quarta-feira, janeiro 27, 2021

Hamilton


Vi um musical da Broadway em dois momentos diferentes, em dias seguidos. Sim, porque duas horas e quarenta de cantorias não é fácil de aturar. Chiça, uma hora de cantorias a contar uma história já é um sacrifício, quanto mais.

Toda a gente louva o que Lin-Manuel Miranda trouxe para Broadway. Percebe-se porquê. Já há algum tempo que não aparecia alguém novo a criar uma peça, a ganhar espaço e a manter-se no famoso «bairro» de Nova Iorque. E até eu admito que o início é empolgante. A história do homem está bem contada, mesmo que em música. Muito da sua história merece narrativa, mas a peça é longa demais. Depois da guerra podia ter-se co(a)ntado mais um pouco, mas não tudo. Mesmo só sendo metade, no último quarto já estava com as comichões que pensava teria o tempo todo.

Está feito! Agora só vejo outro musical destes daqui a 24 anos, para manter a tradição. Creio que o último foi Cats, em Nova Iorque, em 1996, mas às tantas há mais algum por aqui perdido no blogue.

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