a impressionar. É cromos à esquerda e à direita.

segunda-feira, dezembro 18, 2023

EXmas


Péssima premissa. Se bem que acho que já vi isto em algum lado. A família do dumpee convida a dumper a passar o Natal com eles. Hijinx insues. Onde é que alguém já fez isto?

De qualquer modo, a má premissa traz com ela situações ridículas e inverosímeis. Mais umas interpretações de quem tem alguma vergonha de fazer parte deste filme. Para não falar na total falta de química entre o dito casal. Há um conjunto de coisas que não funcionam neste filme.

Mas o pior de tudo é tentarem convencer-nos que a Leighton Meister é actriz. Tudo o resto é aceitável e até expectável. Mas essa trapaça, essa é difícil de engolir.

domingo, dezembro 17, 2023

Boyfriends of Christmas Past


Descobri, há uns tempos, que há dois filmes com nomes parecidos. Não têm nada a ver um com o outro, infelizmente. Produtoras, actores e tudo mais diferente. Nem sequer é a mesma premissa dos fantasmas de Christmas Carol. Só este tem disso.

Mesmo assim. Não podia arriscar. Imagina que havia ligação? Seria incrível. Não foi. Os dois filmes são bastante maus. O anterior é mais divertido que este, de tão mau que é. Este é só o que se espera dum filme da Hallmark.

Perdeu-se uma oportunidade. É a convicção que tenho.

sexta-feira, dezembro 15, 2023

Girlfriends of Christmas Past


Algures na Internet descobri que este filme existia. Porque é então especial, tendo em conta ser só mais um, entre os milhentos «filmes de Natal» que se produzem por ano? Isso só posso revelar mais tarde.

O que posso adiantar é que a minha esperança residia em GoCP ser tão mau que tornava-se bom. Não aconteceu. Não não. Este filme é tão, mas tão mau, que tornou-se... genial!

Os primeiros dez minutos são arrebatadores. Há um conjunto de cenas em que não se percebe quem é personagem no filme, tal o foco dado a figurantes. Uma cena em concreto tem toda uma conversa entre dois dos personagens principais - uma discussão, até -, onde estão apenas dez ou vinte centímetros à frente de figurantes, que fingem não ouvir nada e fazem inúmeras caretas. Como disse: genial.

I Believe in Santa


A má irmã do Eric Forman (referência rebuscada) parecia ser apenas mais uma desconhecida actriz. Mas depois de ter substituído a boa irmã na bela série That '70s Show, acabou mesmo por participar numa data de coisas. Nada de muito grande, atenção. Tem papéis pequenos, só dum episódio, numa data de boas séries. Depois disso tem mais filmes, com papéis principais, do que seria de esperar.

Sim, andei a vascular a página de IMDb da moça, enquanto via o filme.

Mais surpreente é que tem uma data de projectos sempre com os mesmos actores. Lá percebemos porquê. Tem uma produtora com o marido, também personagem principal neste filme. Fazem coisas com os amigos. O que explica muita coisa. Só não explica como lidam com os filhos, que não são escolhidos para aparecer.

Ah, e este filme é sobre um adulto que acredita no Pai Natal. Mas essa parte não é assim tão interessante.

quarta-feira, dezembro 13, 2023

Best. Christmas. Ever!


Parece-me exagero. Sei que sou um gajo negativo. Tenho a mania de reduzir as coisas. De baixar expectativas. De não celebrar condignamente. De só ver o negativo. Epá, mas isto, isto não é o melhor Natal de sempre.

Não é um mau Natal, atenção. Não quero ser mal interpretado. Mas... O melhor? De sempre, ainda por cima? Como disse, parece-me exagerado.

Quase tanto, quanto o quão má é a Brandy a representar.

domingo, dezembro 10, 2023

Candy Cane Lane


Não ia ver o filme. O que é estranho. Faz pouco sentido. É o Eddie Murphy. Por que carga d'água não haveria de ver algo com o Eddie Murphy?

Bem, razão 1 é que já não é quem era.
Razão 2: tem muitos mais maus filmes, recentemente, do que bons. Até tem feito uma coisa ou outra boa, mas a média não é favorável. Especialmente se considerarmos os últimos 20 e tal anos.
Razão 3: o filme simplesmente tinha um ar fraquito.

Haverá mais, por certo, mas mesmo que sejam um milhão delas, não me arrependo de ter visto o filme. É o Eddie Murphy. Mesmo quando ele phones it in - e se o fez neste filme -, não deixa de ser o Eddie Murphy. Mais, o elenco secundário safa a coisa. E é um verdadeiro filme de Natal. Muito mais do que maior parte dos que andam por aí.

quinta-feira, dezembro 07, 2023

Genie


Genie é uma tentativa de fazer um filme fofinho de Natal. É uma tentativa descarada de tentar fazer um clássico. Só que clássicos surgem naturalmente, sem forçar. Neste caso sente-se que é muito forçado.

Richard Curtis criou muita coisa de referência. Genie foi um tiro ao lado. Não que não seja divertido, mas há algo que não funciona. Suponho que seja a falta de risco. Com desejos infindáveis, convenhamos que tudo pode acontecer, mas tudo o que acontece também pode ser facilmente desfeito. Não há consequências. E se não há consequências, não dá para sentirmo-nos ligados ao que está a acontecer. Certo?

quarta-feira, dezembro 06, 2023

A Clüsterfünke Christmas


Obtive este filme o ano passado, mas tarde demais para que entrasse na época natalícia de então. Ficou guardado para ser o primeiro filme de Natal desta época. Não o foi, por lapso. O que posso dizer é que se não o tivéssemos visto de todo, se tivesse sido esquecido por completo, não perderíamos grande coisa.

Tem uma piada ou outra engraçada. Momentos. No todo é só uma paródia de filmes de Natal, algo que não funciona, porque os filmes de Natal já são uma paródia por si só.

sábado, dezembro 02, 2023

The Creator


Achei estranho que um filme destes não tivesse tido mais destaque. Se calhar até teve. Eu tenho andado muito fora destas lides, em boa verdade. Mas fiquei mesmo com a impressão que o filme teve pouca atenção, ou que simplesmente teve pouco sucesso de bilheteira.

Depois de o ver já não acho nada estranho. O filme é bom, atenção. Deu demasiado ar do resultado final ser explodirem com a Death Star, mas isso já sou eu em modo nerd velho. É bonito, tem um elenco porreiro e um óptimo realizador. Tem uma história bastante interessante. Qual o problema, então? Bem, convenhamos que os Norte Americanos não são vistos da melhor forma. Poder-se-á até dizer que são os maus da fita.

Opá, estou a receber uma chamada dum número esquisito. É da CIA. Que raios querem comigo a estas horas da noite?

Please Don't Destroy: The Treasure of Foggy Mountain


Não estava alterado quimicamente o suficiente para ver este filme. Não é que seja mau. É giro, do alto da sua inocência e p!l@ ao vento. Mas haverá todo um conjunto de camadas às quais não tenho acesso. Faz-me perder um pouco a essência do que é este PDS: TToFM, parece-me.

Ou então não.