A família do Carlos tem um Zoo. Todos são especialistas em animais, menos o Carlos. Não parece ter nascido para a coisa. É tão azelha que provoca acidentes e põe em causa o negócio de família. Ninguém na família gosta dele, tirando um irmão que o protege. A única hipótese de entrar nas boas graças da família é conseguir capturar o mais raro dos animais. Carlos viaja assim para a Austrália, onde tudo tenta matá-lo. Isto porque o Carlos seguia as tradições familiares. Mas quando ele começa a usar a fauna à sua volta a seu favor, tendo ainda o apoio duma moça que conheceu lá, então aí tudo é possível para o Carlos.
Esta é a história do Predator: Badlands. Mais ou menos. Aqui o problema é que não quero saber que Predador chama-se Carlos e que afinal curte animais. Eu não quero saber nada do Carlos. Porque destrói um pouco a imagem que um gajo tem dos Predadores.
Como última embirração, a tecnologia dos humanos evoluiu muito neste futuro em que a narrativa se passa. Já os Predadores parecem iguais ou piores de quando foram derrotados por um enlameado Arnaldo nos anos 80. Mas!... Há sempre um mas. O Carlos sabe utilizar um guincho mecânico dum camião da Terra. Em segundos. Portanto, podem não ter evoluído muito tecnologicamente, mas os Predadores são génios da tecnologia. Seja ela de que planeta for.


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