segunda-feira, dezembro 22, 2025

Oy to the World


Podem dizer o que quiserem, mas a Hallmark sabe muito dos costumes judaicos.

Estou a gozar. Foram uma data de clichês, escritos por alguém que não sabe mais. Também não era preciso. A parte Episcopal também não tinha nada a ver com nada. Não é o que interessa. O importante é que os miúdos eram amigos na escola. Depois inimigos. E, como toda a gente sabe, isso é sinal de que estão destinados a acabarem juntos. Mesmo que a religião judaica não seja assim tão permissiva em relação a isso.

Raios, lá estou eu preocupado com detalhes. Este Oy tinha muito para ser péssimo. Não sendo bom, não é assim tão mau. A Hallmark realmente tem mais escola e recursos que os outros. Isso sim.

domingo, dezembro 21, 2025

Four Christmases And A Wedding


Fui ao engano com o nome. Não é que estivesse à espera de ao algo ao mesmo nível. Epá, mas se vão usar este nome, que seja porque tinham um truque de narrativa qualquer.

Não. A história passa-se ao longo de quatro anos. Não muda nada. Cenários todos iguais. Mesmos penteados para toda a gente. Há uma miúda pré-adolescente que nunca chega efectivamente à puberdade. Coitada.

Foi só mauzito. Não conseguiu dar a volta. Pena.

sábado, dezembro 20, 2025

Oh. What. Fun.


A Michelle Pfeiffer será uma das mulheres mais bonitas de sempre, não? E não é só isso. Quer dizer. Basta ver o papel dela como Catwoman, ou no Baker Boys. A mulher tem presença e estilo. E muito disso traz ela para este filme.

OWF não tem mais nada. O resto do elenco não contribui grande coisa, se bem que nenhuma das personagens está particularmente bem desenvolvida. É Pfeiffer «mais dez».

Pena. Porque a premissa é bastante boa. Há demasiados filmes sobre homens no Natal, e não há quase nenhum sobre as mulheres incríveis que fazem o Natal especial para toda a família. Mães conseguem ser pessoas extraordinárias, mas não deveriam ter essa responsabilidade toda. O trabalho tem de ser distribuído, para que todos possam usufruir deste período maravilhoso de tempo no sofá e de comer demasiado.

Os meus pais nisso faziam um trabalho notável, e muito pude eu usufruir. Não fazia quase nada no Natal. E hoje em dia nem sei por onde começar para dar o mesmo aos meus. Coitados. Não vão ter o mesmo tratamento. Mas a ver se conseguimos ter uma coisa nossa.

Um brinde às mães e aos pais, que tudo fazem pelos seus filhos. Também convém dar responsabilidade aos miúdos, quando são mais velhos. Mas no início, quando são pequenos é dar-lhes tudo o que for possível.

quinta-feira, dezembro 11, 2025

Jingle Bell Heist


Estava mais numa de ver filmes de Natal ao nível dos recentes. A minha senhora, influenciada pela sua família e tudo o que é novo na Netflix, quis ver este. Não que eu não quisesse ver. Estava na lista. Mas Jingle Bell Heist tenta ser um «bom» filme de Natal. Não consegue atingir o objectivo na perfeição, mas esforça-se. Tem mais condições para o ser, pelo menos.

De resto, é um heist que passamos o filme todo a não conseguir acreditar que vá funcionar, apesar de sabermos com certeza que acabará bem. É tudo muito simples e previsível, até ao final que é algo surpreendente. Ao contrário de muito filme que por aí anda que gasta todos os seus cartuchos ao início, este reservou as partes mais inteligentes da história para o final. Tem isso a seu favor.

segunda-feira, dezembro 08, 2025

My Secret Santa


Um filho dum magnata hoteleiro, rebelde por natureza, bon vivant, que nunca trabalhou na vida, mete-se em apuros, aos 40 e tal anos. O paizinho safa-o uma última vez. A partir de agora não haverá mais benesses. Apenas e só um emprego como director dum mega hotel, posição para a qual o filho não tem quaisquer competências. É uma medida severa, por muito que pejada de nepotismo. O filho aceita a posição, com sentido de missão. A partir daí não volta a fazer nada do que supostamente fazia antes. Naaaaaaaaada!

Mas o filme não é sobre ele. Não, esta personagem super pouco credível e mal construída é apenas e só o love interest. Giro como finalmente as posições trocaram. Ela está a fazer os possíveis para manter a cabeça à tona. Todos os seus esforços são para dar tudo à sua filha. Antes do Natal, por azar, perde o emprego. E logo agora que a filha precisa de dinheiro para uma escola XPTO de ski. Não há empregos disponíveis. Nada, excepto Pai Natal no mega hotel. Com a ajuda do irmão e cunhado, que fazem próteses e fatos de cosplay (e mais nada na vida), será que a nossa heroína conseguirá enganar toda a gente e manter uma posição tão fulcral para o negócio, neste período específico do ano? Porque se for apanhada na mentira...

Qual é mesmo o problema? Não, a sério. Qual é o problema duma mulher fazer de Pai Natal?

quinta-feira, dezembro 04, 2025

A Merry Little X-Mas


Há duas personagens britânicas e não consigo deixar de achar isso estranho. E a melhor parte do filme são dois personagens secundários. OS principais têm menos interesse.

Quem procurar alguns clichês e um desenrolar de enredo por demais previsível, encontrará tudo isso e mais neste filme. E espero que o façam. Porque Silverstone continua adorável, com o seu trejeito de boca AVC.

Raios! A sério que estava a tentar não ser muito negativo. Há cenas giras no filme. A sério. Não será o melhor, mas também estará longe de ser o pior filme de Natal deste ano.

terça-feira, dezembro 02, 2025

Write Before Christmas


Começou a temporada!

Não a de Natal. Essa ainda não a estou a sentir. Ontem passei nos mercados de Natal e ainda nem sequer abriram. Não não. Falo da temporada dos filmes de Natal, esse guilty pleasure mais tentador que chocolate.

E que belo início. Temos o rei dos filmes de Natal, desta feita efectivamente a patinar. O homem sempre sabe. A Lolita Davidovich que, para mim, foi como dum presente de Natal se tratasse. E uma premissa de génio, que não está ao alcance de qualquer criador.

A Hallmark fez este filme, que tem por base o espoletar duma data de enredos com o simples envio de... cartões de Natal da Hallmark!

Uau!

Inspirador.