domingo, agosto 24, 2025

Summer of 69


Juro que pensava que o filme se passava na década de 60. Não faz sentido algum, tendo em conta a temática. Mas até ela usar o telemóvel para pagar uma coisa, era credível. Porque não usou o telemóvel até então, entenda-se. Não foi o acto de pagar que quebrou a ilusão.

Anywho...

É uma versão moderna e fofinha do Risky Business. É declarado. O filme do nosso amigo Tom é mencionado e a famosa cena do cássico é referia não uma, mas duas vezes. Já sobre esta versão moderna, o início até foi engraçado. O final é bastante parvo. Não há cena memorável que ficará para a História.

Tendo em conta que não via um filme há um par de semanas - e tenho visto muito poucos nesta parte recente da minha vida -, ver este filme foi uma experiência extraordinária, que em nada se reflete na qualidade do filme em si.

sexta-feira, agosto 08, 2025

Boy Kills World


Afinal ainda deu para ver mais um. Tive de acordar cedo, não tendo dormido muito, e começar logo a trabalhar. Assim pude terminar mais cedo, dando tempo para ver mais um filme de porrada. Não foi uma «semana perfeita», mas quase. (O Venom não conta, que comecei a vê-lo há semanas).

Boy Kills World foi bem fixolas. Uma história meio parva, mas que deu boas cenas de acção. E, tenho de admitir, houve um twist que surpreendeu-me, criando até algum interesse que foi para além do sangue a jorrar.

Teve um bocadinho de história, vá. Não muito, mas alguma coisa de novela.

quinta-feira, agosto 07, 2025

Fight or Flight


A senda de porrada continua. A ideia era ver cinco filmes destes, nesta minha semana de soltura. A vida já não é o que era. O plano não resultou porque há sempre alguma coisa que fazer. Ou então dá jeito dormir cedo, para começar o dia muito mais cedo, para ter tempo para fazer coisas mais tarde.

Uma chatice, isto de ser adulto.

Fight or Flight foi uma alegre surpresa. Sempre gostei de Hartnett e é uma alegria revê-lo. O conceito é simples. Alguém adorou a cena na igreja do Kingsman e decidiu fazer o mesmo num avião. Não convém pensar muito no assunto. É um avião cheio de cobr... Assassinos! E o nosso amigo Josh tem de salvar uma miúda de toda a gente, menos das pessoas que a protegem desde sempre, mas só a partir de meio do filme.

São coisas que acontecem. Não penses muito nisso. Não há tempo e não vale a pena.

quarta-feira, agosto 06, 2025

Ballerina


Quando vi Ana de Armas no mais recente Bond, disse-o na altura, achei que a moça merecia o seu próprio filme de acção. Aliás, na altura até achava que ela faria melhor Bond que o canastrão Craig.

Hollywood viu o mesmo que eu e não perdeu a oportunidade. Ela faz bem este papel. Ao nível do Reeves. Quase tão bem, vá.

Ballerina é mais do mesmo universo John Wick. Muitos tiros e porrada, intercalados com alguma história e diálogo. Não é a segunda parte que interessa. Porque entre a cena com as granadas na loja de armas, e a Ana vs. cidade inteira na neve... Epá, qualquer uma, individualmente, já faria o filme bom. Mas foram duas e ainda houve mais umas bem fixes.

Criatividade abunda nestes filmes. É de louvar. Muito.

segunda-feira, agosto 04, 2025

Novocaine


Nunca pensei ver o filho do Dennis Quaid à porrada com o filho do Jack Nicholson. No entanto, aqui estamos. Vive le nepotism!

Isto enquanto que a actriz que limpou o sebo a um predador, no tempo do arco e da flecha, faz de donzela a precisar de ser salva.

Convence aí o DaMaSCo de 15 anos que isto vai acontecer. Anda. Convence lá! Não consegues, pois não. É natural. Se há ficção a sério é a realidade, não este mundo criado onde um gajo leva porrada o dia todo e, mesmo assim, é o herói no final o dia.

Venom: The Last Dance


Que «parto difícil».

Comecei a ver há um par de semanas. Adormeci no sofá. Quando acordei já os créditos rolavam. Pensava que tinha visto pelo menos dois terços. Recomecei ontem e não me lembrava de nada. Terei visto um terço, afinal. À segunda não o consegui terminar porque tive uma chamada da pátria. Fiquei com 40 minutos ainda por ver, que quase despachei no caminho do trabalho, em velocidade dupla. Vi os últimos 3-4 minutos no sofá em casa.

Ridículo.

Quase tanto como o número de actores britânicos neste filme. Qual foi a lógica? Filmaram muito na Europa e ficou mais barato? Há menos risco do filme queimar carreiras, é verdade. E gostei de ver dois actores do elenco do Ted Lasso, confesso. Mesmo assim, foi estranho.

Como foi todo o filme, aliás. Como é estranha a própria existência desta trilogia, não esquecer. Como é muito o facto de Tom Hardy ter-se dedicado ao projecto. Talvez seja o mais estranho de tudo. E também ele britânico, bem sei.

Foram três filmes. É o que há a dizer. Não sei se ficará muito mais na minha memória, a verdade é essa.