quarta-feira, dezembro 31, 2025

Holiday Touchdown: A Chiefs Love Story


(...) there are 75,000 people here today and millions of people all over the world who believe in this team.

Oh filha, ninguém no mundo conhece os KC Chiefs. Ninguém no mundo quer saber duma equipa da cidade de Kansas!

A Hallmark, numa jogada de génio, juntou filmes de Natal com equipas da NFL. Este é do ano passado. Há outro deste ano, com outra equipa. E a cena é que os filmes até têm um elenco decente e pessoal da equipa (jogadores e afins) no filme. Não fazem actuações de sonho. Continuam a ser actuações de filmes de Natal da Hallmark. Mesmo assim.

Temoa de seguir em frente. O objectivo hoje é fazer uma double feature e ver os dois filmes. Já tivemos umas quatro interrupções, mas ainda dá tempo.

terça-feira, dezembro 30, 2025

Holiday Mismatch


Duas mães, que não têm nada a ver uma com a outra e pouco mais para fazer (excepto organizar as celebrações de Natal duma povoação), metem-se demasiado na vida amorosa dos respectivos filho e filha, e fazem um indevido emparelhamento. O problema reside no facto de que, ao mesmo tempo, conhecem-se e odeiam-se.

Agora - e isto não tem nada a ver com o filme, porque é só mais um da Hallmark (no que esta empresa tornou-se), que por acaso tem as duas tias da Sabrina -, esta coisa das mães tentarem arranjar um parceiro romântico para os filhos, epá, não é uma forma esquisita de wingwomaning?

Um amigo ou uma amiga ajudar num engate, talvez também não faça grande sentido (é um bocado como partilhar porno), mas não há relação de sangue. Uma mãe muda as fraldas a um bebé. Mais tarde arranja maneira da sua criança, agora crescida, pinoque com alguém. Não é demasiado?

quinta-feira, dezembro 25, 2025

Happiest Season


Não estava na lista de «filmes de Natal» a ver este ano. Nem me lembrava que este filme existia, em boa verdade. E já o vimos! Aparentemente a minha senhora é fã. Desconhecia. Anda a recomendá-lo a toda a gente, mas já não tinha presente os detalhes. Queria rever. Tudo bem. Não vou estar a impôr o que vemos.

Eu não acho piada a este filme, mas mesmo assim senti um lágrima a formar-se nos momentos finais. Isto para dizer que eu não gostar do filme tem, única e exclusivamente, a ver com não perceber o fascínio da personagem de Stewart pela namorada que, até aos últimos dez minutos de filme, é uma autêntica c@br@.

Teria feito mais sentido Stewart ter largado a namorada e ter-se enrolado com Plaza, do que o final feliz e fofinho com que somos presenteados.

E agora vou perguntar à minha senhora se ainda gosta deste filme, depois deste revisionamento.

quarta-feira, dezembro 24, 2025

Dear Santa


Em véspera de Natal tinha de ver um verdadeiro «filme de Natal». Isto consoante a minha interpretação do género, claro.

Dear Santa tem fantasia, momentos doces e a base é a família. Também tem o dIABO, mas não se pode ter tudo, ?

Feliz Natal!

segunda-feira, dezembro 22, 2025

Oy to the World


Podem dizer o que quiserem, mas a Hallmark sabe muito dos costumes judaicos.

Estou a gozar. Foram uma data de clichês, escritos por alguém que não sabe mais. Também não era preciso. A parte Episcopal também não tinha nada a ver com nada. Não é o que interessa. O importante é que os miúdos eram amigos na escola. Depois inimigos. E, como toda a gente sabe, isso é sinal de que estão destinados a acabarem juntos. Mesmo que a religião judaica não seja assim tão permissiva em relação a isso.

Raios, lá estou eu preocupado com detalhes. Este Oy tinha muito para ser péssimo. Não sendo bom, não é assim tão mau. A Hallmark realmente tem mais escola e recursos que os outros. Isso sim.

domingo, dezembro 21, 2025

Four Christmases And A Wedding


Fui ao engano com o nome. Não é que estivesse à espera de ao algo ao mesmo nível. Epá, mas se vão usar este nome, que seja porque tinham um truque de narrativa qualquer.

Não. A história passa-se ao longo de quatro anos. Não muda nada. Cenários todos iguais. Mesmos penteados para toda a gente. Há uma miúda pré-adolescente que nunca chega efectivamente à puberdade. Coitada.

Foi só mauzito. Não conseguiu dar a volta. Pena.

sábado, dezembro 20, 2025

Oh. What. Fun.


A Michelle Pfeiffer será uma das mulheres mais bonitas de sempre, não? E não é só isso. Quer dizer. Basta ver o papel dela como Catwoman, ou no Baker Boys. A mulher tem presença e estilo. E muito disso traz ela para este filme.

OWF não tem mais nada. O resto do elenco não contribui grande coisa, se bem que nenhuma das personagens está particularmente bem desenvolvida. É Pfeiffer «mais dez».

Pena. Porque a premissa é bastante boa. Há demasiados filmes sobre homens no Natal, e não há quase nenhum sobre as mulheres incríveis que fazem o Natal especial para toda a família. Mães conseguem ser pessoas extraordinárias, mas não deveriam ter essa responsabilidade toda. O trabalho tem de ser distribuído, para que todos possam usufruir deste período maravilhoso de tempo no sofá e de comer demasiado.

Os meus pais nisso faziam um trabalho notável, e muito pude eu usufruir. Não fazia quase nada no Natal. E hoje em dia nem sei por onde começar para dar o mesmo aos meus. Coitados. Não vão ter o mesmo tratamento. Mas a ver se conseguimos ter uma coisa nossa.

Um brinde às mães e aos pais, que tudo fazem pelos seus filhos. Também convém dar responsabilidade aos miúdos, quando são mais velhos. Mas no início, quando são pequenos é dar-lhes tudo o que for possível.

quinta-feira, dezembro 11, 2025

Jingle Bell Heist


Estava mais numa de ver filmes de Natal ao nível dos recentes. A minha senhora, influenciada pela sua família e tudo o que é novo na Netflix, quis ver este. Não que eu não quisesse ver. Estava na lista. Mas Jingle Bell Heist tenta ser um «bom» filme de Natal. Não consegue atingir o objectivo na perfeição, mas esforça-se. Tem mais condições para o ser, pelo menos.

De resto, é um heist que passamos o filme todo a não conseguir acreditar que vá funcionar, apesar de sabermos com certeza que acabará bem. É tudo muito simples e previsível, até ao final que é algo surpreendente. Ao contrário de muito filme que por aí anda que gasta todos os seus cartuchos ao início, este reservou as partes mais inteligentes da história para o final. Tem isso a seu favor.

segunda-feira, dezembro 08, 2025

My Secret Santa


Um filho dum magnata hoteleiro, rebelde por natureza, bon vivant, que nunca trabalhou na vida, mete-se em apuros, aos 40 e tal anos. O paizinho safa-o uma última vez. A partir de agora não haverá mais benesses. Apenas e só um emprego como director dum mega hotel, posição para a qual o filho não tem quaisquer competências. É uma medida severa, por muito que pejada de nepotismo. O filho aceita a posição, com sentido de missão. A partir daí não volta a fazer nada do que supostamente fazia antes. Naaaaaaaaada!

Mas o filme não é sobre ele. Não, esta personagem super pouco credível e mal construída é apenas e só o love interest. Giro como finalmente as posições trocaram. Ela está a fazer os possíveis para manter a cabeça à tona. Todos os seus esforços são para dar tudo à sua filha. Antes do Natal, por azar, perde o emprego. E logo agora que a filha precisa de dinheiro para uma escola XPTO de ski. Não há empregos disponíveis. Nada, excepto Pai Natal no mega hotel. Com a ajuda do irmão e cunhado, que fazem próteses e fatos de cosplay (e mais nada na vida), será que a nossa heroína conseguirá enganar toda a gente e manter uma posição tão fulcral para o negócio, neste período específico do ano? Porque se for apanhada na mentira...

Qual é mesmo o problema? Não, a sério. Qual é o problema duma mulher fazer de Pai Natal?

quinta-feira, dezembro 04, 2025

A Merry Little X-Mas


Há duas personagens britânicas e não consigo deixar de achar isso estranho. E a melhor parte do filme são dois personagens secundários. OS principais têm menos interesse.

Quem procurar alguns clichês e um desenrolar de enredo por demais previsível, encontrará tudo isso e mais neste filme. E espero que o façam. Porque Silverstone continua adorável, com o seu trejeito de boca AVC.

Raios! A sério que estava a tentar não ser muito negativo. Há cenas giras no filme. A sério. Não será o melhor, mas também estará longe de ser o pior filme de Natal deste ano.

terça-feira, dezembro 02, 2025

Write Before Christmas


Começou a temporada!

Não a de Natal. Essa ainda não a estou a sentir. Ontem passei nos mercados de Natal e ainda nem sequer abriram. Não não. Falo da temporada dos filmes de Natal, esse guilty pleasure mais tentador que chocolate.

E que belo início. Temos o rei dos filmes de Natal, desta feita efectivamente a patinar. O homem sempre sabe. A Lolita Davidovich que, para mim, foi como dum presente de Natal se tratasse. E uma premissa de génio, que não está ao alcance de qualquer criador.

A Hallmark fez este filme, que tem por base o espoletar duma data de enredos com o simples envio de... cartões de Natal da Hallmark!

Uau!

Inspirador.